CONVITE - AGENDA DIA MUNDIAL DO RIM 2016 NO SENADO FEDERAL


     
Este ano o Dia Mundial do Rim terá uma programação especial em Brasília, ocasião em que as entidades ABCDT/SBN/FENAPAR em parceria com o SENADO FEDERAL/CÂMARA DOS DEPUTADOS irão se unir para mostrar à sociedade a crise da nefrologia brasileira.
Com ajuda de alguns parlamentares destacando o Senador Eduardo Amorim, o Deputado Vinícius Carvalho, Deputado Roberto Sales e a Deputada Carmen Zanotto será possível mostrar a sociedade a situação da nefrologia.

Grávida de 19 anos apontada como pivô da morte do ex é presa em MT


Ela se entregou à polícia em Cuiabá após quase três meses foragida. 
O marido dela, acusado de matar a vítima por ciúmes, continua foragido.

Do G1 MT
Karolayne Machado, de 19 anos, se entregou à polícia (Foto: Polícia Civil-MT)Karolayne Machado, de 19 anos, se entregou à
polícia (Foto: Polícia Civil-MT)
Apontada como pivô do assassinato do ex-namorado em dezembro passado, uma jovem de 19 anos, que está grávida de seis meses, se entregou à polícia, nesta sexta-feira (4), em Cuiabá, suspeita de participação no crime. O marido de Karolayne Machado, de 22 anos, suspeito de matar a vítima a tiros quando ela assistia a uma partida de futebol na TV com amigos em um bar, no Bairro Praeirinho, na capital, teve a prisão decretada e está foragido, segundo a Polícia Civil. À polícia, ela negou a participação, mas disse ter presenciado o crime.
"Ela estava escondida junto com o atual companheiro. No decorrer da semana, o advogado foi na delegacia dizendo que ela queria se entregar, acredito que por uma questão de segurança dela", disse o delegado Antônio Carlos Araújo, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que investigou o crime e já indiciou a jovem, o marido dela e um amigo dele pelo crime.
A morte foi motivada por ciúmes da jovem, que também tinha fugido após o crime. O amigo de 32 anos, também indiciado por participação no homicídio, já está preso.
À polícia, Karolayne contou que o ex-namorado estava no local com um grupo de amigos quando ela chegou com o marido. Nisso, conforme a polícia, começaram as provocações por parte dos autores do assassinato.
"A vítima ostentava, andava com cordão de ouro e pagava bebida para todos. Eles se separavam e voltavam, sempre", contou o delegado. A vítima trabalhava para agiotas na cobrança de dívidas e, inclusive, era ex-segurança do ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro, preso desde 2003 suspeito de comandar o jogo do bicho no estado.
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No auge das provocações motivadas por ciúmes, o amigo do criminoso teria perguntado para a vítima se ele "era o bravo" e, em seguida, efetuado o primeiro disparo.
Os dois então entraram em luta corporal. Em seguida, o marido da jovem deu quatro tiros na vítima e o amigo, outros quatro. A vítima tentou correr, mas caiu e morreu atingida pelos oito tiros.
"No momento dos tiros, ela disse que eles correram e depois foram se esconder na região de Itiquira [município a 359 km de Cuiabá], onde ficaram de casa em casa, até que pararam em determinado lugar. Ela disse que se desentendeu com o marido porque ela queria se entregar e ele, não", afirmou o delegado.
O advogado dela pediu ao delegado que avaliasse a situação dela, pois Karolayne está com descolamento da placenta e pegou o vírus da zika, recentemente. No entanto, segundo Araújo, o inquérito já foi concluído e encaminhado ao Ministério Público Estadual (MPE) para apresentação ou não de denúncia.
O crime ocorreu no dia 12 de dezembro. O amigo que também participou do homicídio usava tornozeleira eletrônica naquela ocasião e também estava foragido. Ele foi preso em flagrante, recentemente, durante o roubo à casa de uma idosa, e está na Penitenciária Central do Estado (PCE), segundo a polícia.

O vírus zika foi achado no pernilongo comum. Entenda a gravidade da descoberta


A pesquisadora Constância Ayres descobriu que o vírus zika sobrevive em mosquitos Culex. Ele é mais comum que o Aedes aegypti e talvez possa transmitir o vírus

RAFAEL CISCATI COM ANA HELENA RODRIGUES
03/03/2016 - 17h58 - Atualizado 03/03/2016 21h14
Culex- o mosquito comum. O vírus da zika sobrevive no organismo dele  (Foto: Getty Images)
A pesquisadora Constância Ayres, do departamento de entomologia da Fundação Oswaldo Cruz, em Pernambuco, passou os últimos três meses alimentando pernilongos. Constância serviu sangue contaminado pelo vírus zika a 200 mosquitos do gênero Culex, o pernilongo comum, de aparência meio amarronzada, que as pessoas em algumas regiões do país chamam de muriçoca. A cientista tinha uma suspeita: talvez o Culex fosse capaz de acomodar o vírus em seu organismo, tal qual o Aedes aegypti, seu vetor tradicional. E, talvez, fosse capaz também de transmiti-lo. “Assumir que o vetor principal da zika é o Aedes aegypti, em áreas em que outras espécies de mosquito coexistem, é ingenuidade”, escreveu Constância no começo de fevereiro, em um artigo publicado na revista The Lancet Infectious Deseases, uma das principais do gênero em todo o mundo. “Esse erro pode ser catastrófico se outras espécies de mosquito tiverem também papel importante na transmissão do vírus da zika”.

>>Pesquisa mostra que vírus da zika pode sobreviver em pernilongo comum

Na tarde de quarta-feira (2), Constância anunciou os resultados preliminares de sua pesquisa. Descobriu que o vírus consegue sobreviver no estômago dos mosquitos e, de lá, migrar para as glândulas salivares dos bichos. Essa movimentação do vírus é importante – uma vez nas glândulas salivares, o parasita pode ser transmitido para outros animais e pessoas, por meio da picada da fêmea do mosquito.

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Esse conhecimento é valioso. O que ele muda?
 
A situação fica mais séria?
Ainda não dá para saber. A pesquisa de Constância ainda não conseguiu determinar se o Culex transmite zika quando solto na natureza. Por ora, sabe-se apenas que o vírus sobrevive no organismo do mosquito, o que torna o inseto um vetor em potencial.  Se a possibilidade de transmissão for confirmada, teremos mais um enorme motivo de preocupação. A população de Culex é muito maior que a de Aedes aegypti. Estima-se que, em zonas urbanas, haja 20 vezes mais Culex do que Aedes. O Culex também é menos exigente: o Aedes aegypti prefere água limpa, com um pouco de material orgânico para se reproduzir. O Culex põe ovos em água suja, de esgoto, fácil de encontrar em grandes cidades.

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Por que os cientistas investigam o Culex?
Os cientistas já sabiam que o Culex transmite vírus semelhantes ao zika. O Culex é vetor para o vírus do Nilo ocidental – um parasita que, em alguns casos, provoca inflamações no sistema nervoso central. O Culex é comum em regiões tropicais do globo – naquelas mesmas em que o vírus zika já era conhecido, antes de chegar ao Brasil. Mesmo assim, segundo Constância, a possibilidade de o Culex servir de vetor para o zika foi ignorada pelos cientistas ao longo da história. Em 2011, uma pesquisa conduzida por um grupo de cientistas do Senagal e da Guiana Francesa isolou material genético do zika a partir de amostras de mosquitos de diferentes espécies. Entre esses mosquitos, havia espécimes de Culex perfuscus, um tipo de mosquito que ocorre em florestas africanas. A pesquisa do grupo não bastava para afirmar, sem dúvida, que o Culex tem capacidade de transmitir zika. “A simples detecção de um vírus numa amostra de mosquito não o torna um vetor” escreveu Constância. “É importante provar em laboratório que o organismo é capaz de adquirir o patógeno, mantê-lo e transmiti-lo a outros hospedeiros”. Em condições de laboratório, Constância mostrou que o Culex é capaz de adquirir e manter o vírus em seu interior. Ele tem “competência vetorial” – pode servir como um meio de transmissão do vírus.

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O que falta para afirmar que o Culex  é um vetor do zika?
A equipe da Fiocruz precisa encontrar mosquitos na natureza que apresentem o vírus em suas glândulas salivares. É possível que, na natureza, o processo não seja o mesmo que em laboratório. Constância agora coleta mosquitos Culex nas casas onde houve casos de pessoas contaminadas pelo zika. “Tendo realizada uma grande quantidade de amostras, poderemos ter uma ideia se o Aedes é o vetor exclusivo, se existem outros vetores e qual a importância de cada um no papel da transmissão”, afirmou a pesquisadora ao G1. Esse processo deve demorar entre seis e oito meses.
Infográfico Culex - Aedes (Foto: ÉPOCA)

Empresa de Lulinha se muda para prédio de bairro nobre de São Paulo


A Gamecorp está instalada no sétimo andar de um edifício erguido pela Odebrecht

MURILO RAMOS E DANIEL HAIDAR
05/03/2016 - 10h01 - Atualizado 05/03/2016 10h01
Lulinha reuniu a diretoria da Gamecorp para promover a mudança de endereço da empresa (Foto: Greg Salibian/Folhapress e Rogério Cassimiro/ÉPOCA)
No dia 26 de fevereiro, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, reuniu a diretoria da Gamecorp para promover a mudança de endereço da empresa, antes confinada a um prédio sem charme na capital paulista. A empresa, que acumula prejuízo milionário, está se mudando para um portentoso prédio no bairro da Vila Olímpia. Ocupará quatro salas do 7o andar do edifício construído pela... Odebrecht. “O aluguel do metro quadrado da região é o mais caro da cidade”, diz uma vendedora. A construtora pagou parte da reforma usada por Lula e família, incluindo Lulinha, no sítio Santa Bárbara, em Atibaia.

APP na linha de frente no ataque a Moro, PF e na defesa de Lula


 


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Os dirigentes da APP-Sindicato, Hermes Leão e Marlei Fernandes, estão na linha de frente nos ataques ao juiz Sérgio Moro, à Polícia Federal, ao Ministério Público Federal e à Operação Lava Jato. Hoje, como se vê nas fotos, Leão e Fernandes foram protestar em frente a Polícia Federal em Curitiba. “Infelizmente é só pra isso que eles servem: fazer baderna. Esses aí são os mesmos que comandaram a invasão à Assembleia Legislativa um ano atrás. Criem vergonha na cara. Vão trabalhar para honrar o dinheiro que vocês recebem dos cidadãos paranaenses”, disse Eder Borges, do Movimento Brasil Livre. A tamanha ira da APP-Sindicato é porque o ex-presidente Lula (PT) está sendo investigado por receber propina do esquema de corrupção da Petrobras.

O tríplex, o sítio e a fortuna


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A sociedade secreta de Lula com as empreiteiras envolvidas no escândalo de corrupção da Petrobras rendeu favores, mordomias e mais de 40 milhões de reais ao ex-presidente
por Veja
Durante anos, o ex-presidente Lula esforçou-se para manter viva a imagem do homem comum, do político honesto que exerceu o poder em sua plenitude e permaneceu impermeável às tentações. Para os incautos, ele morava até hoje no mesmo apartamento modesto em São Bernardo do Campo (SP) e conservava hábitos simples, como carregar na cabeça uma caixa de isopor cheia de cerveja. Longe dos holofotes, Lula se acostumou com a vida faustosa. Longe dos holofotes, o petista cultivava hábitos sofisticados. Longe dos holofotes, o petista se tornou milionário. E a origem do dinheiro que ele acumulou, em boa parte, está nas empreiteiras acusadas de participar do bilionário esquema de desvio de dinheiro da Petrobras, criado em seu governo. O mito começou a desabar quando as investigações da Lava-Jato revelaram os primeiros sinais de que o ex-presidente, seus filhos, parentes, amigos e aliados estavam todos esparramados de alguma forma na gigantesca bacia da corrupção.
Para além do apartamento de São Bernardo, o Lula mais próximo da realidade havia comprado um apartamento tríplex de frente para o mar do Guarujá, no litoral paulista, e um sítio nas montanhas de Atibaia, no interior do estado. As duas propriedades, porém, nunca estiveram em nome dele. Ambas foram reformadas e equipadas por empreiteiras do petrolão. O sítio, para o qual Lula enviou parte de sua mudança logo após deixar o Planalto, está até hoje em nome de dois sócios de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, o filho mais velho do ex-presidente. E o tríplex nunca saiu do nome da OAS, uma das maiores companhias acusadas de distribuir propinas a partidos e políticos em troca de contratos na Petrobras. Em 2015, reportagens de VEJA abriram caminho para o que resultaria na mais constrangedora cena da vida de um político.
Até a semana passada, o ex-presidente continuava negando peremptoriamente ser o dono do sítio e do tríplex. Os policiais e procuradores, porém, não têm dúvidas de que saiu dos cofres das empreiteiras do petrolão o dinheiro usado para comprar o sítio em 2010, meses antes de Lula deixar o Planalto. Um presente que, suspeitam os investigadores, Lula teria recebido quando ainda era presidente, o que configuraria crime de corrupção e improbidade administrativa. As empreiteiras também cuidaram dos detalhes para que a propriedade ficasse ao gosto de Lula e de sua família. Bancaram as obras no sítio, como a construção de uma nova sede com quatro confortáveis suítes e de um tanque para pescaria. Pagaram até a mobília. Os móveis da cozinha foram encomendados pela OAS em uma loja de luxo.
A história do tríplex enreda Lula ainda mais nas tramoias das empreiteiras do petrolão. Como VEJA revelou, foi o ex-presidente quem convenceu a OAS a assumir as obras deixadas para trás pela Bancoop, cooperativa que foi à bancarrota após desviar o dinheiro de milhares de associados para os cofres do PT. Pedido de Lula, sabe-se agora, era ordem, e a OAS topou. Um dos projetos assumidos pela empreiteira foi justamente o do Edifício Solaris, no Guarujá, onde o ex-presidente teria uma unidade. A OAS não só evitou o prejuízo a Lula, tirando o projeto do prédio do papel, como aproveitou a oportunidade para afagar o petista. Reservou para ele um tríplex, na cobertura do edifício – e cuidou para que, a exemplo do sítio, o apartamento ficasse ao gosto da família. A empreiteira investiu quase 800 000 reais apenas numa reforma, que deixou o imóvel com um elevador privativo e equipamentos de lazer de primeiríssima qualidade. Sem constrangimento, Lula e a ex-primeira-dama Marisa visitaram as obras na companhia de Léo Pinheiro, o ex-­presidente da OAS. Tudo estava ajustado para que a família logo começasse a desfrutar o apartamento. Mas veio a Lava-Jato e os planos mudaram. Lula, então, passou a dizer que tinha apenas uma opção de compra do apartamento – e que desistira do negócio. O argumento não convenceu a polícia.
Paralelamente, a Lava-Jato também mapeou as transações financeiras do ex-­presidente. No ano passado, VEJA revelou que a LILS, empresa de palestras aberta por Lula logo após deixar o Planalto, recebera 10 milhões de reais só das empreiteiras do petrolão. Agora, as transações foram anexadas à investigação como indício de que os pagamentos, na verdade, serviram para maquiar vantagens indevidas que o presidente recebeu por “serviços” prestados às empreiteiras. Executivos da OAS ouvidos pela Lava-Jato, por exemplo, disseram à polícia que não se recordavam de palestras do ex-presidente na empreiteira – no papel, a OAS pagou 1,2 milhão de reais à LILS. A empresa de palestras não era a única fonte dos repasses milionários a Lula, que teve seus sigilos fiscal e bancário quebrados pelo juiz Sergio Moro. O Instituto Lula, entidade sem fins lucrativos criada pelo petista com o propósito altruísta de acabar com a fome na África e desenvolver a América Latina, também era destinatário de repasses milionários das companhias que fraudaram a Petrobras. Dos 34,9 milhões de reais recebidos pelo instituto entre 2011 e 2014 a título de doações, 20,7 milhões foram repassados pela Camargo Corrêa, Odebrecht, Queiroz Galvão, OAS e Andrade Gutierrez, todas investigadas. A farra acabou. Disse o Ministério Público Federal no pedido que resultou na condução coercitiva do ex-­presidente: “Há elementos de prova de que Lula tinha ciência do esquema criminoso engendrado em desfavor da Petrobras, e também de que recebeu, direta e indiretamente, vantagens indevidas decorrentes dessa estrutura delituosa”.

Gleisi ataca Moro


Investigada na Operação Lava Jato e ré em inquérito por corrupção passiva qualificada no STF (Supremo Tribunal Federal), a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) atacou o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas sentenças, ordens judiciais e prisões da maioria dos petistas, marqueteiros e empreiteiros que foram encarcerados no Paraná.”Juiz Moro não faça isso, faça as coisas corretas”, ordena Gleisi em vídeo gravado pelo PT e postado no facebook neste sábado, 5.
“Somos contra os excessos cometidos e também somos contra quando a investigação é dirigida. Por que só Lula? Por que essa coerção para que ele fosse depor? Por que não outros que também estão sendo denunciados? Isso, nós não podemos permitir”, sentencia Gleisi que articula no Paraná uma grande mobilização para que o petismo classifica de “golpe contra a democracia”.
Nesta sexta-feira, 4, questionada pela Folha de Londrina se as mobilizações não podem desencadear novos conflitos, Gleisi voltou a atacar o juiz Sérgio Moro. “Quem tem que temer conflitos é quem causou tudo isso, a pessoa que coordenou isso é que tem se preocupar muito com a instabilidade política que pode causar a este País”, disse em referência a Moro.
Os ataques de Gleisi vão além da defesa do ex-presidente Lula, a petista se movimenta em causa própria já que está sendo investigada por corrupção e caixa 2 em pelo menos cinco frentes pela Polícia Federal e Ministério Público Federal, acossada ainda pelas delações premiadas e as que estão por vir. É o caso do inquérito em responde por corrupção passiva qualificada no STF, no qual é acusada de receber R$ 1 milhão em propina, dinheiro desviado da Petrobras e não declarado na contabilidade de sua campanha em 2010. Apesar dos desmentidos, o repasse do dinheiro foi sustentado nas delações do doleiro Alberto Yousseff e do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. Delações aprovadas pelo STF.
O inquérito do STF é um dos casos de suspeição das movimentações financeiras nas campanhas de Gleisi. A petista é investigada em mais quatro frentes pela Polícia Federal em decorrência das revelações apuradas pela Lava-Jato e em uma delas por desvio de R$ 7,2 milhões do Ministério do Planejamento, através do escritório do advogado Guilherme Gonçalves. O ex-vereador Alexandre Romano, o “Chambinho”, que entregou o esquema, já está com a delação pronta e revelará detalhes do desvio do dinheiro.
Em outra frente, o Ministério Público Federal aponta que R$ 113 milhões podem ter sido desviados da Repar, dos quais R$ 5 milhões podem ter abastecidos as campanhas da senadora. Na prestação de contas da petista no TSE se constata que em quatro campanhas (2206, 2008, 2010 e 2014), Gleisi recebeu R$ 5 milhões através de doações suspeitas de sete empresas com serviços prestados na Refinaria Getúlio Vargas em Araucária e investigadas pela Operação Lava Jato.
O grosso dos repasses das empreiteiras se concentrou nas campanhas de 2008 (Gleisi disputou a prefeitura de Curitiba e perdeu) e de 2010 (ao Senado). Em 2008, Gleisi recebeu R$ 1,1 milhão da Camargo Correa (R$ 500 mil), OAS (R$ 250 mil), UTC (R$ 250 mil) e Mendes Junior (R$100 mil). Em 2010, Gleisi recebeu mais 2,8 milhões da Camargo Correa (R$ 1 milhão), OAS (R$ 780 mil), UTC (R$ 250 mil), Coesa (R$ 220 mil), Fujiwara (R$ 300 mil) e IBQ Indústrias Químicas (R$ 250 mil).
Nota-se que 2008 e 2010 foram os anos de pico nas obras de ampliação da Repar, suspeitas por superfaturamento e investigadas pelo TCU. As suspeitam apontam desvios de R$ 85,9 milhões desviados das obras e metade desse total, R$ 43 milhões, foram para engordar os cofres do PT. Na campanha de 2006 (a primeira tentativa ao Senado), Gleisi recebeu R$ 220 mil de duas empreiteiras: OAS (R$ 100 mil) e UTC (R$ 100 mil). A UTC repassou mais R$ 900 mil para a campanha de Gleisi em 2014 (derrotada ao governo do paraná).
Até o momento, quatro contratos referentes ao pacote de obras de ampliação e modernização da Repar, lançado em 2006, já se tornaram alvos da Lava Jato com base nas mais de 30 denúncias oferecidas pelo Ministério Público Federal à Justiça Federal. Para o MPF, houve pagamento de propina nos contratos da refinaria firmados com o Consórcio Skanska/Engevix, Consórcio Conpar (Norberto Odebrecht, OAS e UTC), Consórcio CCPR (Camargo Corrêa e Promon) e Consórcio Interpar (Mendes Júnior, Setal e MPE). No total, em relação aos quatro contratos, o MPF já apontou cerca de R$ 113 milhões de propina até agora.

Moro é o brasileiro com maior aprovação, diz pesquisa


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Não adianta tentar deminizar o juiz Sergio Moro. É perda de tempo criar dossiês falsos para enxovalhar sua imagem. Ele é o brasileiro que tem hoje o maior índuce de popularidade e prestígio no país. Paraná Pesquisa consultou cidadãos de 24 estados, entre 28 de fevereiro e 2 de março, antes da Operação que levou Lula para depor, e constatou que 74% dos brasileiros sabem que é Sergio Moro. Perguntou também se votariam em Moro para presidente da República. O resultado é o que segue.
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Cansei desta farsa


Por Fábio Campana
“Não há no mundo alguém mais honesto do que eu”, repete Lula, um artista da política que foi capaz de enganar a maioria dos brasileiros por muito tempo. Devemos reconhecer, é ator populista de raro talento. Seu desempenho no papel de vítima agora sensibiliza corações e mentes até de pessoas que considero inteligentes e preparadas.
Lula é esperto. Malandro. Quer manter vivo o personagem que criou para mistificar milhões de brasileiros. Adora vender a imagem do homem comum, do político honesto que exerceu o poder em sua plenitude e permaneceu impermeável às tentações. Que é atacado porque defendeu os interesses dos miseráveis. Palhaço. É capaz de se expor nas ruas de São Bernardo como homem de hábitos simples, barriga de fora, a carregar na cabeça uma caixa de isopor cheia de cerveja.
Farsa, pura farsa. Lula não escapou dos vícios que o poder oferece aos governantes à sombra do estado patrimonialista. Acostumou-se com a vida faustosa. O petista se tornou milionário. E a origem do dinheiro que ele acumulou, em boa parte, está nas empreiteiras acusadas de participar do bilionário esquema de desvio de dinheiro da Petrobras, criado em seu governo. O mito começou a desabar. As investigações da Lava-Jato revelaram o ex-presidente, seus filhos, parentes, amigos e aliados a chafurdar em gigantesco pantano mal cheiroso da corrupção.
O mesmo faz Dilma Russeff, boa aprendiz de Lula. “Nunca fui acusada de desonesta, não tenho conta no exterior, não usufrui de bem ou dinheiro públicos para enriquecer”, repete a disléxica Dilma. Assim procura escapar de um julgamento político, enquanto o verdadeiro ocorre no Tribunal de um juiz de primeira instância, Sergio Moro, que se pôs à frente das investigações sobre o maior caso de corrupção continuada do planeta.
Premida pelos clamores de saneamento moral, Dilma sacou uma bandeja de prata para oferecer em sacrifício a cabeça de alguns de seus sócios no condomínio que dirige. Atribui a eles toda a corrupção revelada pela Operação Lava Jato. Procura atingir seu principal desafeto político, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, do PMDB, que tem muita culpa em cartório, comprovadas pelas contas secretas em bancos da Suíça e outros paraísos fiscais. Os dois se merecem e enquanto havia a certeza de que um poderia favorecer o outro para escapar da polícia, se entenderam perfeitamente.
Quem não os merece somos nós, os brasileiros espectadores dessa farsa do combate à corrupção onde ninguém aceita o papel de vilão. Ora, a Petrobras foi espoliada, vilipendiada, estuprada pelos governos Lula/Dilma e arma-se essa farsa das vestais de Brasília.
Agora que o cerco apertou, Lula lança mão de outra estratégia. Aposta nas ruas, na escaramuça nas ruas, na radicalização que pode colocar em risco as nossas pobres instituições democráticas. Será seu maior crime. O triste é ver gente a apoiá-lo porque acredita em suas balelas, em seu discurso cuidadosamente imperfeito a tropeçar na gramática e a estuprar a última flor do Lácio.
Tudo bem, o Brasil sempre se amparou em grandes equívocos. Há porções da esquerda nativa que ainda veneram a memória de Getúlio Vargas, um ditador tropical que torturou, matou, censurou e imitou Mussolini. Enfim, somos vítimas de nossa própria ignorância enquanto povo, Nação, de 200 milhões de habitantes em que a maioria não lê, mal sabe as quatro operações e acredita em vendedor de felicidade imediata numa pentecostal qualquer.

Homem estranha ser chamado no portão de casa e quando sai é morto a tiros


Por Daniela Sevieri e Elizangela Jubanski

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Homem tinha passagem pela polícia por roubo a banco. Foto: DS/Banda B

Um homem de 30 anos foi morto a tiros na madrugada deste sábado (5) em frente à casa dele, no bairro Santo Inácio, em Curitiba. Luiz Carlos Afânio estava em casa com a esposa e os dois filhos pequenos quando o chamaram pelo nome, no portão de casa. Uma dupla de atiradores o aguardava no portão. Segundo a Polícia Militar (PM), Afânio tinha passagens por roubo a banco.
O crime aconteceu na Rua Ricardo Linardelli Neto, quase na esquina com José Inocêncio de Miranda. Vizinhos disseram à polícia que os dois homens pararam em frente à casa dele por volta das 22 horas e conversaram alguns minutos antes de chamá-lo. Assim que a vítima apareceu para ver quem era, o primeiro disparo aconteceu. Afânio tentou correr para dentro de casa, mas caiu ao ser atingido pelo segundo tiro.
O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) foi acionado, mas o homem não resistiu aos ferimentos. Segundo a PM, ele já possuía passagens pela polícia por roubo a banco. Ele foi ferido na cabeça e no tórax. Testemunhas disseram que os atiradores fugiram em um carro prata. O caso será investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Proteção à Pessoa (DHPP).

Motoristas e cobradores são ameaçados por ‘fura-catracas’ e Guarda Municipal leva 12 pra delegacia


Por Elizangela Jubanski e Flávia Barros


A Guarda Municipal de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, realizou na manhã deste sábado (5) a Operação Pula-Catraca na linha de ônibus Rio Pequeno, que faz trajeto dentro do município. Ao todo, 12 foram encaminhados a Delegacia de São José.
Segundo o gerente de tráfego da empresa de ônibus, Roberto Ozório, motoristas e cobradores que atuam na linha vinham sofrendo ameaças de passageiros que pulavam as catracas. “Eles reclamavam para a empresa que não queriam mais fazer essa linha nesse horário porque o pessoal vem dos bailões e afrontam eles, ameaçam. Eles estavam com medo, porque disseram que eles seriam pegos depois se não deixassem eles passarem”, descreveu.
Abalados psicologicamente, profissionais começaram a pedir transferência para outras linhas, para evitar confronto com os ‘pula-catracas’. A empresa acionou a GM do município, que programou a Operação no início da manhã deste sábado. Durante a abordagem, quatro adultos foram detidos e oito adolescente aprendidos. Eles estavam dentro do coletivo e não tinham efetuado o pagamento da passagem. A Polícia Civil investiga se eles são suspeitos de terem ameaçado os motoristas e cobradores da linha.

Mega-Sena pode pagar R$ 24 milhões neste sábado


Redação

O sorteio do concurso 1.796 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 24 milhões para quem acertar as seis dezenas neste sábado (5). O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) em Caxias do Sul (RS).
De acordo com a Caixa Econômica Federal(CEF), se um apostador levar o prêmio sozinho e aplicá-lo integralmente na poupança, receberá cerca de R$ 151,5 mil por mês em rendimentos. Caso prefira, poderá adquirir 20 imóveis no valor de R$ 1,2 milhão cada, ou comprar 36 carros esportivos de luxo.
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Silvio Santos é tietado por Sandy e Angélica nos EUA


Silvio Santos consegue levar uma vida quase anônima quando passa férias em sua casa em Orlando, nos Estados Unidos - salvo quando alguma celebridade brasileira o encontra por lá e resolve tietá-lo. Foi o que aconteceu nesta semana, quando a apresentadora Angélica e a cantora Sandy e seu marido, o músico Lucas Lima, esbarraram com o dono do SBT no Magic Kingdom, um dos parques da Disney, e tiraram fotos com ele.

As imagens foram postadas no Instagram. Na legenda de sua foto, curtida por mais de 80.000 pessoas, Angélica escreveu: "Olha quem encontramos por aqui... nosso Silvio Santos". Sandy teve uma reação parecida. "E olha quem encontramos no Magic Kingdom! Ma oêee!", escreveu, lembrando o famoso bordão do apresentador, na legenda da imagem, curtida por mais de 50.000 pessoas.
Nas fotos, Silvio aparece com barba e uma camisa estampada, bem colorida, que ele já mostrou ser uma espécie de uniforme oficial de férias.
(Da redação)