‘Impeachment foi vingança de Cunha’, diz Cardozo


 

cardozo
Com a retomada da discussão do impeachment na Câmara, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, acusa o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de ter agido no processo por vingança. E insiste: não há fato a ser imputado contra a presidente Dilma Rousseff. Também defende o ex-presidente Lula que, segundo ele, é uma vítima dos fatos apurados pela Operação Zelotes. E diz que Lula não é investigado na Operação Lava-Jato, análise feita antes que o juiz Sérgio Moro autorizasse a abertura de um inquérito só sobre o sítio de Atibaia, frequentado pelo ex-presidente. As informações são de Simone Iglesias e Francisco Leali n’O Globo.
Há duas operações, Lava-Jato e Zelotes, que parecem caminhar para o objetivo de chegar a Lula. Como vê essa atuação?
Discordo da premissa. O objetivo das operações não é chegar a alguém, é apurar fatos. Não vejo nenhuma comunicação entre as duas operações, lastreadas em situações distintas. No que diz respeito ao ex-presidente Lula, o juiz (Sérgio) Moro já disse que o presidente Lula não é investigado na Lava-Jato. E não me cabe fazer juízo de valor sobre investigações. No caso da Zelotes, fui informado que o ex-presidente não depôs como investigado. O próprio ofício do delegado divulgado pela imprensa diz: (lê trecho do ofício): “Se houve servidores públicos que foram corrompidos e estariam associados a essa organização criminosa ou se estaria vendendo fumaça, vitimando-os e praticando tráfico de influência com relação aos mesmos”. Ou seja, ou participam ou será que são vítimas? O ofício poderia permitir uma outra ilação: presidente pode ser vítima.
A avaliação do governo é que o impeachment perdeu força. É um assunto superado no Congresso?
Este impeachment foi pedido sem fundamento legal e desencadeado por uma vingança do presidente da Câmara (Eduardo Cunha). É um impeachment sem motivo, com desvio de finalidade e, portanto, totalmente vazio. Quando as pessoas dizem que impeachment não é golpe porque está na Constituição, a questão não é estar ou não estar, mas estar sendo bem aplicado. Tem um descompasso entre lei e fato, e isso é um golpe. Pretender aplicar um instituto que tem regras muito claras, como o impeachment, diante de fatos que não o justificam, é uma desfiguração da ordem jurídica, uma violência à Constituição. Não há crime de responsabilidade da presidente, há um desencadear que se deu pela óbvia e evidente vingança do presidente da Câmara, que queria impor certas coisas ao Executivo e não teve o resultado que desejava.
Por não ter recebido o que queria ou por que estava sendo investigado?
A vingança tem vários aspectos. O presidente da Câmara atribuía ao governo e, particularmente a mim, o fato de estar sendo investigado quando o que se faz neste governo é se garantir a autonomia da investigação. Ninguém manda investigar A, B, C ou D, ou poupar A, B, C ou D. Parece que ele não entendia isso. Posteriormente, havia publicamente uma situação em que ele exigia que o governo interferisse no Congresso, para que fosse absolvido no Conselho de Ética, e o governo não fez isso. Ficou evidente que era uma vingança. O governo não interfere em investigações.
O senhor concorda com o pedido de afastamento de Cunha da presidência da Câmara, feito pela Procuradoria-Geral da República?
Tenho que concordar e discordar de coisas que estão sob minha competência. Não cabe a mim decidir se o presidente da Câmara tem que ser afastado, cabe ao Judiciário, e o que o Judiciário decidir será respeitado. Estou dizendo claramente que o pedido de impeachment foi aberto de maneira ilegal porque houve desvio de poder. O impeachment foi aberto de maneira ilegal e por vingança, o que lhe caracteriza um pecado original insuperável.
A relação entre Executivo e Legislativo está deteriorada? A presidente foi vaiada no Congresso semana passada.
Não achei que tinha um ambiente ruim. Fui parlamentar por oito anos.
O senhor já tinha visto uma vaia para um presidente dentro do Congresso?
Não, não me lembro de ter visto um presidente no Congresso. Não vejo a relação deteriorada. Vejo setores da oposição que, dentro do seu papel, tentam permanentemente criar situações embaraçosas, ou situações que prejudiquem o Executivo. Acho que, neste momento, seria melhor que a oposição discutisse propostas para tirar o país da crise do que investir no “quanto pior melhor”. Os brasileiros preferem que nós e os governantes de oposição encontremos mais convergências. Mas há setores que acham que, quanto mais se agudizar a crise, melhor para seus anseios pessoais e partidários de poder. Eu lamento.

O governo pretende chamar a oposição para uma tentativa de convergência. Há cenário favorável?

O governo está aberto ao diálogo com todos, está disposto à pactuação com todos, mas há pessoas da oposição que acham que a tática correta é negar o diálogo, a possibilidade de pactuações, para que a crise se aprofunde e eles tenham dividendos na disputa de poder. Estamos dando passos importantes na perspectiva da construção da saída. O orçamento da presidente mostra isso.
Orçamento calcado na recriação da CPMF, que dificilmente será aprovada.
Acho que vai ser recriada. Você está pessimista. Já vi muitas coisas acontecerem no Brasil, que as pessoas falavam ser impossível acontecer, mas acontecem. Eu acho perfeitamente possível que tenhamos maioria para aprová-la.
A recriação da CPMF passa pela ajuda de congressistas influentes. Semana passada, o principal fiador do governo no Senado, o presidente da Casa, Renan Calheiros, teve uma denúncia retomada no STF. O quanto isso impede o governo de navegar em águas mais tranquilas no Congresso?
O presidente Renan tem tido um papel muito importante na consolidação de alternativas para sair da crise. Sequer sei, e acho que ninguém sabe, qual o voto de relator (no STF), neste caso. Não sei se é para arquivar, se é para denunciar, não posso dizer se é uma situação de desgaste. Não podemos especular. O que sei é que o relator está pronto para apresentar seu voto. Acho que esse tipo de coisa tem que ser medido no seu devido tempo. É indiscutível que Renan tem um papel muito importante no país para a busca da saída da crise. O que vai acontecer neste processo, não sei dizer.

Dilma extingue programa de prevenção à dengue


dilma AC Oglobo
Vera Magalhães, Radar, Veja
Na última edição de Veja, o Radar mostrou que o governo Dilma Rousseffgastou menos da metade do previsto no orçamento para o programa de controle e prevenção da dengue.
Como se sabe, o controle ao Aedes aegypti, causador da dengue, é a primeira forma também de prevenção do vírus zika, cuja proliferação tem causado explosão de casos de microcefalia no país, e da febre chikungunya.
Pois esse mesmo programa teve a rubrica simplesmente extinta no orçamento de 2016. A dotação orçamentária já vinha sendo reduzida desde 2013, quando era de 12,5 milhões de reais, e agora a iniciativa sumiu, segundo levantamento feito no Siafi pela liderança do DEM no Senado. Não se sabe se os recursos foram realocados para outros programas.
Há no orçamento uma rubrica para “Incentivo Financeiro aos Estados, Distrito Federal e Municípios Certificados para a Vigilância em Saúde”, que repassa verbas a outros entes federativos para o combate de diversas moléstias, como dengue, malária, doença de chagas etc.
Em 2015, o governo pagou 85% dos valores previstos a esse programa (R$ 1,5 bilhão dos R$ 1,77 bilhão alocado). Mas não é possível saber qual o percentual desses recursos foi utilizado para combater a dengue e as doenças relacionadas ao mosquito.

Coreia do Norte executa chefe do exército


Ri Yong Gil foi acusado de corrupção e conspiração

REDAÇÃO ÉPOCA
10/02/2016 - 11h05 - Atualizado 10/02/2016 11h16
A execução do chefe de exército da Coreia do Norte foi confirmada nesta quarta-feira (10) por uma agência de notícias sul-coreana. De acordo com a Reuters, Ri Yong Gil foi acusado de corrupção e conspiração com facções.
A notícia vem um mês após a Coreia do Norte fazer testes nucleares e três dias após o país lançar um foguete. A execução é apenas mais uma entre desaparecimentos consentidos pelo ditador Kim Jong-un.
A fonte ouvida pela Reuters não quis se identificar, e a agência de notícias sul-coreana decidiu não divulgar o nome da pessoa que vazou a informação. O serviço de inteligência do governo da Coreia do Sul não quis se pronunciar.
A última execução, que se tem notícia, foi em maio de 2015, quando o ditador executou o chefe de defesa a tiros.
Líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un  (Foto: AP Photo/Wong Maye-E)

PF investiga tentativa de invasão de hackers a seu sistema de informações


A corporação reforçou a segurança. Além disso, alguns terminais nem estão conectados à Internet

MURILO RAMOS
10/02/2016 - 08h00 - Atualizado 10/02/2016 08h00
Polícia Federal (Foto: Divulgação/PF)
Polícia Federal investiga tentativas de hackers invadirem seu sistema de informações em busca de dados da Operação Lava Jato. Para se prevenir contra tais ataques, a PF reforçou a segurança e estipulou etapas para acessos a informações. Alguns terminais, por exemplo, nem estão conectados à internet.

"Cometemos erros e quem comete erros paga", diz Lula em vídeo para o PT


Do UOL, em Brasília
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) divulgou nesta quarta-feira (10) um vídeo na internet em homenagem aos 36 anos de fundação do Partido dos Trabalhadores.VEJA O PRONUNCIAMENTO DO LULA AQUI
Aparentemente abatido, o ex-presidente reconheceu que o partido cometeu erros, mas disse que o PT é o partido "mais importante da política brasileira". "É certo que cometemos erros e quem comete erros paga pelos erros que cometeu", disse Lula.
No vídeo, com pouco mais de três minutos e meio, Lula não disse a que "erros" ele se referia e disse a inclusão da chamada classe trabalhadora na política incomoda setores mais conservadores da sociedade. "Isso incomoda porque a parte mais pobre da população, a parte mais humilde da população, ocupando um papel de protagonismo que não existia antes, afinal de contas, nós só existíamos para bater palmas, nunca para sermos aplaudidos", disse o ex-presidente.
Lula afirmou que o PT foi o partido que "mais inovou" na política brasileira quando criou, nos anos 80, o chamado orçamento participativo. "Foi uma revolução", disse o ex-presidente. Lula disse também que o PT foi o partido que mais "fez política social na história" do país e que por isso "vive enfrentando os adversários conservadores que não aceitam o jeito petista de governar".
Nas últimas semanas, o ex-presidente vem sendo alvo de reportagens einvestigações que colocam sob suspeita a propriedade de um tríplex no Guarujá (SP) e um sítio em Atibaia (SP), frequentado pela família de Lula. O petista nega ser proprietário dos dois imóveis. Os donos do sítio são sócios de Fábio Luis, filho de Lula. No vídeo, Lula não cita as investigações.
O ex-presidente afirmou que o PT não é uma "seita" e elogiou o que chamou de pluralidade da sigla. "O PT não é uma seita em que todo mundo tem que pensar a mesma coisa, comer a mesma coisa, andar pelo mesmo caminho. O PT é um partido político plural", afirmou. 
Antes de encerrar o vídeo, Lula reconheceu que o partido, abalado por casos como o mensalão, a Operação Lava Jato e a Operação Zelotes, passa por "adversidades". "Esse é o PT criado por você, criado por mim, criado pelo povo brasileiro, que se Deus quiser, apesar de toda a adversidade momentânea, ainda vai continuar sendo o grande partido da história desse país", afirmou.
Lula termina a gravação fazendo uma nova menção ao momento atual do partido. "Um abraço e vamos torcer para que quando estivermos comemorando 37 anos, estejamos mais fortes do que estamos hoje", disse.

UMA CARTA DE JESUS PARA MALAFAIA. POR DUVIVIER


16:31


De Gregório Duvivier, na Folha:
Querido pastor,
Aqui quem fala é Jesus. Não costumo falar assim, diretamente -mas é que você não tem entendido minhas indiretas. Imagino que já tenha ouvido falar em mim -já que se intitula cristão. Durante um tempo achei que falasse de outro Jesus -talvez do DJ que namorava a Madonna- ou de outro Cristo -aquele que embrulha prédios pra presente- já que nunca recebi um centavo do dinheiro que você coleta em meu nome (nem quero receber, muito obrigado). Às vezes parece que você não me conhece.
Caso queira me conhecer mais, saiu uma biografia bem bacana a meu respeito. Chama-se Bíblia. Já está à venda nas melhores casas do ramo. Sei que você não gosta muito de ler, então pode pular todo o Velho Testamento. Só apareço na segunda temporada.
Se você ler direitinho vai perceber, pastor-deputado, que eu sou de esquerda. Tem uma hora do livro em que isso fica bastante claro (atenção: SPOILER), quando um jovem rico quer ser meu amigo. Digo que, para se juntar a mim, ele tem que doar tudo para os pobres. “É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus”.
Analisando a sua conta bancária, percebo que o senhor talvez não esteja familiarizado com um camelo ou com o buraco de uma agulha. Vou esclarecer a metáfora. Um camelo é 3.000 vezes maior do que o buraco de uma agulha. Sou mais socialista que Marx, Engels e Bakunin -esse bando de esquerda-caviar. Sou da esquerda-roots, esquerda-pé-no-chão, esquerda-mujica. Distribuo pão e multiplico peixe -só depois é que ensino a pescar.
Se não quiser ler o livro, não tem problema. Basta olhar as imagens. Passei a vida descalço, pastor. Nunca fiz a barba. Eu abraçava leproso. E na época não existia álcool gel.

Fui crucificado com ladrões e disse, com todas as letras (Mateus, Lucas, todos estão de prova), que elestambém iriam para o paraíso. Você acha mesmo que eu seria a favor da redução da maioridade penal?
Soube que vocês estão me esperando voltar à terra. Más notícias, pastor. Já voltei algumas vezes. Vocês é que não perceberam. Na Idade Média, voltei prostituta e cristãos me queimaram. Depois voltei negro e fui escravizado -os mesmos cristãos afirmavam que eu não tinha alma. Recentemente voltei transexual e morri espancado. Peço, por favor, que preste mais atenção à sua volta. Uma dica: olha para baixo. Agora mesmo, devo estar apanhando -de gente que segue o senhor.

Ex-presidente da Andrade Gutierrez volta a ser preso pela PF


Paulo Lisboa - 20.jun.15/Folhapress
Otávio Marques de Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez, quando foi preso em junho de 2015
Otávio Marques de Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez, quando foi preso em junho de 2015

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O ex-presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo, voltou a ser preso nesta quarta (10), desta vez por um juiz do Rio que Janeiro que trata do caso de suposto pagamento de propina por empreiteiras na obra da usina nuclear Angra 3. É o primeiro caso na Operação Lava Jato em que um delator que havia sido solto volta à prisão.
Azevedo foi libertado pelo juiz Sergio Moro na última sexta-feira (5), após a Andrade Gutierrez fechar um acordo de delação no qual se comprometeu a revelar fatos ilícitos da campanha de Dilma Roussef (PT) de 2014 e suborno na construção de estádios da Copa. A empreiteira também se comprometeu a pagar R$ 1 bilhão em multa em um acordo de leniência, uma espécie de delação de empresas. É a maior multa já paga no âmbito da Lava Jato.
Além da prisão decretada pela Justiça do Paraná por conta de Petrobras, o ex-presidente do grupo Andrade Gutierrez tinha um segundo mandado de prisão, este relacionado ao pagamento de suborno na construção da usina nuclear Angra 3.
A nova prisão só foi possível, ainda de acordo com especialistas ouvidos pelaFolha, porque o acordo ainda não foi homologado pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo. A Folha apurou que o acordo cita o caso de Angra 3, promete novas revelações sobre quem pagou propina para executivos da Eletronuclear e políticos. Se houvesse a chancela do Supremo ao acordo, o juiz do Rio não poderia decretar uma nova prisão.
Dois especialistas ouvidos pela Folha sob a condição de que seus nomes não fossem citados disseram que a nova prisão poderia ter sido evitada se Moro comunicasse o juiz do Rio que iria libertar Azevedo porque ele firmara um acordo de delação, o que não ocorreu. A Folha apurou que o juiz do Paraná foi alertado sobre o mandado de prisão do Rio que estava pendente.
Azevedo foi preso em sua casa em São Paulo, por volta das 17h, e deve passar a noite na custódia da Polícia Federal da cidade. Amanhã ele deverá ser transportado para um presídio no Rio.
A nova prisão foi decretada pelo juiz federal Marcelo da Costa Bretas, que julga o caso de pagamento de propina por empreiteiras a executivos da Eletronuclear.
Num e-mail que o juiz enviou na tarde desta quarta (10) à PF em São Paulo, ele diz que policiais se recusaram a cumprir o mandado no sábado (6) e determina "o imediato cumprimento do mandado judicial já referido, posto que encontra-se em plena vigência".
O juiz federal do Rio afirma ainda que os policiais que se recusaram a cumprir a sua ordem no sábado serão alvos de "medidas a serem tomadas oportunamente pelo indevido descumprimento de decisão judicial".
Azevedo é um dos executivos mais famosos do país e teve papel decisivo na entrada da Andrade Gutierrez no mercado de telefonia, com participações na Oi.
Procurado, o advogado Celso Vilardi, que fechou o acordo com a Andrade Gutierrez, não foi localizado para comentar a nova prisão.

Manchester United e Manchester City estão dispostos a pagar R$ 5,7 milhões por semana de salário a Neymar


Neymar em ação contra o Levante
Neymar em ação contra o Levante Foto: JOSE JORDAN / AFP
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De acordo com informações do jornal britânico “The Sun”, Manchester United e Manchester City travam uma batalha milionária pelo atacante brasileiro Neymar, do Barcelona.
Ambos os clubes estão dispostos a pagar a multa rescisória do jogador, de 144 milhões de libras (cerca de R$ 821 milhões). E, o mais impressionante, a pagar um salário de 1 milhão de libras (cerca de R$ 5,7 milhões) por semana ao jogador. O que dá o valor incrível de R$ 22,8 milhões por mês.
Neymar tem contrato com o Barcelona até o meio de 2018 e negocia a sua renovação. O pai de Ney já disse que a vontade do craque é de ficar no Barça, mas admitiu também ter uma proposta milionária em mãos que, segundo o “The Sun”, seria do United.
Poupado, Neymar não entra em campo nesta quarta pelo Barça, contra o Valencia, pela semifinal Copa do Rei. Suárez e Messi também não jogam.


Imagens mostram bandidos atirando contra policiais durante assalto a posto; assista



Da Redação


Imagens de câmeras de segurança mostram o exato momento em que cinco bandidos armados disparam contra policiais militares no início da manhã desta quarta-feira (10). A situação aconteceu por volta das 6h na Rodovia João Leopoldo Jacomel, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.
Após renderem os funcionários que abriam o estabelecimento, os marginais entraram em confronto com policiais militares que chegavam no local para a manutenção de uma viatura. É possível ver pelas imagens que os bandidos não pensam duas vezes e saem atirando contra os policiais. O confronto terminou com um suspeito baleado em estado grave, outro preso em flagrante e um policial militar ferido no pé.
Os outros três suspeitos ainda não foram localizados. Um Siena branco usado pelo marginal foi deixado no estabelecimento.
Assista ao vídeo abaixo ( os policiais chegam ao posto com sete segundos de vídeo):

Homem que não aceitava a separação mata ex a tiros e comete suicídio na RMC


Por Felipe Ribeiro e Daniela Sevieri

Menos de dois meses após a separação, um homem de 38 anos cometeu suicídio logo após matar a esposa de 33 no final da tarde desta quarta-feira (10) em Araucária, na região metropolitana de Curitiba. De acordo testemunhas, o crime aconteceu próximo a casa de familiares dela, na Rua Capivari, e vizinhos relataram que o relacionamento do casal já não era bom há algum tempo.
Foto: Colaboração Altevir
Foto: Colaboração Altevir
Segundo o tenente Farion, do Siate, o casal teria tido uma briga pouco antes dos disparos. “Ele estava na calçada e ela dentro de um carro. Ambos estavam com ferimentos na cabeça e morreram no local”, disse.
A vítima foi identificada como Márcia Mônica Sterza, de 33 anos. Ela era funcionária do Hospital Municipal de Araucária e muitas pessoas a conheciam na região. Já o agressor foi identificado com Valdecir da Silva Santos, de 38. Segundo testemunhas, ele por várias vezes ocasionou confusões em frente ao trabalho da vítima. O casal deixa uma filha de 11 anos.
Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML). A Delegacia de Araucária investiga o caso.

Cadeirante e mais dois são detidos suspeitos de assalto, em Goiânia


Vítima foi abordada quando seguia em carro e teve pertences roubados.
Trio fugiu em veículo, mas foi detido após pneu estourar durante perseguição.

Do G1 GO
Dois jovens foram presos e um menor, apreendido, suspeitos de praticar um assalto, em Goiânia, na terça-feira (9). Eles fugiram de carro após o crime, mas foram detidos pela Guarda Civil Metropolitana (GCM). Segundo a corporação, o motorista do veículo era um cadeirante, de 21 anos, que ficou paraplégico após ser baleado em outro roubo.
“Esse estado em que ele já está foi em função de uma errônea dele, em um crime de roubo, quando ele foi alvejado e ficou assim, sem mobilidade nas pernas. Mesmo assim isso não atrapalhou que ele cometesse o crime e dirigisse o veículo durante a fuga”, disse o GCM Rogério Matos.
saiba mais

A vítima, que não quer ser identificada, conta que estava em um veículo quando foi abordada pelo trio, que levou um relógio, um celular, uma blusa e um par de tênis. “Eles me viram no carro e passaram por mim. Um deles, deficiente, que é o mais agressivo, um menor e outro homem, que estava com uma arma”, relatou.
Após o crime, a GCM foi avisada e passou a perseguir os suspeitos, que fugiram em um carro. Eles só foram detidos no Setor Santos Dumont, na capital, depois que um dos pneus do veículo estourou.
Com o trio, os guardas encontraram um revólver calibre 22 e os pertences da vítima. Na delegacia, foi constatado que o cadeirante já tinha passagens pela polícia pelos crimes de assalto e tráfico de drogas.
Os suspeitos foram levados para a Central de Flagrantes. Depois, o menor encaminhado à Delegacia de Apuração de Atos Infracionais (Depai).
Jovem paraplégico foi detido suspeito de praticar assalto, em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Jovem paraplégico é detido suspeito de praticar assalto, em Goiânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)