Monica e João Santana: unidos na vida e nos negócios

Sem descer do salto: Monica Moura (à frente do marido, João Santana) sorri ao se apresentar à PF em Curitiba
Sem descer do salto: Monica Moura (à frente do marido, João Santana) sorri ao se apresentar à PF em Curitiba(Geraldo Bubniak/Agência o Globo)
"Se você precisar arrastar um rochedo para uma filmagem, a Monica dá um jeito de arrastar." A definição, de um publicitário que trabalhou com Monica Moura, resume o estilo da sétima mulher do marqueteiro João Santana - e a importância que ela tem em sua vida e seus negócios.
No fim de 2015, com a Lava-Jato já a todo o vapor e a presidente Dilma Rousseff mergulhada na crise, o casal ainda tratava com um misto de ironia e indignação as primeiras investigações da Polícia Federal sobre seus negócios. Fazia planos para um período sabático neste ano. Monica era a maior entusiasta da ideia de passar um tempo estudando em Nova York, onde os dois têm um apartamento.
Decidida, falante e sempre aparentando bom humor, ela queria tirar o marido do turbilhão da política brasileira. Dizia preocupar-se com a saúde de Santana, que deu um susto na família com um mal-estar em plena campanha de 2014.
A dinâmica que o casal mostra socialmente combina com a narrativa de defesa que adotou: Santana brinca que não sabe quanto uma campanha custa, pois é a mulher quem paga as contas. De fato, Monica é ciosa da própria importância nos negócios: diz que cuida dos problemas burocráticos para que o marido brilhe na criação.
Os dois adoram viagens, bons restaurantes e vinhos caros, e compartilham o drinque favorito: dry martini. Ela está sempre impecável, de cabelo escovado e com bolsas caras. Frequenta exposições e galerias de arte e é assídua nas redes sociais.
Cada um tem dois filhos dos casamentos anteriores e netos, que chamam de "os meus, os seus e os nossos". Nove anos mais nova que ele, é Monica a ciumenta do casal. Santana, ex-mulherengo, afirma não ver razão para isso. "Ela é a mulher da minha vida", costuma dizer.

Ministro da Saúde afirma que não tem dinheiro para reajuste da sessão de hemodiálise


     
Terça-feira (16/02/2016) foi realizada uma audiência com o Ministro da Saúde, Marcelo Castro, para discutir a grave crise financeira enfrentada pela Nefrologia. A reunião agendada pelo Senador Eduardo Amorim do PSC/SE contou com a participação do vice-presidente da ABCDT, Dr. Paulo Luconi; a presidente da SBN, Dra. Carmen Tzanno; Dr. Valter Duro Garcia, diretor da SBN; Dr. José Euber Pereira Soares, assessor político da ABCDT; senhor Renato Padilha, presidente da Federação Nacional das Associações de Pacientes Renais e Transplantados do Brasil – FENAPAR; Dr. Alberto Beltrame, Secretário de Atenção à Saúde; Dra. Maria Inês Gadelha, Coordenadora de Alta e Média Complexidade e da Senadora Ana Amélia de Lemos do PP/RS.
Antes da audiência, as entidades mostraram novamente ao Senador Eduardo Amorim a grave situação enfrentada pela Terapia Renal Substitutiva – TRS no Brasil. O Senador, sensibilizado pela rápida deterioração do quadro vivido pela Nefrologia, prontamente agendou uma Audiência Pública no Dia Mundial do Rim, 10 de março/2016, para denunciar no Senado Federal à sociedade brasileira os graves problemas enfrentados pelas clínicas de diálise e pelos pacientes.
Ao iniciar a reunião com o Ministro foi salientado que muitas unidades têm fechado ou solicitado o descredenciamento do SUS, aumentando ainda mais o número de pacientes hospitalizados aguardando vaga de diálise, principalmente, nas regiões norte, nordeste e centro oeste. Soma-se a isso a inadimplência das clínicas de diálise com as empresas fornecedoras de insumos que, devido à falta de pagamento, têm se recusado a fornecer os materiais necessários para a realização das sessões de hemodiálise. Outro grave problema apontado ao Ministro mostra que a diálise peritoneal no Brasil está em risco, pois devido ao represamento dos preços das soluções de diálise peritoneal, praticado pelo MS por mais de 13 anos, as empresas fornecedoras limitaram o acesso de novos pacientes ao tratamento.
Devido ao verdadeiro “apagão “ da TRS foi solicitado, em caráter emergencial, a equiparação do valor da sessão de hemodiálise dos pacientes soronegativos (R$ 179,03) para o mesmo valor pago às sessões de hemodiálise para pacientes soropositivos para hepatite B e C e HIV (R$ 265,41) com a adoção do uso único de filtros capilares e linhas vasculares para todos os pacientes, visando a segurança desses e a sustentabilidade financeira das clínicas.
Apesar do Ministro reconhecer que o valor pago pelo SUS pela sessão de hemodiálise está muito defasado, foi enfático em afirmar que o Ministério da Saúde não possui recursos para qualquer tipo de reajuste.
O Senador Eduardo Amorim e a Senadora Ana Amélia insistiram na necessidade de uma correção emergencial para amenizar a grave crise enfrentada pelas clínicas de diálise prestadoras de serviço ao SUS. O Ministro se comprometeu, devido a grande insistência dos Senadores, a conversar com a Presidente da República, Dilma Rousseff, para tentar conseguir recursos, não garantindo sucesso.
Foi afirmado, enfaticamente, que se não houver reajuste do valor pago pela sessão de HD, que cubra seu custo, o valor atual é incompatível com as obrigações exigidas pela portaria nº 389/14 e pela RDC nº 11/14. E portanto, como o Ministério da Saúde concorda que existe defasagem entre o valor pago pela sessão de HD e seus custos, é obrigação do Ministro esclarecer à sociedade brasileira que diante da falta de recursos, várias exigências dessas normas, que não melhoram a segurança da hemodiálise e apenas oneram os prestadores, devem ser suprimidas. A Coordenadora de Alta e Média Complexidade sinalizou que o Ministério em conjunto com a ANVISA já está estudando algumas alterações.
Tendo em vista a grave omissão e inépcia do Ministério, a ABCDT e SBN convocarão, para o dia 09 de março de 2016, uma Assembleia Extraordinária conjunta às 17h00, em Brasília. Será discutida a crise da nefrologia no intuito de buscar caminhos a serem seguidos para redução de custos da sessão de hemodiálise, assim como possíveis medidas judiciais cabíveis.
A ABCDT e a SBN convocam todos os nefrologistas a participarem da Assembleia no dia 9 de março e da Audiência Pública no Senado Federal no dia 10 de março. O futuro da Nefrologia : médicos (as), enfermeiros (as), pacientes e indústria está em risco.

Nova delação é explosiva, diz Janot


Mônica Bergamo, Folha de S. Paulo
O Ministério Público Federal está festejando uma nova delação premiada feita recentemente em Brasília. Ela seria, nas palavras de procuradores, uma “das melhores” já obtidas até agora no âmbito da Operação Lava Jato.
O próprio procurador-geral da República, Rodrigo Janot, confidenciou a interlocutores de sua confiança que tal depoimento é explosivo e cheio de detalhes. Apesar da expectativa gerada, ele não avançou sobre o conteúdo da nova delação.

Aniversário do PT, salve-se quem puder


índice
Editorial, Folha de S. Paulo
Depois de suscitar o costumeiro bater de panelas nas grandes cidades brasileiras, com seu programa televisivo da terça-feira (23), o PT lembra neste sábado (27), em encontro no Rio de Janeiro, o 36º aniversário de sua fundação.
Dizer “comemora” já seria demasiado, dada a crise moral, programática e política em que o partido se debate. A suspeita de que grandes empreiteiras terão concedido favorecimentos à sua maior figura pública, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já seria motivo de sério constrangimento.
Não havendo, na prática, como dissociar a figura de Lula da sobrevivência política do PT, quaisquer manifestações a respeito dos casos do tríplex no Guarujá ou do sítio em Atibaia acabam tendo de se resumir à versão, habitual e inverossímil, de que o partido e seu maior líder estariam sendo vítimas de uma conspiração persecutória.
Vire-se a página, portanto –e o que se segue não é mais animador. A prisão do principal marqueteiro do partido, acusado de ter recebido pagamentos de caixa dois oriundos da corrupção na Petrobras, novamente acentua a imagem de que se criou, com a hegemonia petista, uma máquina de espoliação do Estado em benefício da simples ocupação do poder.
Sem ter como se desvencilhar da crise que criou, resta ao PT promover seu afastamento com relação a outra crise –essa que tem o nome de Dilma Rousseff.
Com índices baixíssimos de popularidade, e às voltas com uma recessão talvez só comparável à do início dos anos 1930, a presidente da República não dispõe de recursos pessoais nem de apoio parlamentar para empreender os ajustes necessários –e impopulares– que a conjuntura exige.
A candidatura de Dilma à presidência, em 2010, foi como se sabe criação unipessoal de Lula. Sua reeleição, em 2014, veio pela inércia e pela resistência em adotar, quando a crise já impunha cortes nos gastos do governo, qualquer medida de impacto negativo do ponto de vista eleitoral.
No momento em que se impõe o reencontro com a realidade, o PT se diz traído pelo Planalto –ainda que mal-ajambrados e vagos os projetos de austeridade de que este afirma cogitar.
PMDB e PT, os dois maiores partidos de sustentação do governo, apresentam planos alternativos e contraditórios para resolver o impasse econômico. Tanto quanto Dilma, têm sido, cada qual a seu modo, responsáveis diretos pela crise –dificultando ao máximo qualquer racionalização na esfera orçamentária do país.
Jogam-se, agora, ao salve-se quem puder; talvez mais exato, na proliferação de seus programas e críticas, seria aplicar ao caso outra frase feita, que é rima mas não solução: a do acredite se quiser. A farsa das rupturas e das barganhas, das indignações e das desconversas, prossegue miseravelmente

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Editorial, Folha de S. Paulo
Depois de suscitar o costumeiro bater de panelas nas grandes cidades brasileiras, com seu programa televisivo da terça-feira (23), o PT lembra neste sábado (27), em encontro no Rio de Janeiro, o 36º aniversário de sua fundação.
Dizer “comemora” já seria demasiado, dada a crise moral, programática e política em que o partido se debate. A suspeita de que grandes empreiteiras terão concedido favorecimentos à sua maior figura pública, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já seria motivo de sério constrangimento.
Não havendo, na prática, como dissociar a figura de Lula da sobrevivência política do PT, quaisquer manifestações a respeito dos casos do tríplex no Guarujá ou do sítio em Atibaia acabam tendo de se resumir à versão, habitual e inverossímil, de que o partido e seu maior líder estariam sendo vítimas de uma conspiração persecutória.
Vire-se a página, portanto –e o que se segue não é mais animador. A prisão do principal marqueteiro do partido, acusado de ter recebido pagamentos de caixa dois oriundos da corrupção na Petrobras, novamente acentua a imagem de que se criou, com a hegemonia petista, uma máquina de espoliação do Estado em benefício da simples ocupação do poder.
Sem ter como se desvencilhar da crise que criou, resta ao PT promover seu afastamento com relação a outra crise –essa que tem o nome de Dilma Rousseff.
Com índices baixíssimos de popularidade, e às voltas com uma recessão talvez só comparável à do início dos anos 1930, a presidente da República não dispõe de recursos pessoais nem de apoio parlamentar para empreender os ajustes necessários –e impopulares– que a conjuntura exige.
A candidatura de Dilma à presidência, em 2010, foi como se sabe criação unipessoal de Lula. Sua reeleição, em 2014, veio pela inércia e pela resistência em adotar, quando a crise já impunha cortes nos gastos do governo, qualquer medida de impacto negativo do ponto de vista eleitoral.
No momento em que se impõe o reencontro com a realidade, o PT se diz traído pelo Planalto –ainda que mal-ajambrados e vagos os projetos de austeridade de que este afirma cogitar.
PMDB e PT, os dois maiores partidos de sustentação do governo, apresentam planos alternativos e contraditórios para resolver o impasse econômico. Tanto quanto Dilma, têm sido, cada qual a seu modo, responsáveis diretos pela crise –dificultando ao máximo qualquer racionalização na esfera orçamentária do país.
Jogam-se, agora, ao salve-se quem puder; talvez mais exato, na proliferação de seus programas e críticas, seria aplicar ao caso outra frase feita, que é rima mas não solução: a do acredite se quiser. A farsa das rupturas e das barganhas, das indignações e das desconversas, prossegue miseravelmente.

Marca GVT já tem data para ‘se aposentar’; empresa passará a ter nome da Vivo


Da Redação

marca GVT deixará de existir a partir do dia 15 de abril deste ano, anunciou a Telefônica nesta sexta-feira (26). Após esta data, os serviços de telefonia, internet e TV por assinatura passam a ter o nome da Vivo.
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(Foto: Divulgação)
A mudança acontece depois que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou a compra da GVT pela Telefônica, em dezembro de 2014. Com o contrato assinado, a empresa foi entregue ao grupo que controla a operadora Vivo no Brasil.
De acordo com o comunicado da Telefônica, os clientes devem ficar atentos aos novos canais de comunicação e interatividade. A partir do dia 2 de abril, os atendimentos serão feitos pelo 103 15 (não mais 103 25) para telefonia fixa e internet e 106 15 para TV por assinatura.
Além disso, o código de longa distância também vai mudar, de 25 para 15. O “GVT Freedom”, “GVT Protege” e “Minha GVT” serão chamados de “Vivo Freedom”, “Vivo Protege” e “Meu Vivo Fixo”.
Segundo a empresa, os clientes não precisam assinar novos contratos, já que a mudança acontece apenas nos nomes dos serviços e da corporação.

Menino de dois anos cai de 3º andar de prédio e sobrevive ‘por milagre’


Por Marina Sequinel e Daniela Sevieri

Um menino de dois anos e meio caiu do terceiro andar de um prédio na Rua Miguel Abrão, no bairro Portão, em Curitiba, na tarde deste sábado (27). A criança sofreu traumatismo craniano e foi encaminhada em estado grave ao hospital.
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(Foto: TV Bandeirantes)
Segundo o socorrista Geziel, do Corpo de Bombeiros, o bebê sobreviveu a queda, de 10 a 12 metros de altura, por um milagre. “A mãe nos relatou que tudo aconteceu em um pequeno momento de descuido. O menino caiu da janela sobre a grama, que amorteceu um pouco o impacto”, disse ele em entrevista à Banda B.
Ainda de acordo com o socorrista, o menino estava consciente, chorando, e respondendo aos estímulos quando foi atendido pelo Siate. “Por um milagre, a criança não teve nada mais grave além do traumatismo craniano. Ele pode ter tido algum ferimento mais complicado no abdômen, mas tudo isso precisará de exames para ser confirmado. Os sinais dele eram estáveis e ele não corria risco de morte”, completou.
O menino foi encaminhado em estado grave ao hospital, onde deve passar por exames que possam identificar os ferimentos causados pela queda.

Quadrilha armada aterroriza clientes e faz arrastão em restaurante no Juvevê


Por Marina Sequinel e Daniela Sevieri
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Parte do dinheiro foi recuperado pela polícia após o roubo. (Fotos: Rede News)

Quatro homens armados aterrorizaram os clientes de um restaurante no bairro Juvevê, emCuritiba, na noite desta sexta-feira (26). Eles invadiram o estabelecimento, na Rua Augusto Stresser, e renderam aproximadamente 50 pessoas.
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Bandidos fizeram arrastão e levaram carro de cliente. (Foto: Rede News)
A quadrilha deu voz de assalto e começou a pedir os pertences de quem estava no local. No total, o grupo levou mais de R$ 10 mil, além de diversos celulares, cartões, documentos e um veículo Ford New Fiesta prata.
Após o roubo, uma equipe da Polícia Militar (PM) localizou seis celulares na rua, que teriam sido jogados pelos bandidos por terem rastreadores. O carro levado pelos criminosos também foi encontrado, com R$ 800 em dinheiro e outros objetos, que foram devolvidos aos donos.
Uma segunda equipe da PM recuperou mais dois celulares no bairro Tarumã. Testemunhas informaram que, após deixar o veículo na Rua Conselheiro Carrão, a quadrilha fugiu em uma Pajero preta. De acordo com a PM, um cliente do restaurante ainda tentou seguir o automóvel dos bandidos, mas acabou o perdendo de vista.
A Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV) investiga o caso.

Novo Secretário de Saúde de Colombo é apresentado ao Conselho Municipal de Saúde



DSC_4940
DSC_4953Em reunião realizada nesta quinta-feira (25), o  Conselho Municipal de Saúde de Colombo, contou com a presença do novo Secretário de Saúde do Municipio, Dr.Darci Martins Braga. Antes da apresentação do secretário e do novo Diretor Geral, Osni Mendes, a presidente do Conselho, Angelita Muniz, fez a leitura do Oficio enviado pelo ex-secretário Fernando César Aguilera, que explicou os motivos de sua exoneração.
Osni Mendes e Dr. Darci Braga Foto: Blog Ivan de Colombo
Osni Mendes e Dr. Darci Braga
Foto: Blog Ivan de Colombo
O novo Secretário disse que ainda não se inteirou totalmente da situação da Secretaria e que na próxima segunda-feira quando assume de forma legal, começarão a tomar as medidas necessárias para realizar as mudanças que são imprescindíveis  para o melhoramento dos trabalhos internos e  irá implementar ações que melhore as condições de atendimento nas unidades. ” Essa não é a caminhada de uma pessoas só, precisamos contar com apoio do Conselho Municipal de Saúde. Para isso, me coloco a disposição do Conselho e darei continuidade aos bons projetos e juntos vamos trabalhar para que eles apresentem bons resultados, pois contamos com uma boa equipe de servidores atuando na saúde. Estarei acompanhando os projetos para que apresentem resultados positivos. Daremos atenção onde precisa de  atenção e gerenciando os trabalhos para melhor atender a população “, afirmou Braga.

FONTE: BLOG IVAN DE COLOMBO ( www.ivandecolombo.com.br )

Mãe de neto desaparecido de Chico Anysio sabe que filho não corre perigo


'Estou certa que ele vai voltar e quero encontrá-lo antes da polícia', disse a atriz Márcia Brito sobre Rian, sumido desde terça-feira, 23.

Luciana TecidioDo EGO, no Rio
Márcia Brita, Rian e Nizo Neto (Foto: Reprodução / Instagram)Márcia Brita, Rian e Nizo Neto (Foto: Reprodução / Instagram)
Márcia Brita, mãe de Rian Brito de Oliveira Paula, neto do humorista Chico Anysio, tem a certeza que o filho não corre perigo e que vai aparecer. O jovem está desaparecido desde terça-feira, 23, quando foi deixado por ela no curso de auto-escola. A notícia de seu desaparecimento foi divulgada pelo pai de Rian, o ator Nizo Neto, em suas redes sociais nesta sexta-feira, 26.
Segundo Márcia, ela tem a certeza que o jovem não corre perigo e que vai voltar para casa. "Ele está bem, meu coração de mãe não se engana. Nada de mal vai acontecer a ele. Ele deve estar em algum lugar e respeito o seu desejo de dar um tempo", disse a mãe de Rian.
EGO NAS REDES SOCIAIS


A atriz não faz ideia de onde ele pode estar , mas acredita que se ele sumiu sem avisar, o tempo de seu sumiço merece ser respeitado. O único desejo de Márcia é encontrá-lo antes da polícia. "Não quero que a polícia o ache antes de mim porque ela o entregará para o pai. Nizo é muito nervoso e já avisou que irá dar uma bronca grande nele quando o ver. Mas não é isso que o Rian precisa. Ele necessita de amor e compreensão. Meu filho deve estar nervoso com toda essa exposição e deve estar sofrendo por causa disso."
Márcia Brita disse que conseguiu descobrir nesta sexta que o filho havia sacado dinheiro da conta bancária. "Ele extraiu dinheiro e não foi a polícia quem descobriu, fui eu."
A respeito do fato de Rian sofrer de problemas psicológicos, como foi revelado nesta sexta poir Roko Souza, vocalista da banda a qual o neto de Chico tocava, Márcia disse que o músico não deveria ter falado nada, pois não sabia de sua história e garantiu que seu filho não tem problemas. "Ele não tem nenhum problema psicológico." No entanto, cofirma que no ano passado Rian teve um "envolvimento", sem querer revelar em quê. "Não posso falar. A polícia me pediu para não dizer nada. Mas assim que puder, vou realizar uma coletiva para denunciar o que aconteceu."
Em conversa com o EGO nesta sexta, Nizo Neto também garantiu que o filho não tem problemas psicológicos. "Ele fazia terapia normalmente, como eu faço. Nada demais. Ele estava muito bem. Fazia faculdade, aula de auto-escola. Normal."
Faculdade
Rian  tem 25 anos, é músico e está terminando a faculdade de Produção Musical. Ele foi deixado em uma auto-escola em São Conrado, na Zona Sul do Rio - perto de um dos acessos à favela da Rocinha - na terça, 23. Desde então, não foi mais visto. "Meu filho Rian está desaparecido há quase 72 horas. Foi deixado na auto escola São Conrado e de lá não foi mais visto. Por favor, quem souber de alguma coisa ligue para o fone abaixo. Estamos todos desesperados, por favor compartilhem. Esteja onde você estiver, COMPARTILHAR é muito mais importante que curtir", pediu Nizo nas redes sociais.
Nizo Neto (Foto: Reprodução/Instagram)Nizo Neto divulgou o desaparecimento do filho nas redes sociais (Foto: Reprodução/Instagram)

Em carta, Delcídio nega ameaça a senadores e diz não ter ódio


Senador foi solto após 87 dias preso na Operação Lava Jato.
GloboNews teve acesso a carta que ele enviou aos colegas no Congresso.

Andréia SadiDa GloboNews, em Brasília
Imagem da carta de Delcidio a senadores (Foto: Reprodução)Imagem da carta de Delcidio a senadores (Foto: Reprodução)
Preso pela Operação Lava Jato, o ex-líder do governo Delcídio do Amaral mandou entregar uma carta aos 80 senadores nesta sexta-feira negando ter feito ameaças aos colegas para salvar seu mandato no Conselho de Ética.
Na carta, a que a GloboNews teve acesso, o senador diz que as ameaças são "falsas e delirantes" e que o "injusto encarceramento" o afastou da vida política e social, mas não o  "exonerou da coerência e da razão".
"Ódio e revanchismo não ocuparam minha imaginação", disse. No texto, o senador afirma ainda que "alguns órgãos de mídia [...] publicaram inverdades imputando-me a propagação de ameaças e constrangimentos aos meus pares no Senado, com o objetivo de evitar uma eventual cassação do meu mandato parlamentar".
A carta de Delcídio faz parte da estratégia do senador de convencer os parlamentares a preservarem o seu mandato no conselho. A preocupação do petista é que, caso perca o foro privilegiado, o seu processo seja investigado pelo juiz Sergio Moro, à frente da Lava Jato em Curitiba.
O tom da carta reproduz a entrevista concedida pelo senador à GloboNews nesta semana. Ele disse que "seria burrice" chantagear senadores em um momento no qual se precisa de apoio no conselho.
Delcídio foi preso em novembro de 2015 por tentar atrapalhar as investigações da operação Lava Jato. A decisão da prisão do senador foi baseada em uma gravação em que ele aparece oferecendo dinheiro e um plano de fuga para Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras, para que Cerveró não o citasse durante delação premiada. A delação foi feita pelo filho de Cerveró, Bernardo.
O senador ficou 87 dias preso em Brasília, período em que ficou afastado das atividades parlamentares, mas continuou recebendo salários e benefícios. No dia 19 de fevereiro, o Supremo Tribunal Federal revogou a prisão e o senador, que está suspenso do PT, poderia voltar ao Senado. Delcídio, no entanto, solicitou uma licença médica por 15 dias e ainda não voltou às atividades.

Empresa do marqueteiro João Santana deve quase R$ 180 mil ao governo


Nem após receber quase R$ 230 milhões de campanhas petistas, "Feira" quitou dívidas com o Fisco

THIAGO BRONZATTO
26/02/2016 - 21h30 - Atualizado 26/02/2016 21h42
Empresa do marqueteiro João Santana deve quase R$ 180 mil ao governo (Foto: Patricia Stavis/Folhapress)
As empresas do marqueteiro todo-poderoso do PT até a semana passada, João Santana, receberam quase R$ 230 milhões do partido para promover campanhas eleitorais. Bem-sucedidas, a propósito. Nem com a dinheirama toda, no entanto, Santana honrou suas dívidas com o Fisco. A Santana & Associados Marketing Ltda., cuja sede é na Bahia, deve quase R$ 180 mil ao governo. Está inscrita na dívida ativa.