Prefeita BETI PAVIN assinou ORDEM DE SERVIÇO para PAVIMENTAÇÃO da Rua Formosa do Oeste com mais mil e quinhentos metros de extensão


Nessa noite  de terça feira dia 24/05 a prefeita Beti Pavin assinou a ORDEM DE SERVIÇO para a pavimentação da rua Formosa do Oeste em dois trechos. O lote I terá 810,01 metros e compreende da Rua Cerro Azul e Antonio Fracaro com investimentos de R$ 547.268,41. 

Já o lote II vai da Rua Cerro Azul e a Rua Paranaguá com 705,77 metros, com investimentos de R$ 674.033,71. Essa pavimentação só está acontecendo porque a Prefeitura conseguiu financiamento do BRDE - Banco Regional do Extremo Sul















Casos de microcefalia confirmados no País chegam a 1.434


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O número de bebês com diagnósticos de microcefalia confirmados no País chegou a 1.434. O dado foi divulgado nesta terça-feira, 24, pelo Ministério da Saúde e faz referência a informações enviadas pelas secretarias estaduais de saúde até o dia 21 de maio.
Desde o início das investigações, em outubro de 2015, 7.623 casos da má-formação foram relatados como suspeitos, dos quais 3 257 permanecem sob análise e outros 2.932 foram descartados após os bebês apresentarem exames nornais.
O ministério informou que os 1.434 casos de microcefalia ocorreram em 517 municípios, de 25 Estados e do Distrito Federal; o Acre permanece como única unidade sem diagnóstico. Dentre os casos confirmados, 208 tiveram confirmação laboratorial para o vírus da zika.
“O Ministério da Saúde, no entanto, ressalta que esse dado não representa, adequadamente, a totalidade do número de casos relacionados ao vírus. A pasta considera que houve infecção pelo zika na maior parte das mães que tiveram bebês com diagnóstico final de microcefalia.”, declarou a pasta.
No período da investigação, já foram registrados 285 óbitos relacionados à má-formação após ou durante a gestação. “O Ministério ressalta que está investigando todos os casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central, informados pelos Estados, e a possível relação com o vírus da zika e outras infecções congênitas. A microcefalia pode ter como causa diversos agentes infecciosos além do zika, como sífilis, toxoplasmose”, dentre outros agentes infecciosos, informou.
Pernambuco é o Estado com o maior número de casos confirmados: 359. A Região Nordeste concentra 1.273 diagnósticos positivos para microcefalia, no total de 1.434. Em São Paulo, até o último registro, foram oito confirmações.

Motorista fica preso às ferragens após acidente com biarticulado no Centro de Curitiba


Por Felipe Ribeiro e Daniela Sevieri

Um homem ficou ferido no começo da noite desta terça-feira (24) após acidente entre um veículo Spacefox e um biarticulado, no Centro de Curitiba. De acordo com testemunhas, a vítima dirigia o automóvel e teria tentado realizar uma conversão proibida no cruzamento da Rua Alferes Poli com a Avenida Visconde de Guarapuava, sendo atingida na lateral por um ônibus da linha Pinheirinho/Rui Barbosa.
De acordo com o tenente Hunzicker, o ônibus atingiu uma região muito próxima ao motorista, que ficou preso contra as ferragens e precisou ser levado ao Hospital Evangélico. “É importante sempre lembrar que o amarelo é atenção, não para acelerar. Não sabemos exatamente se esse é o caso, mas aparentemente o Spacefox foi atingido após o motorista perceber que não poderia entrar na Visconde de Guarapuava”, disse.
Após a batida, o carro chegou a ser arrastado por meia quadra e ficou destruído.`
À Banda B, o motorista do ônibus disse que seguia até a Praça Rui Barbosa, quando o automóvel tentou fazer a conversão. “Tentei evitar, mas ele estava em um ponto cego e não poderia fazer essa conversão. Tentei segurar, mas foram ainda 20, 30 metros arrastando. Não pude frear muito bruscamente até por causa dos meus passageiros”, explicou.
O trânsito na região, que já costuma ser muito intenso, ficou caótico devido ao atendimento. A vítima passa bem.
A Delegacia de Delitos de Trânsito verifica o caso.

Sequestrador de Ana Hickmann foi ‘assassinado com crueldade e frieza’, diz irmã



Em meio à dor de ver o irmão envolvido e morto em um caso policial que ganhou destaque em toda a imprensa nos últimos dias, Elaine de Pádua saiu em defesa de Rodrigo Augusto, o fã obcecado que fez a apresentadora Ana Hickmann de refém em um hotel de Belo Horizonte, no sábado passado. A ex-modelo estava na cidade para lançar uma linha de roupas. Para Elaine, Rodrigo agiu por "amor" e não por "maldade" e foi "assassinado com crueldade e frieza". "Ele já estava imobilizado quando levou os tiros, os três pelas costas", escreveu em mensagem no Facebook. Rodrigo Augusto de Pádua foi morto pelo cunhado de Ana Hickmann, Gustavo Corrêa, que também foi feito refém pelo fã e entrou em luta corporal quando ele teria avançado sobre a apresentadora, desarmando-o e então atingindo-o duas vezes na cabeça, além de uma terceira vez no braço. Segundo contou em entrevistas e à polícia, ele teria agido em legítima defesa: nesse meio tempo, a mulher de Gustavo, Giovanna, foi alvejada duas vezes por Rodrigo, no braço e no abdômen.

"Sinto muito pela apresentadora e sua família, sei que não foi fácil todo esse pesadelo, mas, por ela ser uma pessoa pública, estão nos crucificado e isso é injusto. Não estou aqui para defender ou isentar meu irmão da sua responsabilidade, ele não está mais entre nós para se defender. Estava transtornado sim, mas foi assassinado com crueldade e frieza", escreveu Elaine. "Eu acredito no Deus de justiça e amor e sei que a verdade vai aparecer, caso isso não aconteça eu acredito na lei divina, porque essa não falha jamais."
Para ela, o irmão só queria "conversar" com Ana Hickmann, e não fazer mal à apresentadora. "Muitas contradições nos depoimentos e, como minha mãe mesma disse, ele só queria conversar e vê-la... queria atenção de alguma forma. Não vamos esquecer que ele foi impulsionado pelo amor que tinha por ela, em seu mundo ele sofria muito com tudo isso... só quem convivia com ele sabe o que estou dizendo", escreveu. "O amor levou o meu irmão a tudo isso, não à maldade e crueldade como estão falando."
Elaine continua descrevendo o irmão morto como um filho dedicado à mãe e contando seus planos para o futuro. "Respeitem a minha família e a memória do meu irmão, ele não está mais aqui... e não tentem achar um culpado crucificando minha família.... minha mãe sangra, ele era a menina dos olhos dela e ele como sempre dizia: 'Minha mãezinha linda e gordinha. Te amo e não vivo sem a senhora, cuida da sua saúde', e abraçava o tempo todo, quando podia...", publicou. "Seu grande sonho era ser médico, dermatologista... Enfim... uma vida interrompida pela brutalidade. Orem por mim e pela minha família, a dor é imensa."
Outro irmão de Rodrigo Augusto, Helisson, frisou em seu perfil no Facebook que o sequestrador era um "ser humano bom e amável". "Todos que nos conhecem sabem que Rodrigo Augusto de Pádua era alegre, amoroso, gentil, cuidava dos meus pais com muito amor", escreveu.

Afastado do Planejamento, Jucá ocupa tribuna do Congresso e provoca bate-boca


Romero Jucá parecia tranquilo um dia após ser licenciado(Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Um dia depois de deixar o comando do Ministério do Planejamento após ser flagrado em conversa em que sugere um pacto para conter a Operação Lava Jato, Romero Jucá (PMDB-RR) circulou normalmente no Congresso Nacional nesta terça-feira. Pela manhã, o peemedebista foi ao microfone para se defender, disse que não cometeu nenhuma irregularidade e afirmou estar "muito tranquilo". Tamanho era o conforto de Jucá que ele ocupou a tribuna do plenário durante a votação dos vetos presidenciais, sentando-se ao lado do presidente Renan Calheiros (PMDB-AL). Aliados da presidente afastada Dilma Rousseff atacaram Jucá - que logo foi defendido por seus colegas, entre eles o próprio Renan Calheiros.
A confusão começou quando a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) dedicou sua fala para dizer que a posição de Jucá no posto de destaque da tribuna era um "acinte" e que causava "incômodo" no plenário. "Devia pelo menos ter a capacidade de se recolher", afirmou a parlamentar, que é uma fiel aliada de Dilma.
O ministro por 12 dias no governo interino de Michel Temer foi defendido pelo deputado Heráclito Fortes (PSB-PI), que lembrou que Jucá é segundo vice-presidente do Congresso, e pelo líder do PHS, Givaldo Carimbão. "Acho que dá para fazer política com grandeza. Não dá para ser dessa forma", disse, criticando a deputada do PCdoB.
Renan Calheiros também entrou na confusão e mirou no ex-ministro de Dilma Aloizio Mercadante, também flagrado em aúdio tentando barrar a Lava Jato, conforme VEJA revelou. "O deputado Carimbão estranhou a proporcionalidade. Ele não viu a senhora ter a mesma proporcionalidade de veemência no caso do ministro Aloizio Mercadante. [A senhora] não falou com a força que falou no caso do senador Romero Jucá", disse o presidente do Congresso, provocando gritos de apoio no plenário.
A sessão, em seguida, foi retomada. Deputados e senadores analisam vetos que trancam a pauta do Congresso e impedem a votação da revisão da meta fiscal, que é prioridade de Michel Temer. A intenção de aliados do presidente interino é votar a medida ainda nesta terça-feira.
Áudio - Jucá foi flagrado em conversa com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, afilhado político de Renan Calheiros e alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal junto com o presidente do Congresso. No diálogo, Jucá sugeriu que uma possível mudança no governo federal resultaria em um pacto para "estancar a sangria" feita pela Operação Lava Jato, que investiga ambos. A gravação derrubou o peemedebista do Ministério do Planejamento.

Ministro do Turismo encontra Janot no mesmo dia da queda de Jucá


Henrique Eduardo Alves levou ao procurador-geral da República discussões sobre projeto para legalizar jogos de azar

TALITA FERNANDES
24/05/2016 - 18h11 - Atualizado 24/05/2016 19h46
Investigado na Lava Jato, o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, encontrou-se na segunda-feira (23) com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. A reunião ocorreu na sede da Procuradoria, na mesma hora em que o afastamento do senador Romero Jucá (PMDB-RR) do ministério Temer era oficializado, por ter sido flagrado em gravação defendendo limites para a investigação.
O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Alves pediu espaço na agenda de Janot para levar até ele as discussões sobre o projeto que visa legalizar no Brasil os jogos de azar. Ambos negam que eles tenham tratado de qualquer assunto ligado à investigação. Enquanto o PGR e o ministro discutiam o controverso projeto, que enfrenta resistência do Ministério Público e da Polícia Federal, Jucá anunciava sua saída do Ministério do Planejamento.
Com a saída de Jucá, os olhos se voltaram para Henrique, investigado no mesmo inquérito que Eduardo Cunha. Nesta semana, Janot pediu também a inclusão de Henrique no principal inquérito da Lava Jato, que apura formação de quadrilha e no qual estão o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e mais outros 60 políticos.
Jucá foi gravado por Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro e também investigado na Lava Jato, dizendo que era preciso um “pacto” para evitar a “sangria” provocada pela Lava Jato. O senador sugeria ainda que Temer poderia ser a solução para conter as investigações. A conversa, divulgada na segunda-feira (23) pela Folha de S.Paulo, foi gravada semanas antes da votação do impeachment na Câmara.

Bancadas do PT, PDT, PPS, PCdoB e Rede do Senado vão à PGR contra Romero Jucá


Parlamentares se unem para pedir investigação para apurar gravação entre senador e ex-presidente da Transpetro, que acabou levando Jucá a se licenciar do Ministério
24/05/2016 - 19H09 - POR ESTADÃO CONTEÚDO
Romero Jucá (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
PT, PDT, Rede, PCdoB e PPS entraram nesta terça (25/05) com uma representação contra o senador Romero Jucá (PMDB-RR) na Procuradoria Geral da República (PGR) pedindo a instauração de procedimento investigatório para apurar a gravação onde o peemedebista conversa com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.

Em outra frente, os petistas pedirão nesta quarta, 25, a paralisação dos trabalhos da comissão especial do impeachment no Senado até que o caso seja esclarecido.Para os 15 senadores que assinam o pedido, Jucá agiu para obstruir a Operação Lava Jato e buscou influenciar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

"Bandidos"
"Pedimos que a PGR dê celeridade a esse processo. A conversa deixa muito claro de que ele constrói todo um ambiente para viabilizar o impeachment da senhora presidente e, ao mesmo tempo, para impedir o andamento das investigações pela Lava Jato", disse o senador José Pimentel (PT-CE). Diferentemente do PSOL da Câmara, os senadores não sugerem a prisão preventiva do peemedebista.

"A prisão é um desdobramento por parte do procurador-geral", justificou Pimentel.No pedido de investigação, os parlamentares pedem que Jucá seja impedido de voltar a ocupar o Ministério do Planejamento e que, ao voltar a circular no Senado, Jucá seja impedido de frequentar lugares, ter contado com pessoas ou usar da função parlamentar para criar obstáculos à Lava Jato.

A representação é assinada por 10 senadores do PT, mais os senadores Cristovam Buarque (PPS-DF), Reguffe (sem partido-DF), Telmário Mota (PDT-RR), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP). O pedido é uma ação paralela dos parlamentares à representação do PDT no Conselho de Ética no Senado, mas segundo Pimentel, os pedidos têm a mesma fundamentação.
Os senadores acreditam que o caso de Jucá é mais grave do que a gravação do ex-senador Delcídio Amaral (sem partido-MS) porque vai além da tentativa de cerceamento da Justiça, atinge o afastamento da presidente Dilma Rousseff e fala em "acordo" com todos os setores. "Jucá era o maior articulador do impeachment no Senado. Era Eduardo Cunha na Câmara e ele no Senado", disse o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que fará uma questão de ordem na reunião da comissão do impeachment pedindo a suspensão dos prazos.

Lindbergh lembrou as críticas feitas pelos jornais internacionais ao processo de impeachment e disse que o País se transformou em "republiqueta". "Parece uma quadrilha parlamentar tentando afastar uma presidente honrada, honesta", emendou. O senador ironizou as declarações do presidente em exercício, Michel Temer, sobre sua experiência em "tratar com bandidos" quando foi Secretário da Segurança Pública de São Paulo.

"Nós estranhamos a declaração, foi quase que uma autoconfissão", comentou. O petista disse que o atual governo é fraco, vacilante e que se desgasta há 12 dias. "Na minha avaliação esse governo não se sustenta por mais três meses. A gente só está esperando os novos fatos", afirmou.

Morreu Arnaldo Malheiros




Morreu hoje o criminalista Arnaldo Malheiros Filho, que defendia José Carlos Bumlai na Lava Jato.
Malheiros era amigo de Márcio Thomaz Bastos e advogou para Delúbio Soares, FHC, Fernando Collor, Paulo Maluf, Edemar Cid Ferreira e Eliane Tranchesi.

Obstruam Lula e Dilma



Dilma Rousseff e Lula se reúnem agora à noite com senadores petistas no Palácio da Alvorada.
Segundo O Estadão, o objetivo do encontro é traçar estratégias para travar o processo de impeachment e intensificar a oposição a Michel Temer.
Os senadores querem suspender a reunião da Comissão Especial do Impeachment até que Romero Jucá seja investigado pela gravação com Sérgio Machado.
O Antagonista defende que Jucá seja investigado depois que Dilma e Lula sejam presos por obstrução à Lava Jato.

CONFIRMADO: RENAN FOI GRAVADO POR SÉRGIO MACHADO



O Antagonista acaba de confirmar que serão divulgados áudios de diálogos entre Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, e Renan Calheiros, presidente do Senado.
Assim como nos áudios da conversa com Romero Jucá, é clara a estratégia de Sérgio Machado de tentar extrair "revelações" de Renan Calheiros, a fim de convencer a Justiça a aceitar um acordo de delação premiada que livre ele próprio da cadeia.

Veja como repercutiu a gravação de Jucá na imprensa internacional


Ministro foi exonerado após gravação que cita 'pacto' para barrar Lava Jato.
Para jornais dos EUA e da Europa, caso é fator desestabilizador de Temer.

Do G1, em São Paulo
'The Guardian' vê 'plano maquiavélico' de impeachment (Foto: Reprodução/the guardian)'The Guardian' vê 'plano maquiavélico' de impeachment (Foto: Reprodução/the guardian)
O diário espanhol “El País” assinalou o caráter explosivo da gravação: “O vazamento é uma bomba para o governo recém-empossado, que já enfrenta desconfiança por seus vínculos com o caso Petrobras. O PMDB tem nomes importantes na investigação. Temer repete desde que chegou ao poder que não interferirá nas investigações, mas deu cargos-chave de seu governo a nomes que não são totalmente limpos”.
Reportagem do jornal inglês “The Guardian"considera que o governo Temer teve a “credibilidade abalada” após a revelação do “plano maquiavélico” para derrubar Dilma Rousseff. “É improvável que este seja o último golpe contra o presidente interino Michel Temer, cujo gabinete centro-direitista inclui sete ministros implicados na investigação da Lava Jato”, afirma o diário, para quem a administração interina do governo federal “demonstrou poucos sinais de reduzir tensões ou restaurar credibilidade”.
jornal britânico “Financial Times” considera que o caso envolvendo Jucá “ameaçou desestabilizar o novo governo de Temer quando ele busca lançar um programa econômico ambicioso que visa balancear o orçamento do Brasil e colocar as fundações para a recuperação econômica”.
Para o diário americano “The New York Times” as novas acusações “provavelmente levantarão mais questões sobre os motivos” por trás do impeachment de Dilma, além de tornar mais criteriosa a avaliação da opinião pública sobre seus demais ministros, dos quais alguns têm outros problemas legais.
Caso também foi notícia no 'New York Times' (Foto: Reprodução/The New York times)Caso também foi notícia no 'New York Times' (Foto: Reprodução/The New York times)