Exclusivo: A mansão do lobista da Odebrecht



Claudio Melo Filho, VP de relações institucionais da Odebrecht em Brasília, foi denunciado na sexta-feira pelo MPF em Curitiba no inquérito da Operação Vitória de Pirro.
Melo é personagem conhecido dos bastidores da capital federal por defender os interesses da empreiteira junto aos parlamentares.
Ele é acusado pelo MPF de oferecer a Gim Argello propina de R$ 5 milhões para que o ex-senador blindasse os executivos da Odebrecht na CPI da Petrobras.
Melo também foi citado na Operação Xepa, que descobriu que a Odebrecht criou um setor exclusivo para o pagamento de propinas, e entrou na mira da Operação Acrônimo.
Ele mora numa mansão no Lago Sul, bairro nobre de Brasília, e está construindo outra à beira do lago, com custo avaliado em R$ 12 milhões - incluído o terreno.
Desde que o executivo foi atingido pela Lava Jato, os pagamentos aos fornecedores da obra escassearam. A Lava Jato agora quer saber se o dinheiro para erguer a nova mansão tem origem lícita.

Acidente mata bebê de dois meses e mais duas pessoas da mesma família na BR-277


Da Redação

Um grave acidente deixou um bebê e outras duas pessoas da mesma família mortos na noite deste sábado (7), na BR-277, em Irati, na região dos Campos Gerais. De acordo com a Rádio Najuá, as vítimas estavam em um veículo Fiat Palio, que bateu de frente contra um caminhão.
Foto: Paulo Henrique Sava/Rádio Najuá
Foto: Paulo Henrique Sava/Rádio Najuá
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, cinco pessoas ocupavam o carro no momento do acidente. Mãe e filha morreram na hora. Já o motorista, pai do bebê, chegou a ser socorrido, mas morreu a caminho do hospital.
As outras vítimas, um homem de 23 e uma menina de seis anos, foram levados para a Santa Casa de Irati, onde permaneciam internados.
As equipes do Corpo de Bombeiros de Irati e da concessionária Caminhos do Paraná prestaram atendimento as vítimas. As causas do acidente serão apuradas pela PRF.

Vai ter festa na Baixada! Atlético vence 2 x 0 Coritiba novamente e é campeão paranaense


Por Rodrigo Dornelles
Essa noite ninguém chora. A música da torcida do Atlético volta a fazer sentido após sete anos. O Furacão é campeão do Paraná. Depois de abrir vantagem no jogo de ida com a goleada de 3 a 0 na ida, o Rubro-negro voltou a bater o Coritiba, agora por 2 a 0, no Couto Pereira. Atlético campeão paranaense de 2016.
Depois de um início de pressão do Coxa, com chances desperdiçadas, o Furacão acertou o pé no ataque e abriu o placar com Walter, que descantou e quebrou seu jejum de gols na temporada. Ainda na primeira etapa, Ewandro fez o segundo e garantiu o título paranaense para o time vermelho e preto.
Ewandro fez o gol que cravou o título atleticano. (Geraldo Bubniak/ Banda B)
Ewandro fez o gol que cravou o título atleticano. (Geraldo Bubniak/ Banda B)
O Furacão volta a ser campeão após sete anos. O último título do clube havia sido conquistado em 2009, quando o Rubro-negro foi campeão paranaense daquela temporada. O jejum teve fim e o torcedor do Atlético volta a comemorar a conquista estadual.
Coxa começa na pressão, mas Furacão garante título na primeira etapa
Empurrado pela torcida e pela necessidade de reverter uma grande desvantagem, o Coritiba começou o jogo no ataque, marcando de forma avançada e pressionando o Atlético. Logo nos primeiros minutos, duas chances perdidas pelo time da casa. A primeira com Leandro, que recebeu cruzamento da direita e perdeu sozinho, sem goleiro, mandando para fora. Ruy, dentro da área, na marca do pênalti, desperdiçou outra oportunidade.
Quando tinha a bola, o Furacão tentava rodar para ganhar tempo e avançar no campo de jogo. O Rubro-negro também criou excelente oportunidade de abrir o placar. Ewandro fez a jogada pela esquerda e cruzou rasteira, Walter fechou na pequena área e perdeu chance sem goleiro. Aos 30 minutos, ele não perdeu, jogada pela direita, Ewandro tentou, Elisson fez defesa espetacular, mas Walter pegou a sobra e acabou com o jejum de gols, Rubro-negro na frente.
Após o gol atleticano no Alto da Glória, o Alviverde sentiu o baque e o Furacão passou a controlar bem a partida, chegando com maior frequência ao ataque, ao mesmo tempo que diminuiu os espaços na defesa. Já nos acréscimos, Negueba teve boa chance, mas parou em Weverton. No último lance da primeira etapa, Walter fez ótima jogada pela esquerda, passou por Luccas Claro e Ewandro apareceu sozinho para estufar as redes novamente para fazer 2 a 0.
Jogo morno crava título do Atlético
Com o título praticamente definido, o segundo tempo começou morno no Couto Pereira. Em bola aérea, o Coxa tentava descontar no Alto da Glória. O Verdão, sem intensidade e demonstrando desânimo pelo resultado, ficava com a bola, mas sem apertar a defesa atleticana.
Do outro lado, o Furacão só esperava o tempo passar, em forçar nos contra-ataques. Sem grandes chances para os dois lados, o jogo seguiu no mesmo panorama, com o Coritiba buscando um gol, enquanto o Atlético apenas rodava a bola para esperar e poder comemorar o título estadual.
FICHA TÉCNICA
CORITIBA 0x2 ATLÉTICO
Local: Estádio Couto Pereira, em Curitiba.
Data: 8 de maio de 2016.
Horário: 16h
Público e renda: 19.163 pagantes/22.939 presentes/R$ 912.960,00.
Coritiba: Elisson; Reginaldo (Thiago Lope), Luccas Claro, Juninho e Carlinhos; Alan Santos, João Paulo e Ruy; Negueba (Vinícius), Kléber e Leandro (Ortega).
Técnico: Gilson Kleina.
Atlético: Weverton; Léo (Eduardo), Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Jadson, Ewandro (Marcos Guilherme), Pablo e Nikão; Walter (André Lima).
Técnico: Paulo Autuori.
Cartões amarelos: Alan Santos (CFC). Otávio, Nikão, Weverton e Léo (CAP).
Gols: 
Walter aos 30′ do primeiro tempo e Ewandro aos 48′ do primeiro tempo (CAP).

Moro homologa leniência da Andrade Gutierrez



O Estadão informa que Sérgio Moro homologou o acordo de leniência da Andrade Gutierrez, pelo qual a empresa se comprometeu a pagar indenização de R$ 1 bilhão.
A leniência se soma aos acordos de delação premiada de 11 ex-executivos da AG já homologada por Teori Zavascki.
Como parte do acordo referendado por Moro, a empreiteira publicará amanhã na imprensa nacional um pedido de desculpas e uma carta de princípios para "uma nova relação com o poder público".
A Andrade Gutierrez terá oportunidade de provar que quer uma nova relação com o poder público. Basta denunciar às autoridades quando for alvo de algum pedido de propina por parte do governo de plantão.

Andrade Gutierrez ou leia-se "corrupção"



Começam a ser divulgados trechos do pedido de desculpas da Andrade Gutierrez, que será publicado como anúncio nos grandes jornais do país.
Um deles diz o seguinte:
"Acreditamos que a Operação Lava Jato poderá servir como um catalisador para profundas mudanças culturais, que transformem o modo de fazer negócios no país. Esperamos que esse manifesto contribua para um grande debate nacional acerca da construção deste Brasil melhor, ajudando na eliminação de alguns de seus piores defeitos, como o desperdício de dinheiro público e a impunidade."
O Brasil continuará ser o país da impunidade enquanto continuar a usar eufemismos: onde se lê "desperdício de dinheiro público", leia-se "corrupção".

Dilma mais que triplica prestações do Minha Casa



Josias de Souza mostrou, no seu blog, uma malandragem de Dillma Rousseff. Ela mais do que triplicou o valor das prestações do Minha Casa Minha Vida, mas os aumentos só passarão a vigorar quando Michel Temer estiver na presidência.
A vigarice está numa carta que o governo federal mandou aos prefeitos:
"Cientes da importância do programa governamental Minha Casa, Minha vida —PMCMV—, vimos informar-lhe das alterações dos valores das prestações dos empreendimentos […], Faixa 1, a partir de 01/07/2016, conforme abaixo estabelecido através da portaria ministerial número 99 de 30/03/2016:
– Prestação mínima atual R$ 25,00 – a partir de 01/07/2016 R$ 80,00.
– Prestação máxima atual R$ 80,00 – a partir de 01/07/2016 R$ 270,00”

Em luto, mulher usa Dia das Mães para protestar e pedir justiça pelo assassinato do filho


Por Felipe Ribeiro e Djalma Malaquias

O Dia das Mães costuma ser de alegria e confraternização, mas para Giuvana Marta dos Santos, o dia foi de pedir justiça. Em luto pelo assassinato do filho, Diwmar Francisco de Almeida, ela levou cartazes para a frente do Cemitério do Orleans, em Curitiba, e pediu respostas para a brutalidade ocorrida em dezembro.
Diwmar morreu aos 29 anos
Diwmar morreu aos 29 anos
“Meu filho faria 30 anos e batalhava todos os dias como cobrador de ônibus. Todo Dia das Mães, ele era o primeiro a me ligar e hoje não tenho nada a comemorar, não consigo nem expressar a falta que ele me faz. Só quero justiça e que os homens que fizeram isso paguem pelos seus crimes”, disse.
Diwmar foi morto com diversos disparos de arma de fogo no início da tarde de 28 de dezembro, na Cidade Industrial de Curitiba. Ele estava em frente a um depósito de gás quando foi alvejado por uma dupla encapuzada. “Na noite de Natal, meu gás acabou e meu filho fez o favor de levar o botijão para mim. No dia em que ele foi trocar, isso aconteceu, uma maldade sem tamanho”, continuou.
Câmeras de segurança registraram o momento do crime, mas como os bandidos estavam encapuzados, dificultam a identificação. O caso está sob responsabilidade da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Mãe do filho de Diwmar, Paula Francielli Guimarães disse que esse não será só mais um assassinato. “Ele tinha família e estava lutando comigo pela nossa casa. Minha filha tem nove anos e sente muita falta do pai. Quem fez isso vai pagar”, concluiu.

Mais um na 'lista negra' de Dilma



Eduardo Paes declarou apoio a Michel Temer hoje no Rio, durante inauguração de um hospital na zona oeste.
"Se acontecer um impeachment, vamos ter parceira com o governo Michel Temer. Prefeito não faz oposição a governo nenhum."
O impeachment é um alívio para o prefeitinho, que não gosta de Dilma nem de Pezão, como revelaram os grampos da Lava Jato. E nem de Maricá.

MARANHÃO RECEBIA MESADA DE YOUSSEF


 


O Estadão resgatou o termo de colaboração 49, de Alberto Youssef, prestado em 20 de novembro de 2014. Nele, o doleiro incluiu Waldir Maranhão numa lista de deputados do PP que ele tinha "certeza de que receberam valores".
"Os valores até cerca de R$ 500 mil eram levados em espécie no corpo do declarante ou das pessoas que prestavam serviços a sua pessoa; que, para quantias maiores o declarante fretava aeronaves, sempre pagando em espécie e sem documentar a operação.A distribuição do dinheiro iniciava com José Janene, o qual receberia a porção maior, por ser o organizador do esquema. A média de ingresso de receitas era de cerca de R$ 4 a 5 milhões; que, os demais parlamentares recebiam entre R$ 10 e 150 mil mensais conforme a sua força política dentro do partido; que os repasses eram feitos em espécie.”

Estimativa tímida



O Antagonista acredita que há algo errado na estimativa do Globo de que há apenas 10 mil petistas entre os 107 mil funcionários que ocupam cargos comissionados no Executivo.
Considerando os 13 anos de aparelhamento da máquina pública e o próprio tamanho do PT, é mais provável que os 10 mil cargos sejam ocupados por não petistas.

Mantega usou BNDES para pedir doação, diz Odebrecht



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Marcelo Odebrecht relatou a procuradores da Operação Lava Jato, em roteiro para negociar sua delação premiada, que o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega eram os responsáveis por cobrar doações para a campanha de Dilma Rousseff em 2014.
Segundo o empreiteiro, ex-presidente e herdeiro do grupo que leva seu sobrenome –e que está preso desde junho de 2015 no Paraná–, Coutinho e Mantega dividiam a tarefa de obter o compromisso de doações entre empresários que tinham financiamento do BNDES para projetos no exterior.
As declarações de Odebrecht são uma tentativa de fechar acordo de colaboração com o qual conseguiria benefícios, como a redução de pena. Ele já foi condenado a 19 anos e 4 meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e por integrar organização criminosa.
Apesar das revelações, a Lava Jato ainda não fechou o acordo de delação premiada. Os procuradores cobram que o empresário explique como funcionaria o esquema de financiamento de projetos no exterior de empreiteiras brasileiras por meio do BNDES.
A Folha apurou que a Lava Jato acredita que Odebrecht pode trazer novidades nesta área, na qual o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendia interesses de construtoras brasileiras na disputa de projetos na América Latina e na África.
As obras financiadas pelo banco de fomento no exterior e executadas pela Odebrecht tiveram um salto a partir de 2007. De 1998 a 2006, a média anual de financiamento de obras da empresa fora do Brasil era de US$ 166 milhões. De 2007 a 2014, passou para US$ 1 bilhão.
PROPINA
Por meio da delação de executivos da Andrade Gutierrez, os investigadores da Lava Jato já sabem que o PT cobrava 1% de propina de empréstimos concedidos pelo BNDES para financiar obras fora do país. A empresa, porém, isentou o banco de participar de um esquema de corrupção. Coutinho e Mantega negam qualquer conversa sobre doações de campanha.
Segundo a Folha apurou, um ex-executivo de uma construtora envolvida na Lava Jato disse que, em agosto de 2014, ouviu de Coutinho, ao final de reuniões técnicas sobre financiamentos do BNDES, perguntas sobre a relação da empresa com o então tesoureiro da campanha de Dilma, o hoje ministro Edinho Silva (Comunicação Social).
O empresário, que à época discutia sobre os valores a serem doados para a campanha à reeleição da petista, entendeu as perguntas do presidente do BNDES como uma forma de pressão. O acordo para a doação foi fechado nas semanas seguintes.
Mantega já havia sido citado na Lava Jato como responsável por negociar doações para a campanha dilmista, inclusive com intermediação de pagamentos de caixa 2.
Mulher do marqueteiro João Santana, Monica Moura, também em tentativa de fechar colaboração premiada, disse que o ex-ministro se reuniu com ela por mais de uma vez para indicar executivos de empresas, inclusive da Odebrecht, que deveriam ser procurados para receber contribuições em dinheiro que não foram declaradas à Justiça Eleitoral.
Relatos de empresários dão conta de que Mantega e Coutinho eram responsáveis, em 2014, por receber grandes empreiteiros e pedir que eles se reunissem com Edinho para que "continuassem a ser ajudados" pelo governo.
Perguntado pelos investigadores, Odebrecht confirmou ainda que Dilma deflagrou uma ofensiva para garantir a liberdade de empreiteiros presos na Lava Jato, inclusive a dele.
A trama teria contado com a nomeação do ministro Marcelo Navarro para o Superior Tribunal de Justiça, como revelou o senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) em sua delação premiada.
A delação de Delcídio já foi usada de base pela Procuradoria-Geral da República para pedir ao Supremo Tribunal Federal a abertura de inquérito para investigar a presidente. Dilma nega as acusações e diz que as declarações de Delcídio são "mentirosas" e "levianas".
OUTRO LADO
Procurados pela reportagem, o presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho, e o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega afirmam que "nunca" trataram de doações para campanhas eleitorais.
Em nota, Coutinho afirmou que "este tema [as doações] jamais foi abordado durante qualquer contato com executivos da Odebrecht ou de qualquer outra empresa" e que "os financiamentos para a exportação de bens e serviços de engenharia brasileiros em obras de infraestrutura obedecem a uma governança baseadas em órgãos colegiados".
"Os desembolsos ocorrem, exclusivamente, no Brasil, em reais, e mediante a efetiva comprovação, por empresas de auditoria independente, da realização das exportações financiadas", completa a nota.
Por meio de seu advogado, José Roberto Batochio, o ex-ministro Mantega afirmou que "jamais tratou de assunto de campanha de quem quer que seja" e que "rechaça essa insinuação".
"Como ministro da Fazenda, Guido Mantega se ocupava de outras políticas públicas e, como membro do PT, jamais teve a incumbência de tratar de doações de campanha", afirmou Batochio.
Então tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff à Presidência da República em 2014, Edinho Silva afirma que as doações foram legais e que as contas da campanha da petista foram aprovadas pela Justiça Eleitoral.
O PT e o tesoureiro João Vaccari Neto negam que o partido tenha feito cobranças de propina em relação a empréstimos concedidos pelo BNDES a empreiteiras referentes a projetos financiados no exterior.
Vaccari e a sigla afirmaram que todas as doações realizadas para a campanha foram legais. 

Uma lágrima por Zé Roberto


zeroberto
Meninos, eu vi. Zé Roberto, um craque, verdadeiro craque. Não era um atleta. Nem tinha vida de atleta. Mas com ele aconteciam coisas maravilhosas em campo. Foi minha alegria enquanto jogou no Atlético. Meu tormento quando virou craque do Coritiba. Zé Roberto, o Gazela Negra na língua dos radialistas, morreu hoje, aos 70 anos. Não resistiu a uma cirurgia.

“Lula é a fonte de uma corrupção sem precedentes na história”, diz Nobel de Literatura


índice
O Nobel peruano de Literatura Mario Vargas Llosa disse nessa quinta-feira (5) na Argentina, onde participa da Feira Internacional do Livro, que considera “muito saudável” que o Brasil passe pela crise política atual. “Acho que o que está acontecendo em Brasília é um protesto do setor mais saudável e criativo do país diante de uma democracia que estava gangrenada pela corrupção”, afirmou. As informações são do Brasil em Pauta.
Segundo Vargas Llosa, “o mundo inteiro tinha santificado Lula, e logo os brasileiros são os primeiros a descobrir que o regime de Lula é a fonte de uma corrupção sem precedentes na história brasileira”. “O que está ocorrendo no Brasil é saudável, muito saudável, e demonstra a liberdade que permitiu que isso seja exposto”, comentou.
“O regime de Dilma Rousseff herdou uma corrupção que nasce com Lula. Então, é bom que o Brasil viva essa catarse e tire seus santos do pedestal”, completou.

Policial à paisana finge infarto para ‘atrapalhar’ assalto a ônibus


Bandidos assaltavam passageiros com facão
Bandidos assaltavam passageiros com facão Foto: Foto de leitor via WhatsApp
Extra
Dois homens armados com facões de churrasco assaltaram passageiros de um ônibus frescão no sentido Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, na noite de sexta-feira. A dupla anunciou o assalto em São Conrado, na Zona Sul, e pegou celulares e dinheiro das pessoas que estavam no veículo, por volta das 21h. Ao passar por uma viatura da Polícia Militar próxima ao shopping Downtown, na Barra, um passageiro, que era um policial civil à paisana, fingiu ter um ataque cardíaco, e os bandidos deixaram que o motorista parasse no ponto de ônibus e saltaram.
Em seguida, o agente, que não estava armado, pediu ajuda dos policiais militares. Ele e a equipe começaram a perseguir os bandidos, um deles caiu na fuga e foi preso. O homem já tinha seis passagens por roubo registradas na polícia.
O policial civil que simulou o problema de saúde estava com a noiva no ônibus e ajudou os PMs na perseguição pela Avenida das Américas:
— No assalto, eu pensei que ia morrer, eles revistaram todo mundo e ameaçaram de morte. Graças a Deus não viram minha identificação da polícia na minha carteira, dentro da mochila.
De acordo com ele, mesmo com o treinamento da polícia, houve momentos de muita tensão:
— Foi um pânico total no ônibus. Achei por diversos momentos que eles iam me matar ou a alguém do ônibus.
As informações chegaram pelo WhatsApp do EXTRA (21 99644-1263).
Confira a nota da Polícia Civil:
De acordo com informações prestadas pelo Delegado de Polícia Marcus Vinicius, Titular da 16ª Delegacia de Polícia – Barra da Tijuca, foi preso em flagrante Roberto da Conceição, após roubar passageiros de um ônibus na Avenida das das Américas, em frente a um shopping, nesta sexta dia 06 de Maio. O criminoso, que utilizou um facão para intimidar as vitimas, ao desembarcar do coletivo, foi perseguido por um policial civil, que também estava dentro do veículo, e veio a prendê-lo com auxilio de policiais militares.


De bruços e com mãos amarradas, jovem é encontrado morto dentro de carro abandonado


Por Marina Sequinel e Daniela Sevieri
(Fotos: Colaboração)

Um rapaz de aproximadamente 25 anos foi encontrado morto dentro de um carro em Campo Magro, na região metropolitana de Curitiba, na tarde deste sábado (7). O veículo, um Ford Fiesta prata, estava abandonado na Rua José Ali Manfron, no bairro Campo Novo.
A vítima foi deixada no banco de trás do automóvel, de bruços e mãos amarradas para trás. Segundo informações preliminares da polícia, não havia nenhuma marca de violência aparente no corpo do jovem, que ainda não foi identificado.
O cadáver foi recolhido ao Instituto Médico Legal de Curitiba, onde passará por exames que devem determinar a causa da morte. A Polícia Civil é responsável por investigar o caso.