Wagner voltará à Casa Civil, caso STF mantenha decisão sobre Lula

TSE nega 'carona' de Marina em ação contra Dilma



O plenário do TSE negou há pouco pedido dos partidos Rede, PSol e PPL para ingressarem como 'assistentes' nas ações que pedem a cassação da chapa Dilma-Temer.
A medida poderia atrasar a tramitação das ações no Tribunal.
fONTE: O antagonista

Gleisi pede ajuda divina


Gaievski_gleisi
Considerada uma das grandes responsáveis pela derrocada do governo de Dilma Rousseff, pela incompetência com que exerceu o cargo de chefe da Casa Civil no primeiro mandato, quando foi incapaz de articular a base de apoio, reduzir conflitos internos e acompanhar o processo administrativo. Muita coisa para a sua cabeça, que escolheu mal seus assessores, a começar pelo ex-prefeito de Realeza, Eduardo Gaievski (foto), preso por estupro de menores. Agora, Gleisi Hoffmann diz que terá a proteção de Deus e que vai livrar Dilma do impeachment no Senado, com a ajuda do senador Requião, seu orientador.

Dilma e Gleisi se dizem “traídas” por Christiane Yared


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A presidente Dilma Rousseff (PT) e sua principal defensora, a senadora Gleisi Hoffmann (PT), acumulam potes de mágoas e rancor contra os deputados paranaenses que votaram pelo impeachment de Dilma. Em especial, Dilma e Gleisi se dizem traídas por Christiane Yared (PR). Não por menos: as três fizeram campanhas juntas em 2014 e Yared pregava por Dilma na Igreja do Evangelho Eterno no Jardim Ambiental em Curitiba. Eleita, Yared fez parte da base de apoio de Dilma na Câmara dos Deputados e era tratada com deferência no Planalto na liberação das emendas parlamentares. Nem o epíteto de Yared na hora do voto conseguiu suplantar o ressentimento das duas petistas.

Renan pegou propina, afirma Cerveró


nestor cervero e renan calheiros
O ex-diretor Internacional da Petrobras e delator da Lava Jato Nestor Cerveró disse em depoimento ao juiz Sérgio Moro nesta segunda-feira (18) que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), recebeu propina de US$ 6 milhões por meio do lobista Jorge Luz, apontado como um dos operadores de propinas na Petrobrás, referentes a um contrato de afretamento do navio-sonda Petrobras 10.000. Informações do Diário do Poder.
“(Jorge Luz) foi o operador que pagou os US$ 6 milhões da propina da sonda Petrobrás 10.000, foi o encarregado de pagar ao senador Renan Calheiros”, disse o delator ao ser questionado pela defesa de Salim Schahin sobre a atuação de Jorge Luz em relação às propinas recebidas por Cerveró. A propina teria sido repassada na época da contratação do navio-sonda, em 2006.
Neste momento da audiência, que envolveu acusações ainda sob investigação contra uma autoridade com prerrogativa de foro, o juiz Sérgio Moro interrompeu Cerveró e pediu para o delator comentar apenas o que tinha pertinência com a ação penal na qual ele depôs nesta tarde. O ex-diretor falou na ação em que é acusado de favorecer a Schahin na contratação para a operação de um navio-sonda da Petrobras como uma forma de quitar a dívida do partido com o banco Schahin.
Renan Calheiros é hoje o responsável por ditar o ritmo do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff após a Câmara aprovar a continuidade do procedimento. A acusação contra o senador na delação de Cerveró foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo em dezembro do ano passado e confirmada pelo delator nesta tarde em seu primeiro depoimento após fechar um acordo de delação premiada.
Por meio de sua assessoria de imprensa, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), negou as “as imputações”. Renan “reafirma que já prestou as declarações necessárias, mas está à disposição para quaisquer novos esclarecimentos”.

Nova delação complica Lula


DIOGO FERREIRA DILMA LULA CARDOZO BUMLAI 02
O chefe de gabinete do senador Delcídio do Amaral, Diogo Ferreira, confirmou em acordo de delação premiada que sabia da conversa mantida pela presidente Dilma Rousseff com seu chefe, em que ela revelou a intenção de indicar o advogado Marcelo Navarro para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), com o objetivo seria atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato e proteger os executivos da Odebrecht e da Andrade Gutierrez. Do Diário do Poder.
Diogo também mencionou a participação do então ministro da Justiça e atual chefe da Advocacia Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo. A afirmação de Diogo Ferreira foi citada pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao homologar o acordo de delação premiada do funcionário, que também foi preso junto ao senador.
A conversa com Dilma havia sido relatada pelo próprio Delcídio, ex-líder do governo no Senado e ex-PT-MS quando foi preso em flagrante. Na delação, Ferreira complicou ainda mais a situação do ex-presidente Lula e do filho do pecuarista José Carlos Bumlai, Maurício Bumlai, trazendo ambos para o centro das tentativas de impedir a delação do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.
Ele relata ter participado de encontros com Maurício, de quem recebeu dinheiro para ser entregue à família de Cerveró. Foram três entregas de R$ 50 mil feitas por meio do advogado de Cerveró, Edson Ribeiro, em São Paulo. As informações são da revista Época.
O chefe de gabinete Diogo Ferreira apresentou como provas algumas trocas de mensagem de áudio e WhatsApp, combinando o local das entregas. Segundo a delação de Delcídio, Lula seria principal articulador da estratégia de “comprar o silêncio” de Cerveró.

Eleição geral só interessa a Lula


lula by juca varella abr
O ex-presidente Lula orientou os principais aliados, dentro e fora do PT, a fazerem “campanha” de antecipação das eleições presidenciais para este ano, porque teme não sobreviver politicamente até a campanha de 2018. Investigado por corrupção em vários inquéritos, na Lava Jato, ele corre o risco de ser preso ou no mínimo de ficar inelegível, de acordo com a Lei da Ficha Limpa, após condenação por um tribunal colegiado.
A antecipação da eleição não agrada Dilma, como deixou claro ontem durante coletiva, mas ela se renderá aos interesses de Lula. A ideia de antecipar a eleição presidencial nasceu em uma conversa de Lula com o presidente do Senado, Renan Calheiros, há 40 dias.
O senador Valdir Raupp (PMDB-RO), muito ligado a Calheiros, foi designado para adotar como sua a ideia da antecipar a eleição.
Os lulistas do PT são grandes entusiastas da antecipação. Avaliam que só a candidatura de Lula pode salvar o PT da derrocada total. As informações são da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Por que o PMDB não indicou os nomes?



O PMDB, que tem direito a cinco vagas na comissão do impeachment de Dilma, não indicou nome algum até agora.
Se já o tivesse feito, ajudaria no devido cumprimento das normas, que previam a instalação hoje.
O responsável pela indicação dos nomes do PMDB é o líder do partido no Senado, Eunício Oliveira, que está cada vez mais próximo de Renan.

Preso por assalto que matou aluna diz estar arrependido: 'Agora é pagar'


Suspeito, de 18 anos, diz que queria 'só roubar' e culpou comparsa já detida.
Jovem Nathália Zucatelli foi baleada quando saía do cursinho, em Goiânia.

Sílvio Túlio e Vanessa MartinsDo G1 GO
Mateus Queiroz Aguiar foi preso suspeito de matar a estudante Nathália Zucatelli, em Goiás (Foto: Vanessa Martins/G1)Mateus (de laranja) disse que está arrependido do crime (Foto: Vanessa Martins/G1)
A Polícia Civil apresentou nesta terça-feira (19) o jovem Mateus Queiroz Aguiar, de 18 anos, suspeito de envolvimento na morte da estudante Nathália Zucatelli, também de 18, a cerca de dois meses, em Goiânia. Ele admitiu em depoimento que pilotava a moto usada no assalto à jovem quando ela saia de um cursinho pré-vestibular, no Setor Marista.
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Mateus disse estar arrependido, mas afirmou que a maior parte da culpa é de Natália Gonçalves de Sousa, de 20 anos, que estava na garupa e confessou após ser presa, três dias depois do crime, que efetuou os disparos. Além dela, o dono de um galpão de materiais recicláveis, Fernando Rodrigues Júnior, de 27 anos, também foi preso suspeito de ter fornecido a arma para o crime.
"Não tinha a intenção de matar ninguém, só roubar. Na hora, parei a moto mais para frente e só ouvi o disparo. Me arrependo sim, foi uma fatalidade. Sei que a dor da família não passa. A Natália foi a autora do crime e acabou com a vida de todo mundo. Agora é pagar pelo que fiz e seguir a vida", disse Mateus durante a apresentação. 
O crime aconteceu por volta das 21h30 de 22 de fevereiro. Nathália morava em Ji-Paraná, mas havia se mudado para Goiânia três semanas antes para estudar. Ela foi morta com um tiro quando seguia para casa, a cerca de uma quadra de onde estudava, o Colégio Protágoras, no Setor Marista.
Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que a estudante foi assassinada. O vídeo flagrou quando um casal em um moto aborda e atira contra a vítima.
Preso no ônibus
De acordo com o delegado Francisco Lipari, da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), Mateus fugiu para a cidade de Estrito, no Maranhão dois dias após o crime. Em seguida, viajou para Araguaína, no Tocantins. Em ambos os casos, ficou na casa de amigos.
Nathália Zucatelli foi morta após sair do cursinho em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Nathália Zucatelli foi morta após sair do cursinho em Goiânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
O investigador revela que a polícia levantou informações e descobriu que ele viria nesta manhã para Goiânia. Diante disso, foi montada uma operação para vistoriar todos os ônibus que viessem da cidade tocantinense para a capital goiana. Em um deles, o suspeito foi localizado.
Lipari disse que, segundo os suspeitos, Nathália foi baleada porque teria segurado a bolsa no momento do crime, versão desconstruída pela polícia. "A vítima não tentou resistir. Foi uma reação normal, ela se afastou e segurou a bolsa. Para a polícia, o caso está concluído", definiu.
Mateus não tinha passagens pela polícia. Ele foi indiciado por latrocínio - que é o roubo seguido de morte - e pode pegar uma pena de 20 a 30 anos caso seja condenado.

Caiado é oposição de verdade



Ronaldo Caiado é o único a fazer oposição. Ele apresentou questão de ordem sobre o rito estabelecido por Renan Calheiros, que usa artigo do regimento sobre a composição de comissões permanentes para instalar a comissão do impeachment.
Para Caiado, trata-se de uma comissão especial.
Dessa forma, a indicação dos membros da comissão do impeachment pelos líderes deveria ocorrer imediatamente após a leitura da denúncia no plenário, com a eleição dos membros na mesma sessão.
"O Brasil está há um ano e seis meses sem governo. É uma situação de total perigo jurídico. O caos está instalado, há um esgarçamento completo, o governo sem oito ministros, total esfacelamento. Imagine a imagem do Senado perante a sociedade?"

“Ninguém aguenta mais os gritos do Nereu”, diz Romanelli


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O clima esquentou a sessão desta terça-feira (19) na Assembleia Legislativa. O deputado Requião Filho (PMDB) criticou o deputado Artagão Junior (PSB), atual secretário de Justiça. Ofensivo, Requião aludiu que o secretário fez de tudo para pedir a criação de novos cargos para pasta.
O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) pediu a palavra para contestar Requião, mas o peemedebista não cedeu o espaço. O deputado do Nereu Moura (PMDB), aos berros, tentou interromper o pedido de aparte feito por Romanelli e acabou tomando um puxão de orelha. “Com o Nereu é sempre assim, sempre na truculência. Ninguém aguenta mais os teus gritos nesta Casa deputado” desabafou Romanelli.
No aparte, Romanelli lamentou as palavras ditas por Requião Filho. “O deputado Requião deve respeitar os deputados que integram esta Casa. O que ele falou agora há pouco, sobre o secretário de Justiça, foi injurioso, descortês e extremamente ofensivo” disse. O debate estava tão acalorado que, mesmo quando os microfones já haviam sido desligados, a discussão entre os dois continuou.

Temer veta Requião na comissão do impeachment


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O senador Eunício de Oliveira (CE), líder do PMDB, não vai indicar Roberto Requião na comissão de impeachment da presidente DIlma Rousseff (PT) que será instalada na próxima segunda-feira, 25. Na comissão de 21 membros, cinco são do PMDB. Nos corredores do Senado, diz-se que o nome de Requião foi vetado pelo presidente do partido, Romero Juca (RR) – homem de confiança do vice-presidente Michel Temer.

Viatura dos bombeiros bate contra carro e três pessoas ficam feridas no Alto da XV


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Por Marina Sequinel e Flávia Barros
(Fotos: Flávia Barros – Banda B)

Uma viatura do Corpo de Bombeiros sofreu um acidente no bairro Alto da XV, em Curitiba, na tarde desta terça-feira (19). Ela seguia pela Rua 21 de Abril quando bateu contra um carro no cruzamento com a Itupava.
Com o impacto, dois bombeiros e o motorista do outro veículo sofreram ferimentos leves. “Felizmente, eles tiveram só contusões e escoriações, nada grave. Nós fizemos uma vistoria e estávamos regressando para o quartel no momento do acidente”, disse o soldado André, do Corpo de Bombeiros, em entrevista à Banda B.
Nenhum ferido precisou ser encaminhado ao hospital. Ontem, dois bombeiros ficaram feridos em um acidente com o caminhão da corporação no Pilarzinho. Eles estavam na Rua Humberto de Campos, em uma descida, e se depararam com um motociclista mais a frente. Para evitar o pior, o caminhão desviou da motocicleta e acabou caindo em um barranco

Presa política lembra como conheceu coronel Ustra, homenageado por Bolsonaro



Da Agência Brasil*

 
“Eu fui espancada por ele [coronel Ustra] ainda no pátio do DOI-Codi. Ele me deu um safanão com as costas da mão, me jogando no chão, e gritando ‘sua terrorista’. E gritou de uma forma a chamar todos os demais agentes, também torturadores, a me agarrarem e me arrastarem para uma sala de tortura”.
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(Foto: Divulgação EBC)
Uma das milhares de vítimas da ditadura militar, Amelinha Teles, descreveu assim seu encontro com Carlos Alberto Brilhante Ustra, conhecido como “coronel Ustra”, o primeiro militar reconhecido pela Justiça como torturador na ditadura.
Ao programa Viva Maria, da Rádio Nacional da Amazônia, Amelinha contou como era o homem admirado por Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e citado pelo parlamentar durante seu voto a favor do impeachment de Dilma Rousseff, ontem (17), no plenário da Câmara dos Deputados.
“Ele, levava meus filhos para uma sala, onde eu me encontrava na cadeira do dragão, nua, vomitada, urinada? Levar meus filhos para dentro da sala? O que é isto? Para mim, foi a pior tortura que eu passei. Meus filhos tinham 5 e 4 anos. Foi a pior tortura que eu passei”, disse a ex-militante do PcdoB. A cadeira do dragão era um instrumento de tortura utilizado na ditadura, em que a pessoa era colocada sentada e tinha os pulsos amarrados aos braços da cadeira. Com fios elétricos atados em diversas partes do corpo, a pessoa era submetida a sessão de choques.
O militar lembrado pelo parlamentar foi chefe-comandante do Destacamento de Operações Internas (DOI-Codi) de São Paulo no período de 1970 a 1974. Em 10 de maio de 2013, ele compareceu à sessão da Comissão Nacional da Verdade. Apesar do habeas corpus que lhe permitia ficar em silêncio, Ustra respondeu a algumas perguntas. Na oportunidade, negou que tivesse cometido qualquer crime durante seu período no comando do Destacamento de Operações Internas paulista.
No vídeo, o depoimento de Ustra à Comissão Nacional da Verdade





Em abril de 2015, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, suspendeu uma das ações penais contra Ustra que tramitava na Justiça Federal em São Paulo. Atendendo a pedido feito pela defesa do militar, a ministra disse, na decisão, que suspendeu a ação pois era necessário aguardar o julgamento da Lei de Anistia pela própria Corte. O militar morreu em 15 de outubro de 2015 no Hospital Santa Helena, em Brasília. Ele tratava de um câncer.
Hoje, Amelinha integra a Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos e é assessora da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo Rubens Paiva. Para ela, a homenagem de Bolsonaro a um de seus torturadores pode ser o resgate de uma das páginas mais tristes da história do Brasil.
“O que significa essa declaração do deputado é que ele quer que o Estado brasileiro continue a torturar e exterminar pessoas que pensem diferente dele. Que democracia é essa que quer a tortura, a repressão às pessoas que não concordam com suas ideias?”.

Deputada que dedicou voto para marido preso pela PF se diz ‘atordoada’ e não mostra arrependimento


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Da Redação

A deputada federal Raquel Muniz (PSD-MG), que dedicou seu “sim ao impeachment” para o marido prefeito, se pronunciou nesta terça-feira (19) sobre a prisão dele pela Polícia Federal um dia após a votação na Câmara Federal. Segundo ela, não há razão jurídica para a prisão de Ruy Adriano Borges Muniz, por não haver ‘risco a ordem pública, nem perigo de fuga e nem haver qualquer indício de obstrução da justiça’.
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Foto: Agência Câmara
Segundo a parlamentar, ela e o marido sempre souberam o que poderia acontecer com a na política, mas não imaginavam que chegaria a esse ponto. “Não vamos nos intimidar em busca de um Brasil, de uma Minas e de um Montes Claros cada dia melhor. Por isso, reitero cada uma das palavras ditas no dia 17 de abril durante a votação para aceitar o processo de impedimento da presidente Dilma Rousseff. Montes Claros tem um gestor íntegro, ético e que preza pela transparência das suas ações”, afirma.
Raquel Muniz descreveu o marido no domingo como exemplo de que “o Brasil tem jeito”. No dia seguinte, Ruy Muniz foi preso pela Polícia Federal. O prefeito foi preso pela Polícia Federal na operação Máscara da Sanidade II – Sabotadores da Saúde, que investiga crimes de falsidade ideológica majorada, dispensa indevida de licitação pública, estelionato majorado, prevaricação e peculato.
“O meu marido, ao contrário do que está sendo amplamente noticiado, não teve a prisão decretada por motivos de corrupção e quem teve o senso ético de buscar a verdadeira motivação na decisão judicial pode verificar isto. Todas as providências jurídicas cabíveis já foram tomadas e tenho a plena certeza de que a verdade prevalecerá”, concluiu.
O post completo você pode conferir clicando aqui.
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