Supremo julga mandado de segurança do AGU



Encerrado o debate sobre a ordem da votação do impeachment, o plenário do Supremo julga o mandado de segurança de José Eduardo Cardozo, que tentou abrir uma brecha para sustentação oral.
Nem Luís Barroso teve coragem de abrir exceção.

Empate no STF favorece Cunha



A votação sobre os dois mandados de segurança que tratam da ordem de votação do impeachment está empatada. Na ausência do ministro Dias Toffoli, não há desempate.
Nesse caso, o regimento do Supremo determina que se preserve o ato questionado - no caso, a decisão de Eduardo Cunha.

Habilitação de motorista boliviano foi emitida em janeiro



Um dos motoristas dos três ônibus de bolivianos abordados pela PM goiana chama-se Jorge Choque Ventura. Sua habilitação foi emitida há menos de três meses, em 26 de janeiro de 2016.

ESTAMOS SENDO INVADIDOS



A PM de Goiás abordou mais cedo três ônibus cheios de bolivianos que vieram ao Brasil protestar - e sabe-se lá o que mais - contra o impeachment de Dilma Rousseff.
Na gravação abaixo, o policial diz que um dos motoristas contou que outros manifestantes virão da Venezuela, do Peru, da Argentina e do Paraguai. Estamo sendo invadidos.


Mortadela importada

Exame mostra multiplicação de tumores mesmo após uso da fosfoetanolamina


Médicos se preocupam com as consequências da lei, sancionada pela presidente Dilma, que libera a pílula do câncer sem estudos

MARCELA BUSCATO
14/04/2016 - 13h16 - Atualizado 14/04/2016 14h08
A presidente Dilma Rousseff sancionou hoje a lei que autoriza a produção e distribuição de fosfoetanolamina sintética para pacientes com câncer. A substância, mais conhecida como "pílula do câncer", nunca passou por estudos em seres humanos e não tem sua eficácia comprovada. "É uma catástrofe completa", afirma o oncologista Rafael Kaliks, médico do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. "Quem vai produzir a substância e assumir a responsabilidade pelos pacientes que optarem por usá-la?", diz Kaliks.
Exame de paciente antes e depois de usar a fosfoetanolamina. Os tumores no fígado, à esquerda, espalharam-se por todo o corpo (Foto: Reprodução)
A preocupação de médicos como Kaliks é resultado da falta de dados básicos sobre a ação da substância. "A questão agora é como os médicos devem agir", diz Kaliks. "Como médico, não posso impedir o paciente de usar a fosfoetanolamina, mas é importante dizer que não recomendo e que não posso estipular dose ou prescrever." Um paciente de Kaliks, um homem de 60 anos do interior de São Paulo, quis usar por conta própria a fosfoetanalomina sintética após esgotar as opções de tratamento para um câncer de pâncreas. Quando começou a tomar a substância, ele tinha alguns tumores no fígado. Após dois meses do uso da fosfo, espalharam-se pelo corpo inteiro. Ele morreu duas semanas após fazer o exame. A imagem acima mostra os tumores antes (à esquerda) e depois (à direita). São as manchas escuras, a não ser pelo cérebro, intestinos, rins e bexiga, órgãos que aparecem naturalmente em contraste nesse tipo de exame, chamado de Pet Scan. "No mínimo, a fosfoetanolamina não fez nada para barrar a progressão da doença", afirma Kaliks. "Não descarto a hipótese de ter estimulado o tumor. Não é comum ver uma progressão tão rápida quanto essa."
A lei sancionada por Dilma para autorizar a produção e distribuição da fosfo para pacientes que tenham câncer atestado por um médico é resultado de uma grande pressão popular. Grupos de pacientes exigiam a  liberação da substância, que era produzida em um pequeno laboratório da Universidade de São Paulo (USP), sem autorização formal da universidade e sem os estudos exigidos nacional e internacionalmente para a aprovação de medicamentos. A campanha foi chamada de "marcha da insensatez" pelo médico sanitarista Jarbas Barbosa, diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa. Ela fere as etapas de estudos consagradas mundialmente como padrão para garantir a segurança e a eficácia de medicamentos e, portanto, a segurança dos pacientes.
O projeto de lei fora aprovado no Congresso em 22 de março. "A decisão foi bastante populista", disse a ÉPOCA, na ocasião, o oncologista Paulo Hoff, diretor-geral do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo. A instituição fará estudos em pacientes, a pedido do governo do Estado de São Paulo, para avaliar a eficácia e os possíveis efeitos colaterais da substância. "Não há embasamento científico para fazer a aprovação do produto neste momento", disse Hoff. Os primeiros estudos, feitos em laboratório, coordenados por um grupo interministerial convocado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia & Inovação no fim do ano passado, sugerem não existir ação anticâncer em células tumorais cultivadas em laboratório. As análises mostram que, dentro das cápsulas, não havia apenas fosfoetanolamina sintética, como descrito no rótulo das embalagens, mas um composto que contém várias substâncias. É um indício da falta de um padrão de qualidade na produção das cápsulas.
A fosfoetanolamina sintética começou a ser distribuída há alguns anos pelo químico Gilberto Orivaldo Chierice, de 72 anos, hoje professor aposentado do Instituto de Química da USP em São Carlos. Como por anos era sugerido aos pacientes que a fosfoetanolamina faria mais efeito sem a quimioterapia, pessoas com câncer, muitas vezes tratáveis, cogitam interromper tratamentos comprovados pela ciência para usar a substância, como mostrou reportagem de ÉPOCA. Especialistas em bioética ouvidos por ÉPOCA afirma que, ao estimular a população a usar substâncias não comprovadas cientificamente, o governo deve assumir a responsabilidade pelos desdobramentos, como a possível piora do quadro de saúde. Na prática, quem correrá os riscos são as pessoas que decidirem usar a fosfoetanolamina. "Os pacientes têm de estar conscientes de que estão assumindo a responsabilidade por qualquer consequência do uso dessa substância", afirma Kaliks, do Einstein.
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Ken humano' brasileiro contrai bactéria comedora de carne após cirurgia: 'Um buraco horrível

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Rodrigo antes e depois da infecção
Rodrigo antes e depois da infecção Foto: Reprodução / Instagram
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Rodrigo Alves, o "Ken humano" brasileiro que vive na Europa, está internado após ter contraído uma bactéria devoradora de carne, segundo o Mirror. O brasileiro, que trabalha como comissário de bordo e promoter, se submeteu a mais uma cirurgia plástica no nariz há três meses e revelou através das redes sociais que a cartilagem usada no procedimento foi rejeitada.
"É terrível e eu estou tentando voltar para Londres o mais rápido possível para obter ajuda", declarou Alves, que está em um hospital na Espanha, de onde publicou no Instagram uma foto com o rosto cheio de bandagens após passar por uma reconstrução.
Alves postou foto após reconstrução
Alves postou foto após reconstrução Foto: Reprodução / Instagram
Alves, de 32 anos, deu detalhes sobre seu grave estado de saúde. Ele diz que a reconstrução foi necessária porque a bactéria deixou feridas abertas.
"Um buraco horrível apareceu no meu nariz, que foi comido pela infecção. Se ela não parasse, poderia ter devorado toda a face. Estou muito preocupado", admitiu.
Nesta quinta-feira, Rodrigo atualizou a postagem com uma mensagem de agradecimento pela preocupação dos seguidores na rede social.
Brasileiro agradece o apoio
Brasileiro agradece o apoio Foto: Reprodução / Instagram
"Obrigado a todos que me mandaram inbox hoje. Eu só quero dizer que estou muito bem e está tudo sob controle agora .... Não se preocupem e a vida continua", escreveu.
Recentemente, Rodrigo concedeu uma entrevista para o jornal The Sun revelando já ter gasto mais de R$ 1,6 mihão em cirurgias plásticas. Na ocasião, ele ainda se recuperava da cirurgia no nariz e exibia orgulhoso o resultado.
O ‘Ken Humano’ em diferentes fases
O ‘Ken Humano’ em diferentes fases Foto: Instagram / Reprodução
Para bancar o estilo de vida e, principalmente, os procedimentos estéticos, Rodrigo trabalha como comissário de bordo, consultor de imagem e até promotor de eventos. No Instagram, ele se descreve da seguinte forma: ‘Eu vivo entre Inglaterra e Espanha. Vou a festas em Las Vegas, compro em Dubai e tenho amigos em Los Angeles”.
Rodrigo Alvez vive uma vida de luxo


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/mundo/ken-humano-brasileiro-contrai-bacteria-comedora-de-carne-apos-cirurgia-um-buraco-horrivel-19087387.html#ixzz45r2v2Rsy

Moro sequestra casa onde vive mãe de Dirceu


Na prática, o imóvel fica à disposição da Justiça, mas dona Olga Guedes da Silva, de 94 anos, pode continuar vivendo nela como depositária da casa
14/04/2016 - 18H33 - ATUALIZADA ÀS 18H59 - POR ESTADÃO CONTEÚDO
O juiz federal Sérgio Moro participa de apresentação de um conjunto de medidas contra a impunidade e pela efetividade da Justiça, na sede Associação dos Juízes Federais do Brasil (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
O juiz federal Sérgio Moro decretou o sequestro da casa em Passa Quatro, no interior de Minas Gerais, onde vive a mãe do ex-ministro da Casa Civil durante o governo Lula, José Dirceu, condenado por corrupção no mensalão e preso na Pixuleco, 17ª fase da Lava Jato, no ano passado acusado de receber propinas no esquema Petrobras.
Leia mais
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Na prática, o imóvel fica à disposição da Justiça, mas dona Olga Guedes da Silva, de 94 anos, pode continuar vivendo nela como depositária da casa. A decisão é do dia 6 de abril e se tornou pública nesta quinta-feira, 14. O sequestro de bens é uma medida judicial utilizada para que a Justiça possa reaver o dinheiro desviado em caso de uma condenação judicial.
A ordem do juiz acata o pedido da força-tarefa da Lava Jato, que apontou que o imóvel está em nome da TGS Consultoria, empresa que teve seus bens sequestrados por determinação de Moro em setembro do ano passado. Na ocasião, contudo, a decisão do juiz incluía no sequestro os bens do ex-ministro em Vinhedo e na capital paulista, e também determinava o sequestro de "outros bens" imóveis em nome de Dirceu e da TGS Consultoria, sem especificar quais.
Logo, a Lava Jato descobriu que, dentre os imóveis em nome da TGS, está a residência de dona Olga, que acabou sendo alcançada pela decisão de Moro do ano passado, se tornando automaticamente indisponibilizada judicialmente. Diante disso, o Ministério Público Federal entendeu que era necessário a expedição do registro de sequestro do imóvel, o que acabou sendo deferido por Moro em 6 de abril.
A suspeita da Lava Jato é de que a TGS era utilizada pelo ex-ministro para ocultar a propriedade de seus bens. O dono da TGS é o ex-sócio de Dirceu na JD Assessoria, Júlio Cesar Santos, que admitiu no ano passado à Polícia Federal ter adquirido a residência em Passa Quatro em 2004, por R$ 250 mil. O próprio Dirceu, em depoimento ao juiz Sérgio Moro, afirmou que adquiriu o imóvel da TGS por R$ 260 mil via JD Assessoria "entre 2006 e 2007?.
Além disso, em março deste ano, a defesa de Dirceu recorreu ao juiz Sérgio Moro para suspender o sequestro dos bens determinado no ano passando, alegando que havia provas "de que referidos bens possuem origem lícita e vinculada à atividade profissional lícita por ele exercida", e que o MPF teria exagerado no cálculo da propina recebida pelo ex-ministro, estimada pela força-tarefa em R$ 60 milhões.
Na decisão tornada pública nesta quinta, Moro afirmou que vai analisar os argumentos da defesa do ex-ministro na sentença da ação penal contra Dirceu e outros 16 réus acusados de corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro pelo envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras.
A reportagem ligou várias vezes para o celular do advogado Roberto Podval, que defende Dirceu, mas ele não atendeu.

PMDB: ação de Cardozo é reconhecimento de derrota na Câmara


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Severino Motta, Veja
Deputados do PMDB disseram hoje que a ação que José Eduardo Cardozo enviou ao STF, para tentar derrubar o processo de impeachment que corre na Câmara, é o reconhecimento do governo de que irá perder a votação de domingo.
Segundo os deputados, se quisesse fazer um novo pacto nacional, e tudo o mais que Dilma diz que não fez, mas agora faria se superasse o impeachment, a única maneira seria vencer no plenário do Congresso, e não no Judiciário.

Comerciante é assaltado, vai atrás de ladrão e o detém a alguns quilômetros do crime


Por Luiz Henrique de Oliveira


Um assalto a uma lavanderia na Av. República Argentina, no bairro Água Verde, em Curitiba, terminou na Av. Presidente Keneddy, no limite com o bairro Guaíra, no início da tarde desta quinta-feira (14). O comerciante vítima do ladrão o perseguiu e abordou. Como o suspeito estava com uma arma de brinquedo, foi detido por ele e outras pessoas que presenciaram a abordagem.
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Suspeito foi detido por vítima de assalto (Foto: Colaboração)
Uma testemunha da detenção falou à Banda B como aconteceu a abordagem. “O rapaz assaltou com uma arma de brinquedo, estava de bicicleta e foi detido pelo comerciante, que pegou um carro e foi atrás do ladrão”, contou.
Ainda segundo a testemunha, que trabalha na região, havia vários celulares na bolsa do suspeito. “É importante que as pessoas saibam, porque possivelmente ele fez várias vítimas na região”, destacou.
O suspeito foi levado ao 8° Distrito Policial, onde fica à disposição da Justiça. Como até o fim da reportagem não houve o flagrante dele, a Banda B não pôde divulgar a imagem do rosto do ladrão.

Em Curitiba, Tico Santa Cruz diz estar descontente com Governo, mas que impeachment é manobra política


Por Elizangela Jubanski e Daniela Sevieri



Em uma semana decisiva para o futuro político do Brasil, o músico Tico Santa Cruz, vocalista da banda Detonautas Roque Clube, disse, em debate na sede da APP-Sindicato, no Centro de Curitiba, que estar descontente com o Governo não é motivo para apoiar um impeachment presidencial. “A democracia tem regras e não dá para abrir um precedente como esse. Se há crime de responsabilidade envolvendo presidente, tem que ser punido e afastado, mas juristas pós e contras já se manifestaram dizendo que esse processo é político e não jurídico. Não é uma peça que deve ser trocada, é toda uma reforma política”, defendeu.
A convite da Frente Brasil Popular, o músico – bastante conhecido pelas discussões políticas nas redes sociais – conversou com a imprensa e, logo depois, iniciou o debate aberto ao público, na noite desta quinta-feira (14).
Cartazes, outdoors e a chamada ‘República de Curitiba’ foram um dos temas abordados pelo cantor. “Eu acho que a gente vive em uma democracia e as pessoas têm o direto, desde que não desrespeitem a honra de uma outra pessoa. Estar insatisfeito com o governo da Dilma é uma condição que todos nós temos. Não tem uma pessoa dentro dessa sala que esteja satisfeito, nem as pessoas que estão lutando para evitar o impeachment”, disse à Banda B, durante a coletiva.
Para ele, o processo de impeachment é uma manobra que está sendo alçada pelo presidente da Câmara os Deputados, Eduardo Cunha. “Ele está respondendo processo, é réu da Lava-Jato e, junto com seus pares, que também estão sendo processados. A Lava Jato é importante demais para poder coloca-lá em jogo num eventual impeachment que possa barrar o interesse de investigar essas pessoas que querem chegar ao poder. A presidente Dilma e a Lava-Jato não têm relação, não dá para associar, ela não tem nenhum crime que está sendo investigado pela Lava-Jato e, se as pessoas fazem isso, é por puro desconhecimento, que é diferente de estar descontente com o Governo”, explica.
Opinião
O artista acredita que discussões sobre política e questões sociais que envolvem o cenário brasileiro precisam ser levantadas por pessoas com visibilidade midiática. “A minha ideia, como eu sou um artista, não sou um político ou não estou ligado a nenhum partido político ou movimento, é tentar quebrar a bolha que a gente tem dentro dos movimentos e atingir mais pessoas dentro desses debates que são colocados para a população. Só o que a gente vê pela internet é superficial, mais parece torcidas de futebol, um guerreando contra os outros e não é bem assim”.
Sobre o desinteresse de uma parcela da população em relação à política, Tico Santa Cruz opina sobre o perigo de ser manipulado, quando não se tem informações sobre assuntos decisivos. “De modo geral, as pessoas, não só com relação à política, mas com seus próprios direitos, veem de longe uma criminalização, pelo fato de acharmos que política é coisa de corrupto, bandidos e isso é uma forma de esvaziar esse interesse em discutir o assunto. O que acontece é que quem não se interessa abre espaço para a gente viver esse caos político que estamos vivendo”, finaliza.
Avião
Tico Santa Cruz também aproveitou para comentar sobre o episódio que aconteceu no avião, a caminho de Maringá, norte do Estado. “Por mais que tenha sido humilhante, que as pessoas entraram nas minhas páginas para dizer que eu estava tentando levar vantagem, é mais uma forma de debate dentro da internet e faz com que as pessoas descubram seus direitos e essa é a função do artista. Eu tenho uma visibilidade que me permite colocar algumas questões”, disse.
Sem sucesso na compra de um lugar com mais espaço no avião, adquiriu um comum, mas ao entrar na aeronave, sentou-se em outro assento, ao notar que eles iriam vazios durante a viagem. “Esperei que as pessoas embarcassem, todas as pessoas, até o último, para não pegar o assento de ninguém. Fui até o assento número um, que estava vazio, onde não havia ninguém.”
Segundo seu relato, ele foi questionado pela tripulação sobre a mudança e argumentou que, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, a cobrança a mais pelo assento é irregular. Em nota, a GOL afirma que as sete primeiras fileiras das aeronaves da companhia “são diferenciadas em relação aos demais assentos, pois oferecem espaço ainda maior entre as poltronas e reclinação do assento. Esses assentos estão identificados no mapa da aeronave com cores diferenciadas e podem ser adquiridos por um preço adicional nos canais de venda da companhia ou no momento do check-in”.
Perfil
Tico Santa Cruz é também um ativista social. Além de ser famoso por fundar a banda Detonautas Roque Clube em 1997, da qual é vocalista, também ficou conhecido por ser um dos poucos artistas a se manifestar sobre temas polêmicos da política brasileira.
Aos 37 anos, entre um show e outro, o músico reserva tempo para publicar opiniões em suas redes sociais, difundindo suas ideias por entre seus mais de 1,6 milhões de seguidores no Facebook e outros 249 mil do Twitter e 118 mil do Instagram, além de também promover esses debates fora do mundo virtual.

Jovem denuncia assédio sofrido dentro de biarticulado e suspeito é preso em terminal


Por Felipe Ribeiro

Um homem de 30 anos foi preso suspeito de abusar de uma jovem de 18 anos dentro de um ônibus da linha Pinhais/Rui Barbosa na tarde desta quinta-feira (14). De acordo com a Guarda Municipal (GM), a vítima pediu ajuda após descer no terminal Capão da Imbuia, e a equipe conseguiu realizar a prisão do suspeito em Pinhais, na região metropolitana.
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Suspeito foi detido no Terminal Pinhais (Foto: Divulgação Guarda Municipal)
Os atos ofensivos ao pudor teriam sido praticados dentro do biarticulado. A vítima ficou muito assustada e pediu ajuda através do telefone 156, da Prefeitura Municipal de Curitiba. A GM acompanhou o ônibus e abordou o suspeito no terminal de Pinhais, juntamente com a GM da cidade metropolitana.
De acordo com o inspetor Sicarlos, a vítima confirmou a identidade do suspeito e registrou um boletim de ocorrência. “Na Delegacia de Pinhais, a vítima contou que o suspeito ficou tentando olhar por baixo da roupa dela e com expressões bem ofensivas. Ele nega, mas assinou um termo circunstanciado”, explicou.
Para coibir casos de abuso dentro do transporte coletivo, a Prefeitura de Curitiba mantém o programa ‘Busão Sem Abuso’. Quem observar qualquer ação de tarados no transporte coletivo deve ligar para o número 153, para que prontamente a Guarda Municipal seja acionada. Vale lembrar que a denúncia não precisa ser feita pela pessoa, já que a ligação de testemunhas basta.

Miguel Reale Júnior fará sozinho defesa do impeachment


Ele não contará com Janaína Paschoal desta vez e terá 25 minutos para falar no Plenário

ALINE RIBEIRO
14/04/2016 - 16h49 - Atualizado 14/04/2016 17h53
O jurista Miguel Reale Júnior (Foto: Marcos Alves/ Agência O Globo)
O jurista Miguel Reale Júnior, um dos autores do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, fará sozinho a defesa da peça. Ele terá, nesta sexta-feira, vinte e cinco minutos para defender seu ponto de vista. Considera pouco. Enquanto isso,Janaína Paschoal permanecerá
em São Paulo desta vez. Diz que ficará fazendo "pensamento positivo".

Maioria do STF rejeita ação do PCdoB



Celso de Mello vota na linha dos outros cinco ministros, alegando a falta de fundamentação jurídica da ação do PCdoB.
"A mera invocação genérica de ofensa à Constituição não basta para o ajuizamento da ação. Não se pode deduzir uma pretensão de inconstitucionalidade, é preciso estabelecer razões jurídicas."
Ou seja, o Supremo gasta tempo precioso para apreciar uma ação capenga. É pura chicana.

Um pouco de coerência



Marco Aurélio disse que a ordem adotada por Eduardo Cunha desvirtua a neutralidade do julgamento. Gilmar Mendes o interrompeu para lembrá-lo de que não se deve esperar do Congresso imparcialidade ou neutralidade, apenas o "devido processo legal".
"Só para que tenhamos um mínimo de coerência."

Gerente de banco, formada em Curitiba, é assassinada em frente ao neto em Joinville


Da Redação

A gerente de banco Valdeliz Alberti Baumel, de 52 anos, formada em Curitiba pela Uniandrade, foi assassinada a tiros na frente do neto, na manhã desta quinta-feira (14). Segundo a Polícia Militar (PM) de Joinville, Valdeliz estava com a criança de seis anosna hora do crime. O principal suspeito é o pai da criança e ex-genro da vítima, contra quem ela já tinha feito Boletim de Ocorrência (BO).
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Gerente trabalhou durante anos em Araucária (Foto: Reprodução Facebook)
Valdeliz trabalhou durante anos em Araucária, na região metropolitana de Curitiba, e era gerente do banco Itaú. O crime não apresenta características de latrocínio (roubo seguido de morte), pois nenhum pertence foi levado da vítima. A mulher estava em frente da residência para levar o neto à escola. O garoto não ficou ferido.
Policiais civis de Joinville investigam o caso. Moradores em Araucária, que trabalharam com a vítima, postam mensagens de luto na rede social Facebook.