Homem mata ex-mulher e sogra após deixar cadeia por agressão, diz polícia


Mãe e filha, de 53 e 22 anos, foram mortas em São Pedro do Ivaí.
Corpos foram encontrados em chamas, dentro da casa delas, por vizinhos.

Do G1 PR
Casa ficou parcialmente queimada (Foto: Honorio Silva/RPC)Suspeito havia acabado de deixar a delegacia quando foi à casa, diz polícia (Foto: Honorio Silva/RPC)
Mãe e filha, de 53 e 22 anos, foram mortas por volta das 2h deste sábado (16), na casa em que elas moravam, em São Pedro do Ivaí, no norte do Paraná. O suspeito do crime é o ex-marido da filha, foragido até o momento.
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Os corpos foram encontrados em chamas, dentro da casa, por vizinhos. A polícia diz que há indícios de que elas foram mortas a facadas, anteriormente.
O Corpo de Bombeiros foi ao local e combateu o fogo, que consumiu parte da casa.
Segundo a polícia, o suspeito foi à delegacia na sexta-feira (15) para prestar depoimento sobre outra denúncia, por envolvimento com uma adolescente. Enquanto estava lá, a Polícia Militar (PM) comunicou a Civil de que ele era procurado por agressão à ex-mulher e ele foi preso.
O homem pagou fiança de R$ 2 mil e foi solto, no começo da noite. Ao sair da delegacia, ainda de acordo com a Polícia Civil, ele foi à casa e matou ex-mulher e ex-sogra.
Vizinhos perceberam o fogo e chamaram os bombeiros (Foto: Honorio Silva/RPC)Vizinhos perceberam o fogo e chamaram os bombeiros (Foto: Honorio Silva/RPC)

Agentes provocadores rumo a Brasília




O serviço de inteligência da PM de Brasília alertou a corporação sobre 30 ônibus que sairão hoje de Tocantins, às 21h, rumo a Brasília...
Vão lotados de vagabundos dos "movimentos sociais", vestidos de verde-amarelo, bandeiras do Brasil e bonés brancos.
A ordem é infiltrar-se no lado pró-impeachment do Muro da Esplanada e causar tumultos, como se os verdadeiros patriotas estivessem divididos.
É preciso deter esse agentes provocadores.

Diário de um indeciso



O deputado Júlio César (PSD-PI)
O deputado Júlio César (PSD-PI)(Ananda Borges/Câmara dos Deputados)
O deputado Júlio César (PSD-PI), de 67 anos, é um dos doze parlamentares indecisos que definiram seu posicionamento em relação ao impeachment da presidente Dilma Rousseff nas últimas horas. Decidiu nesta sexta-feira apoiar o afastamento de Dilma.
A situação de Júlio César é simbólica. Com passagens pela Arena, PDS, PFL e DEM, deixou a árdua tarefa de fazer oposição aos governos do PT num Estado do Nordeste em 2011, com a fundação do PSD pelo agora ex-ministro das Cidades, Gilberto Kassab. Júlio César está num partido que nasceu governista e de última hora aderiu ao impeachment; votava com o governo em cerca de 80% das ocasiões; representa um Estado pobre, governado pelo PT e onde Dilma venceu com folga as eleições, tanto em 2010 quanto em 2014.
Integrante da comissão especial do impeachment, ele faltou na segunda-feira à votação do parecer do relator Jovair Arantes (PTB-GO), desfavorável a Dilma. Dizia que não sabia como votar.
Procurado pelo site de VEJA na quarta-feira, se recusou a gravar entrevista. Caminhava a passos rápidos e aflitos nos corredores do Congresso. Não escondeu a razão: disse que não tomaria nenhuma decisão sem antes conversar com o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), a pedido do chefe do Executivo local. O petista é um dos integrantes da tropa de governadores passou a semana em Brasília e tenta influenciar o voto dos deputados in loco.





"Eu sou amigo do Wellington, temos o melhor relacionamento. Mas penso no povo que me trouxe para cá, no desajuste das contas, num Brasil diminuído, que precisa dar um choque na economia. Se Dilma continuar, ou o Michel assumir sem mão de ferro, não conserta o Brasil", diz o deputado. Ele pondera que a economia se deteriorou e o país perdeu graus de investimento muito rapidamente, assim como a arrecadação se degradou.
Júlio César passou a semana sob pressão de cerca de trinta prefeitos aos quais é ligado politicamento no Estado. Esses prefeitos, por sua vez, também são cobrados pelo governador. Ele repete que "não recebeu nenhuma oferta" nas conversas recentes, mas o partido pleiteou a uma partilha dos cargos federais no Piauí e participação do governo Wellington Dias a partir de 2014. O PSD era coligado aos adversários do petista no Estado, mas depois da eleição se aproximou do governador eleito.
"Foi a decisão mais difícil da minha vida política. Foi pressão demais. Estou livre", desabafou a um colega de bancada.

EXCLUSIVO: 19 deputados ainda não apareceram na Câmara



O Antagonista levantou os nomes dos parlamentares que não pisaram no plenário da Câmara nem ontem nem hoje.
Desses, 12 são favoráveis ao impeachment de Dilma, no mapa da oposição.
Por onde eles andam?
Favoráveis:
Edio Lopes (PR-RR)
Josué Bengtson (PTB-PA)
Alberto Filho (PMDB-MA)
Sarney Filho (PV-MA)
Iracema Portella (PP-PI)
Antônio Jácome (PTN-RN)
Diego Andrade (PSD-MG)
Luis Tibé (PTdoB-MG)
Rodrigo Pacheco (PMDB-MG)
Toninho Pinheiro (PP-MG)
Washington Reis (PMDB-RJ)
Nelson Marquezelli (PTB-SP)
Contrários:
Elcione Barbalho (PMDB-PA)
Simone Morgado (PMDB-PA)
Junior Marreda (PEN-MA)
Pedro Fernandes (PTB-MA)
Gabriel Guimarães (PT-MG)
Odair Cunha (PT-MG)
Leonardo Monteiro (PT-MG)

Caro parlamentar, o senhor vota pelo bolso ou pelo eleitor?


 

Os indecisos são pressionados pela população, que cobra uma posição pelo impeachmeant, e assediados no balcão de negócios petista. Em jogo está também o futuro político deles

Mel Bleil Gallo
Na batalha do impeachmeant, a pressão popular tem sido a maior força para tentar converter os derradeiros indecisos. E os parlamentares que ainda estão em cima do muro sentiram na última semana o poder do povo. Receberam telefonemas, torpedos, visitas aos gabinetes, protestos em frente às suas residências e um bombardeio de mensagens nas redes sociais. Iniciativas de organizações e cidadãos independentes reforçando o coro de 61% da população brasileira que, segundo pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha divulgada no sábado 9, apoiam o afastamento da presidente. Em meio a esse movimento espontâneo, deputados são assediados no bunker montado no hotel Royal Tulip, em Brasília, onde o ex-presidente Lula está hospedado. Lá, foi montado um verdadeiro balcão de negócios, onde cargos são oferecidos em troca de apoio à manutenção do governo petista. Resta saber se esses parlamentares ainda indefinidos estão preocupados com seus bolsos ou com o eleitor. ISTOÉ ouviu eleitores desses deputados que ainda não definiram seus votos para saber se eles estão satisfeitos com seus representantes no Congresso.
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As organizações independentes também estão se movimentando. Um dos principais grupos oposicionistas, o Movimento Brasil Livre (MBL) montou na última semana uma verdadeira estratégia de guerra para virar os últimos votos. “A gente chama de Operação Minerva,”, diz Kim Kataguiri, representante do MBL que viajou a Brasília para acompanhar a mobilização do fim de semana. Ao todo, os ativistas instalaram cerca de 70 outdoors com o rosto dos parlamentares indecisos ou contrários à saída de Dilma em 14 estados brasileiros. A iniciativa se soma a um corpo a corpo-a-corpo diário realizado por dezenas de militantes de movimentos como o MBL, o Vem Pra Rua e o Revoltados Online pelos corredores da Câmara. Há meses, eles abordam parlamentares em busca de posicionamentos em vídeo para divulgar nas redes sociais. Os ativistas também divulgaram os telefones pessoais de políticos, para incentivar internautas a reforçarem a cobrança.
Um dos saldos mais positivos comemorados pelo MBL foi o anúncio de que o bloco composto por 30 deputados do PTN, PHS, Pros, PSL e PEN dará 26 votos a favor do impeachment. “A gente fez uma campanha forte para que a Renata Abreu (PTN-SP) não aceitasse receber a direção da Funasa em troca do impeachment”, afirma Kataguiri, em referência ao uso da Fundação Nacional da Saúde (Funasa) como moeda de troca pelo governo.
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Além da pressão virtual, os deputados também se preocupam com o impacto que a decisão de domingo 17 terá junto ao eleitorado. O gaúcho Pompeo de Mattos (PDT), cujo partido fechou questão contra o impeachment, terá dificuldade em obter votos em seus redutos eleitorais caso siga a orientação partidária. O parlamentar até agora não se decidiu sobre o tema. “Se ele votar contra o impeachment, acreditarei pela minha vida inteira que é um defensor da roubalheira”, diz a empresária Christiana Garcia. Filiada ao PDT, ela pediu votos e deu até carona para Pompeo durante a campanha no município de Restinga Seca. Christiana diz sofrer as consequências da gestão Dilma. O faturamento de sua casa de chá caiu 20% ano passado. Ela teve de despedir dois funcionários.
Deputado federal por Pernambuco, Carlos Eduardo Cadoca (sem partido - PE) tem desagradado alguns eleitores mais antigos, que ainda têm esperança de que ele vote a favor do impeachment. “Votei no deputado Cadoca porque ele prestou relevantes serviços ao Estado de Pernambuco”, afirma a psicóloga e empresária Viviane Moreira Lacerda, 46 anos, moradora de Recife. “Toda minha família vota nele.” Para Viviane, é inaceitável que um representante de seu Estado “fique a favor de um governo deliquente, levando milhões de pessoas ao desemprego e à falta total de assistência nas áreas de saúde e educação.” Ela acredita, porém, que o deputado seguirá a voz das ruas na hora da votação. “Eu o conheço bem, é muito provável que será favorável. Se ele for contrário, será uma grande decepção e um desastre na sua brilhante carreira política”, diz.
O deputado mineiro Silas Brasileiro (PMDB) também tem decepcionado alguns eleitores. O engenheiro Cesar Honório Paulo de Souza, de 23 anos, da cidade de Lagoa da Prata, é um deles. “A gente que é jovem se decepciona mais. Se ele não votar pelo impeachment, não votarei mais nele e vou desaconselhar os amigos a votar. Everton Novaes, 33 anos, é inspetor de qualidade na cidade de Paulo Fonseca (BA), onde mora, e foi um dos 14.520 eleitores do município que votaram no deputado Mario Negromonte Jr. (PP/BA), outro parlamentar que se declara indeciso. “É decepcionante saber que um político da nossa região, lugar onde ele mais recebeu votos, está contra o nosso País”, diz Everton. “Ele não está honrando os votos que recebeu e nunca mais terá o meu.”
Até pouco tempo indeciso, o deputado Hugo Leal (PSB-RJ) seguirá a orientação da bancada pró-impeachment, mas também começava a decepcionar parte de seu eleitorado mais fiel.  Apoiador do parlamentar desde a criação da Lei Seca, em 2008, o administrador e morador de Petrópolis (RJ) Gabriel Fercher, de 26 anos, cobrava uma decisão urgente. “Esperava mais do que essa indecisão até os 45 minutos do segundo tempo. Petrópolis tem um histórico ruim nas relações com o PT e, com a crise econômica, o polo comercial da região está cheio de lojas fechando”, afirma. “Assim como fiz campanha a favor dele nas últimas eleições, nas próximas também posso fazer campanha contra”, diz Fercher, que acredita que o apoio de Leal ao impeachment terá impacto positivo sobre uma eventual candidatura à prefeitura da cidade.
Fotos: Ruy Baron; Richard Silva, LUCIO BERNARDO JR. 

A mudança necessária para MUDAR o Brasil


Por Caco Alzugaray
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Não vai ser golpe. O impeachment da presidente Dilma Rousseff, que terá seu processo de votação iniciado pela Câmara neste histórico domingo, 17, é fruto de uma árvore de horrores adubada com muita corrupção, crimes, gestões temerárias e fraudes que afundaram o nosso País na mais grave crise moral, política e econômica da história. As pedaladas fiscais, mais do que evidente crime de responsabilidade, serviram como arma para o governo praticar o estelionato eleitoral derradeiro, nas eleições de 2014. Alguns, oportunisticamente, fecham os olhos para esta óbvia peça do arsenal bélico utilizada pela presidente para se manter no poder. Outros (a grande maioria), integrantes do universo de 54 milhões de brasileiros que Dilma Rousseff vangloria-se de terem votado nela, foram enganados! Porém, agora, podem enxergar a verdade com clareza. Tanto que, apenas um ano e meio após a eleição, a desaprovação a seu governo é quase unânime e o apoio ao impeachment está no mesmo patamar observado às vésperas do impedimento de Collor.
O impeachment, se aprovado ao final deste tortuoso processo, terá cumprido à exaustão todas as etapas constitucionais e será o justo desfecho de uma gestão que se corrompeu de forma nunca antes vista na história deste País e que priorizou amigos e aliados (muitos já presos) em detrimento do povo brasileiro.
O governo tenta emular argumentos farsescos de movimentos socias que visam a tumultuar o processo e convulsionar o ambiente. Muitos deles, hoje, são convidados ao Palácio do Planalto para bradar ameaças, diante da mandatária em pessoa, que assiste impassível, como a concordar, sem nem sequer desautorizar a violência. Não é digno de uma chefe da Nação tal papel. A farsa do golpe, arquitetada pela “inteligência” do Palácio do Planalto, nunca se sustentou de pé. Não há o mínimo desvio constitucional ou muito menos conspiração antidemocrática quando os preceitos legais são seguidos à risca.
Existe um vasto conjunto probatório de desvios que maculam o exercício da presidência por Dilma Rousseff. As pedaladas fiscais em si estão descritas e tipificadas como crime de responsabilidade na Constituição. E isso não é pouca coisa. Elas levaram o País à completa desestruturação orçamentária e à ruína das conquistas econômicas e sociais dos últimos 20 anos. Não bastasse o dano dessas operações contábeis ilegais, que levaram boa parte do povo brasileiro à ilusão (para dizer o mínimo), às vésperas das eleições de 2014, a presidente ainda incorreu em inúmeros atos que ferem o decoro do cargo. A nomeação de Lula para o ministério, por exemplo. Ficou ali absolutamente escancarada, a viva voz, uma tentativa de obstrução da Justiça com o claro objetivo de dar foro privilegiado ao seu criador. O STF suspendeu liminarmente a decisão e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a classificou como manobra com “desvio de finalidade” que “ocultava propósito e efeitos contrários ao ordenamento jurídico”. Doações ilegais para a sua campanha — apontadas em várias delações, que servem como provas testemunhais — e o uso da sede do governo para eventos político-partidários entram no rol de flagrantes crimes da mandatária que tornam insustentável a sua permanência no poder.
Ao longo de todo esse processo, a incansável equipe de jornalistas da Revista ISTOÉ, na sua prática cotidiana de produzir um jornalismo investigativo, responsável e fiscalizador do poder, deu sua contribuição com reportagens exclusivas e decisivas que desnudaram parte das fraudes. Mostramos, em primeira mão, a gênese das pedaladas, em agosto de 2014 — portanto, ainda antes da reeleição de Dilma —, denunciando como o governo retinha recursos e obrigava bancos públicos a arcar com benefícios sociais. Logo a seguir, revelamos com exclusividade o confisco secreto da Caixa Econômica, que encerrou irregularmente mais de 525 mil contas de poupança dos correntistas e usou o dinheiro para engordar o seu lucro em mais de R$ 700 milhões. Foi por meio das páginas da ISTOÉ que, em fevereiro do ano passado, o Brasil soube pela primeira vez dos empréstimos suspeitos que o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo íntimo de Lula, conseguiu junto ao Banco Schahin para repassar ao PT. Na prática, Bumlai foi apresentado aos investigadores da Lava Jato naquela reportagem. Assim também, os leitores de ISTOÉ foram os primeiros a tomar conhecimento das bombásticas denúncias do ex-líder do governo, Delcídio do Amaral, numa reportagem que se converteu em divisor de águas rumo ao impedimento da presidente, quando este arrefecia por conta das inúmeras (e por que não assumir, astutas) manobras do Palácio.
E é pelo conjunto de evidências e provas que gradativamente foram surgindo que hoje a Revista ISTOÉ está plenamente segura ao defender o impeachment de Dilma Rousseff. São incontáveis as demonstrações de que ela e o Partido dos Trabalhadores, que lhe dá sustentação, promoveram e forjaram a imagem de um governo que mirava o desenvolvimento social do País. Cabe dizer que esta revista também acreditou neste discurso, quase que isolada no âmbito da mídia, por tantos e tantos anos, até as evidências não permitirem mais enganos. Almejaram apenas um projeto de perpetuação no poder para os fins já conhecidos por todos os cidadãos brasileiros com amplo acesso à informação.
Virada esta página, para o bem da Nação, é primaz que a limpeza ética tenha continuidade, retirando do protagonismo político outros atores pilhados em desvios, como o próprio presidente da Câmara, Eduardo Cunha. A necessidade de um pacto de salvação nacional, com forças partidárias e líderes realmente comprometidos com os interesses do País, deve ser priorizada. Não há mais tempo a perder. A mudança, além de importante, é também urgente. O Brasil anseia por ela e espera que os seus parlamentares cumpram com o papel cívico que ganharam nas urnas, atendendo à vontade majoritária dos eleitores, muito mais do que amparados, motivados pela Constituição brasileira. Não vai ter golpe. Não vai ser golpe. 

A VIOLÊNCIA DO MST SERÁ REPRIMIDA


 


O MST quer tumultuar a votação deste domingo.
O plano dos milicianos de João Pedro Stédile é impedir o acesso dos deputados ao Congresso Nacional.
Ao ser informado sobre a trama do MST, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, avisou que a polícia está preparada para enfrentar os delinquentes e que irá reprimir qualquer tentativa de subversão.
Os deputados não devem ter medo de votar. O Brasil todo está do lado deles.

Briga de casal termina com homem baleado e roupas espalhadas pela rua


 

Por Felipe Ribeiro e Flávia Barros

Uma briga de casal terminou com um homem baleado no começo da manhã deste sábado (16) em Colombo, na região metropolitana de Curitiba. De acordo com a Polícia Militar, testemunhas escutaram a briga ainda durante a madrugada e dois disparos atingiram o ombro do jovem de 26 anos. A suposta autora do crime fugiu da residência logo após arremessar várias roupas da vítima no meio da rua.
De acordo com o médico Márcio Nogarolli, do Siate, a vítima perdeu muito sangue e o quadro é grave. “Os tiros acertaram uma região muito perigosa do ombro esquerdo. Prestamos os primeiros socorros ainda na ambulância e já passamos a orientação para uma transfusão urgente de sangue”, comentou.
Logo após a ocorrência, a Polícia Militar recomendou que o Siate deixasse a Rua Claudino Alves da Silva por considerar o local perigoso para o atendimento.
A autora do disparo até o momento não foi presa, mas a PM realiza buscas para tentar encontrá-la. A Delegacia de Colombo investiga o caso.

Acidente deixa mãe e filho pequeno mortos no Contorno Sul e manifestantes fecham rodovia


Por Felipe Ribeiro e Flávia Barros
Mãe e filho morreram na hora (Foto: Flávia Barros - Banda B)
Mãe e filho morreram na hora (Foto: Flávia Barros – Banda B)

Uma mulher de aproximadamente 35 anos e uma criança, de quatro, morreram atropeladas por um caminhão no começo da tarde deste sábado (16), no quilometro 595 da BR-376, o Contorno Sul de Curitiba. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), as vítimas tentavam atravessar a rodovia quando acabaram atingidas.
A batida aconteceu na região da Cidade Industrial de Curitiba. O Corpo de Bombeiros foi acionado para o local, mas nada pôde fazer. A mãe chegou a ser arremessada para fora da pista após a colisão. De acordo com a PRF, a mulher que dirigia o Chevrolet Agile parou no local do acidente e relatou que fazia uma manobra de ultrapassagem pela faixa da esquerda e nada pode fazer para evitar o acidente.
Alguns minutos após a colisão, manifestantes fecharam a rodovia no sentido São José dos Pinhais em protesto ao grande número de acidentes na rodovia. Cerca de vinte pessoas fecharam a rodovia e provocaram cerca de quatro quilômetros de fila por volta das 12h45. Em entrevista à Banda B, um morador da região disse que é muito difícil atravessar a rodovia e nada é feito. “Ninguém respeita, só assim para que sejamos vistos. Precisamos de uma passarela com urgência”, disse
O Instituto Médico Legal foi acionado para o local e ainda não há confirmação sobre a identidade das vítimas.
Por volta das 13h40 a pista foi liberada, mas o alto movimento de veículos deixou o trânsito lento no local.

Bloqueio de rodovia formou longas filas no Contorno Sul (Foto: Flávia Barros - Banda B)
Bloqueio de rodovia formou longas filas no Contorno Sul (Foto: Flávia Barros – Banda B)

DEM aciona Polícia Federal



A liderança do DEM na Câmara acaba de anunciar que acionará a PF contra Dilma, Lula e a turma deles.
O motivo é a transferência de terras da União ao Amapá, estado que tem seis dos oito deputados indecisos.
"O crime está em franco andamento. Queremos saber se as autoridades constituídas vão assistir de camarote à compra de votos perpetrada pelo Palácio do Planalto", diz a nota do DEM.

O xerife da oposição no plenário

O deputado Heráclito Fortes (PSB-PI)
O deputado Heráclito Fortes (PSB-PI)(Alex Ferreira / Câmara dos Deputados/VEJA)
Um dos deputados mais experientes da atual legislatura, o antilulista Heráclito Fortes (PSB-PI) passou a atuar como um xerife da oposição no plenário. Heráclito passou a sexta-feira pré-impeachment monitorando os votos e abordando os deputados para conversas ao pé do ouvido entre as poltronas. Foi almoçar com peemedebistas e voltou à Câmara com a missão de vigiar eventuais traições e tentar angariar votos dos parlamentares indecisos ou que ainda hesitam em confirmar o voto contra Dilma. Pediu que seu chefe de gabinete fizesse uma lista própria e a checasse com a dos jornais. O assessor passou parte da tarde anotando votos e contabilizou cerca de trinta deputados que seguem indefinidos. Contam que a oposição tem 310 votos assegurados, sem risco de sustos no domingo. A vigilância tende a aumentar neste sábado, depois de Lula passar o dia em tentativas de converter votos pró-Dilma e tendo recebo inclusive nomes do PMDB no hotel-QG de Brasília. A oposição ficou apreensiva com a virada de Waldir Maranhão (PP-MA) e a licença de Clarissa Garotinho (PR-RJ), e viu parte da bancada petista ir jantar comemorando a ligeira recuperação, ainda incapaz de assegurar qualquer resultado. (Felipe Frazão, de Brasília)

Oposição entra com queixa-crime contra Dilma e Lula por compra de deputados


Deputados durante sessão de discussão do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, no plenário da Câmara - 16/04/2016
Deputados durante sessão de discussão do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, no plenário da Câmara - 16/04/2016(Evaristo Sa/AFP)
Liderados pelo DEM, partidos de oposição vão protocolar neste sábado uma queixa-crime na Polícia Federal contra a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula por compra de votos de deputados. Governadores de Estados do Nordeste que defendem Dilma e também passaram a pressionar parlamentares também devem ser acusados na peça.
"Você não pode usar recursos públicos para converter votos de deputados. Isso é uso da máquina pública em benefício próprio. É desvio de finalidade, uma repetição do método petista que levou ao mensalão e ao petrolão, mais um escândalo para ganhar na mão grande", disse o deputado Mendonça Filho (DEM-PE). "Um crime praticado contra atuação legítima dos parlamentares, que têm o direito e o dever de votar livres, não sob um processo de intimidação patrocinado pelo governo Dilma Rousseff."
O deputado disse que o governo promove nomeações, demarcação de terras e liberação de recursos para Estados e municípios como "moeda de troca" pelo voto.
O DEM acusa como indícios de crimes, por exemplo, a recente transferência de terras da União ao Estado do Amapá, governado por Waldez Góes (PDT), aliado do clã Sarney. Em uma síntese da representação distribuída a jornalistas pelo DEM, a transferência é apontada como corrupção ativa e teria o objetivo de garantir oito votos da bancada ao Planalto. Antes, diz a legenda, havia seis indecisos e dois contrários ao Planalto.
A transferência era um antigo pleito do Estado, um dos últimos que deixou de ser território federal, e foi assinada nesta sexta-feria no Palácio do Planalto, na presença de parlamentares do Estado e de Waldez Góes. Segundo o DEM, o Diário Oficial da União deste sábado não traz a publicação do decreto.
Eles afirmam que não representaram ao Ministério Público Federal porque a Procuradoria-Geral da República está sem plantão. "Queremos saber se as autoridades constituídas vão assistir de camarote a compra de votos perpetrada pelo Palácio do Planalto", diz o documento de uma página.

78,3% dos curitibanos acompanharão votação deste domingo


protesto - curitiba
Mais de 78% dos curitibanos vão acompanhar como votarão os deputados paranaenses neste domingo, 17, na sessão que definirá sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Os números são do Instituto Paraná Pesquisas e foram levantados na quinta-feira, 14, e divulgados neste sábado, 16. A pesquisa aponta ainda que 75% são favoráveis ao impedimento da petista. Já para 64% o voto do deputado sobre o impeachment será decisivo para decidir sua própria posição nas urnas nas próximas eleições. Eles afirmaram que não vão votar no deputado que se posicionar contra o impeachment.

Câmara – Sessão Deliberativa – 16/04/ AO VIVO






Temer: ‘Manterei todos programas sociais’


De Michel Temer, Via twitter:
– “Leio hoje nos jornais as acusações de que acabarei com o bolsa família. Falso. Mentira rasteira. Manterei todos programas sociais”.
– “A Lava Jato tem prestado importantes serviços ao país.Sou jurista e sei do papel fundamental da Justiça e do MP p/ o avanço das instituições”.
– “Defendo a unificação e pacificação dos brasileiros. Não o caos, o ódio e a guerra”.
– “Só sairemos da crise se todos trabalharem pelo Brasil, não pelos seus interesses pessoais”.

PT articula campanha pedindo novas eleições se Dilma for afastada


Mônica Bergamo, Folha de S. Paulo
O PT discute lançar uma campanha pedindo “diretas já” caso o impeachment seja aprovado no domingo e Dilma Rousseff seja posteriormente afastada pelo Senado.
A ideia é sustentar que o mandato de Michel Temer, que assumirá interinamente até Dilma ser julgada, é ilegítimo e que “eleições já” seriam a melhor solução para a crise política.

APARELHO LOCALIZA VEIAS DE PACIENTES, SEM PRECISAR FURÁ-LAS DIVERSAS VEZES



Tirar sangue para um exame costuma ser um transtorno para muitas pessoas, especialmente quando suas veias são difíceis de encontrar. O mesmo acontece quando é preciso tomar soro ou qualquer outra medicação intravenosa: são incontáveis picadas até que a veia seja localizada e o procedimento comece.
Quem nunca ficou com mãos e braços roxos, que atire a primeira pedra!
A boa notícia é que este sofrimento está próximo do fim, pois já existe uma solução para este problema. Um aparelho chamado VeinViewer usa uma iluminação infravermelha para localizar com precisão as veias, eliminando não só o processo de adivinhação, mas também picadas inúteis.
O aparelho foi criado por uma empresa chamada Christie Medical Holdings e ao localizar as veias, as projeta na pele do paciente, em tempo real. Na prática, é assim que ele funciona:



Dois terremotos matam 32 pessoas e deixam 1.500 feridos no Japão


A previsão de chuvas torna ainda mais complicado o esforço de resgate das vítimas e pode provocar deslocamentos de terra em áreas rurais isoladas
16/04/2016 - 03H21 - ATUALIZADA ÀS 11H07 - POR ESTADÃO CONTEÚDO COM AGÊNCIA EFE
Na manhã deste sábado, o número exato de vítimas de terremotos no Japão ainda era desconhecido (Foto: EFE)
Dois fortes terremotos atingiram, em um período de 28 horas, o sudoeste do Japão, deixando ao menos 32 mortos e 1.500 feridos. Na manhã deste sábado, o número exato de vítimas ainda era desconhecido, já que havia pessoas presas sob escombros. Milhares de habitantes da região de Kumamoto, na ilha de Kyushu, tiveram de buscar abrigo em ginásios e lobbies de hotéis.
A previsão de chuvas torna ainda mais complicado o esforço de resgate das vítimas e pode provocar deslocamentos de terra em áreas rurais isoladas.O primeiro terremoto, de 6,5 graus, atingiu o local na noite de quinta-feira, matando dez pessoas. O segundo abalo, de 7,3 graus, ocorreu à 1h25 deste sábado, no horário local.
Dezenove vítimas fatais foram confirmadas, mas autoridades locais afirmaram que o número de mortos certamente vai se ampliar. Há pelo menos 80 pessoas feridas com gravidade e cerca de 70 mil habitantes tiveram de deixar suas casas. Mais de 200 mil domicílios estão sem eletricidade.

O monte Aso, o maior vulcão em atividade no Japão, que fica localizado em Kyushu, entrou em erupção pela primeira vez em um mês. A fumaça atingiu 100 metros de altura, mas não provocou danos. O órgão regulador da geração de energia nuclear no Japão afirmou que não foram registradas anormalidades na usina de Sendai. Uma série de abalos secundários se seguiram ao segundo evento, incluindo um tremor de 5,4 graus na manhã deste sábado. O epicentro dos terremotos foi localizado a cerca de 10 quilômetros abaixo da superfície.
Condolências
O governo chinês se mostrou neste sábado "preocupado" com a situação no Japão e enviou suas condolências pelas vítimas dos dois fortes terremotos que sacudiram o país vizinho. Em comunicado, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores Lu Kang expressou as simpatias da China com os feridos e as famílias dos mortos no Japão. "Continuaremos acompanhando de perto a situação", afirmou o porta-voz chinês.
Há pelo menos 80 pessoas feridas com gravidade e cerca de 70 mil habitantes tiveram de deixar suas casas no Japão (Foto: EFE)

Acidente entre dois carros deixa taxista ferido no Centro de Curitiba


Da Redação
Foto: Colaboração Cláudio Fernandes
Foto: Colaboração Cláudio Fernandes

Um taxista ficou levemente ferido no final da madrugada deste sábado (16) após bater contra um poste no cruzamento da Avenida Vicente Machado e Rua Visconde de Nácar, no Centro de Curitiba.
De acordo com a central de táxi do motorista envolvido, um outro motorista teria furado o sinal vermelho e batido contra ele próximo a Praça Osório. Segundo a Polícia Militar, não há informações sobre presos na ocorrência.
Um boletim de ocorrência foi registrado na Polícia Civil contra o motorista que, supostamente, teria furado o sinal vermelho.