FENAPAR visita PARCEIROS DO RIM em Colombo para a promoção da SAÚDE RENAL


Renato e D. Isoldi com Edson Baggio
Nessa quinta feira dia 02 de junho a PARCEIROS DO RIM, recebeu a  visita do Renato Padilha, presidente da FENAPAR - Federação Nacional das Associações de Pacientes Renais e Transplantados do Brasil e sua tesoureira D. Isoldi Chies, que vieram para tratar de assuntos para promover a melhora da qualidade do tratamento renal em Colombo  e trabalhar em cima da prevenção das doenças que causam  a INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA. Outro assunto super importante que trouxe a diretoria da FEDERAÇÃO é o credenciamento da CDR de Colombo junto ao SUS.

Visita na sede da Parceiros do Rim - Valdineia - Coordendora
 Eu e o Renato e D. Isoldi e o  estivemos na parte da manhã uma reunião na sede do INSTITUTO DO RIM em Curitiba, com os sócios, Dr. Ricardo Akel, Helio Vida Cassi e Jose Rubens onde traçamos nosso plano de ação para fazer a parte politica em Brasilia  para a HABILITAÇÃO da CDR de Colombo. 

 Nas primeiras horas da tarde estivemos na CDR de Colombo para que o Renato e D. Isoldi conhecesse as instalações da clinica. Fomos bem recebidos pela Coordenadora da Unidade  a Ingrid Gomes e pela enfermeira chefe Adriana Jacomeli.

Renato Padilha na CDR
Depois disso fizemos uma visita super rápida na sede da PARCEIROS DO RIM, que funciona junto ao Centro de Convivência Lírio do Vale no Guarituba, onde fomos atendidos pela coordenadora Valdinéia Tavares.

Isoldi Chies na CDR
 Para encerrar o dia fizemos uma visita ao gabinete do vereador Professor Waldirlei Bueno, que infelizmente estava cumprindo uma agenda fora, mas seu chefe de gabinete Edson Bagio nos recepcionou.
Ingrid e Renato na CDR

Isoldi, Ingrid, Nilton e Renato.

Isoldi, Adriana, Nilton, Ingrid e Renato.





Dr. Ricardo Akel, Nilton, Isoldi, Dr. Jose Rubens, Dr. Helio e Renato.

Ministro incriminado na Lava Jato deixará governo, diz Michel Temer


Presidente da República em exercício concedeu entrevista ao 'SBT Brasil'.
Dois ministros deixaram cargos no intervalo de três semanas de governo.

Do G1, em Brasília
O presidente da República em exercício, Michel Temer, afirmou nesta quinta-feira (2) em entrevista concedida ao jornal "SBT Brasil" que, em caso de novas revelações de envolvimento na Lava Jato ou denúncia de corrupção, ministro de seu governo deverá deixar o primeiro escalão. Desde 12 de maio, quando Temer assumiu a presidência no lugar da presidente afastada, Dilma Rousseff, dois novos ministros deixaram o cargo que ocupavam no governo.

Fabiano Silveira, ex-ministro da Transparência, deixou o posto após vazamento de áudio no qual ele criticou a condução da Operação Lava Jato pela Procuradoria Geral da República (PGR). O ex-ministro do planejamento Romero Jucá saiu do governo após vazamento de conversa na qual ele diz que é preciso "pacto" para barrar a Lava Jato.
Na entrevista exibida na TV, Temer foi perguntado se haverá demissões no mesmo dia em caso de eventuais novas revelações envolvendo ministros e a Operação Lava Jato ou outros casos de corrupção.  "Acho que os ministros sairão, eu não tenho a menor dúvida disso. Se houver incriminações, acho que o próprio ministro tomará a providência", declarou.
"Às vezes dizem: ‘o Temer demorou a tirar o ministro’. O fato aconteceu às 11 horas de uma noite... não existe isso [de demorar a demitir]", completou.

Previdência e CPMF
Na entrevista, o presidente em exercício foi perguntado se é favorável à idade mínima para a aposentadoria. Ele respondeu que sim, inclusive para servidores públicos. “Sim, acho que é preciso igualdade, isonomia. E penso que os servidores públicos não se abalariam”, afirmou. Ele destacou que é preciso "reformular a Previdência" no país.

A equipe econômica montada por Temer tem dito, desde que o peemedebista assumiu interinamente a Presidência, que uma das prioridades do governo será fazer uma reforma nas regras previdenciárias. Uma demonstração de que mudanças no setor serão um dos focos do presidente em exercício foi a incorporação da Secretaria de Previdência Social ao Ministério da Fazenda. Antes, a área integrava o Ministério do Trabalho.

"Qual é a solução agora? Estamos vendo uma fórmula de comum acordo com centrais sindicais, com a sociedade. Num dado momento, formularemos um projeto dizendo [como será]. Ou fazemos isso, ou a Previdência não dará conta”, disse.

Temer também não descartou a possibilidade de retorno da CPMF que, segundo ele, seria “necessariamente” temporária.

Reajustes a servidores
Michel Temer também comentou, na entrevista, os reajustes salariais que a Câmara aprovou na noite de quarta-feira e na madrugada desta quinta para várias categorias do serviço público. A estimativa, segundo os projetos aprovados, é que o impacto dos aumentos nas contas públicas seja de R$ 50 bilhões em quatro anos. Para Temer, os reajustes são "discretos" e "pacificam" a relação de servidores com o governo.

"Foi uma coisa ajustada no governo anterior, por várias categorias, Ministério Público, que ansiavam pela aprovação dessa matérias". disse. "Elas pacificam a relação do governo com varias categorias. É um aumento discreto. [...] É util para o governo", concluiu.

Recuos
Questionado sobre recuos em seu governo, Temer disse não ver problema em fazer mudanças, como quando a pasta da Cultura voltou a ter status de ministério e deixou de ser secretaria vinculada ao Ministério da Educação. “Que coisa boa, não é? Você sabe que só autoritários é que não recuam, e que não percebem o equívovo?”, contestou.
Ao comentar a mundança que fez na pasta da Cultura, Temer disse que “tanto faz” o status, de secretaria ou ministério. “Se for secretaria, vai ter o mesmo orçamento, os mesmos incentivos, Lei Rouanet em vigor, o mesmo modelo. Eu vou ficar  suportando objeções ao longo do tempo? Então que se restaure o ministério”, declarou.

Acidente na frente da casa de Naldo danifica carro do cantor


Um caminhão desgovernado perdeu o freio no condomínio onde o artista mora, no Rio de Janeiro

01/06/2016 - 15h36 - Atualizado 01/06/2016 21h36
Ninguém ficou ferido no acidente no condomínio Valeu do Pau Ferro, no Rio, onde o cantor Naldo mora (Foto: Divulgação)
Um caminhão desgovernado, que perdeu o freio na tarde da quarta-feira (1º), danificou um dos carros do cantor Naldo. O veículo, da empresa de limpeza de fossas Imperador, fazia um serviço em um condomínio no bairro do Pau Ferro, Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde Naldo mora com a mulher, Ellen Cardoso, e a filha, Maria Victória, de quase 2 anos. O caminhão bateu em vários veículos no local. Um dos carros danificados é um Hilux preto, com valor de mercado que pode chegar a R$ 200 mil, e pertence a Naldo. Ninguém ficou ferido durante o acidente e a polícia foi acionada para esclarecer as causas do ocorrido.
A Hiluz preta de Naldo, que foi danificada no acidente. Valor de mercado que pode chegar até R$ 200 mil, (Foto: Divulgação)
Fã de carros importados, o intérprete dos hits “Amor de chocolate” e “Água de coco” tem uma coleção de veículos e já chegou a ter nove possantes na garagem. Mas no início do ano ele se desfez de alguns modelos. Recentemente, Naldo chamou a atenção ao circular pelo bairro carioca da Barra da Tijuca a bordo de um Porsche amarelo, modelo boxster, avaliado em nada menos queR$ 360 mil.
Carro de vizinho de Naldo também é atingido pelo acidente no condomínio (Foto: Reprodução)

Rumores sobre o afastamento de Renan dominam jantar na casa de senador


Parlamentares consideraram que dificilmente Renan permanecerá à frente do Senado após a delação de Sérgio Machado

MURILO RAMOS
02/06/2016 - 00h35 - Atualizado 02/06/2016 15h04
Senador Renan Calheiros chega na mesa da presidênncia do Senado (Foto: Sérgio Lima/ÉPOCA)
Os rumores sobre o afastamento de Renan Calheiros da presidência do Senado dominaram as conversas durante o jantar oferecido na casa do senador Wellington Fagundes (PR-MT), na noite da quarta-feira (1), em Brasília. Ao longo do dia, criou-se a expectativa de que o ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki, relator da Lava Jato, decidisse pela saída de Renan do comando da Casa, a exemplo do que fez com Eduardo Cunha na Câmara dos Deputados.
Senadores e deputados de diferentes partidos comentaram, em meio ao jantar, haver poucas chances de Renan permanecer na presidência após a delação premiada de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro e aliado do senador alagoano. Machado gravou uma série de conversas com Renan e entregou o material a investigadores da Lava Jato.
Entre os presentes no jantar de Wellington Fagundes estava o senador Jorge Viana (PT-AC). Se Renan for afastado, Viana assumirá o posto. O petista é o vice-presidente do Senado.
Correção: Diferente da nota anterior, o jantar foi oferecido na casa do senador Wellington Fagundes e não na do ex-senador Wellington Roberto. 

Delator revela desvio de dinheiro em contrato da Presidência para pagar dívida da campanha de Dilma


O empresário Bené, operador do PT preso pela PF, relata ação de assessor da presidente para direcionar contrato milionário de publicidade da Presidência, em 2015, para quitar dívida da petista com a agência Pepper

FILIPE COUTINHO E TALITA FERNANDES
02/06/2016 - 16h24 - Atualizado 02/06/2016 19h03
Giles Azevedo, num escritório do PT em Brasília, durante a campanha de Dilma à Presidência, em 2010. Os dois são amigos há duas décadas, desde os tempos em que militavam no PDT (Foto: Alan Marques/Folhapress)
O empresário Benedito Oliveira Neto, o Bené, investigado naOperação Acrônimo da Polícia Federal, disse em sua delação premiada que o ex-chefe de gabinete da presidente Dilma Rousseffusou um contrato do Palácio do Planalto em 2015 para quitar dívidas da campanha presidencial de 2010.
Esta é a primeira vez que a Polícia Federal obtém evidências de que o Planalto comandado por Dilma desviou dinheiro público da Presidência da República para quitar caixa dois de campanha. Segundo Bené, a operação, coordenada no gabinete presidencial, transcorreu entre 2014 e 2015, em meio às investigações da Lava Jato e da própria Acrônimo. ÉPOCA teve acesso a parte dos depoimentos de Bené prestados à Polícia Federal em sua delação, que serão usados para a abertura de novos inquéritos.  Bené está preso pela PF e é acusado de ser o principal operador de Fernando Pimentel, ex-ministro de Dilma e atual governador de Minas Gerais.
Segundo o empresário, Giles Azevedo, assessor mais próximo de Dilma, atuou para que o Planalto pagasse dívidas da campanha com a agência de comunicação Pepper, responsável pelo pleito de Dilma em 2010. 
Bené contou aos investigadores que o governador de Minas confidenciou a ele que a Pepper vinha pressionando, desde 2014, para que fossem saldadas as dívidas de campanha. Foi então que Giles Azevedo trouxe uma solução, segundo Bené – e a solução foi pagar com o dinheiro do Planalto.
Para isso, de acordo com a delação premiada, Giles atuou para que a Secretaria de Comunicação da Presidência da República pagasse a dívida, por meio de um contrato com a agência Click. A licitação, de fato, foi feita e o contrato de R$ 44,7 milhões foi oficializado apenas em março de 2015. Ou seja, segundo relato de Bené, Giles antecipou a formalização de um contrato da Presidência que só ocorreria meses depois. Segundo o Portal da Transparência, a agência já embolsou R$ 17 milhões desde então. Além desse contrato com o Planalto, a empresa mantinha apenas um nanico com a Embratur. Perguntado sobre o anexo da delação referente ao acordo da Pepper com o Planalto, que cita a campanha presidencial, Bené disse em depoimento: “QUE FERNANDO PIMENTEL relatou ao colaborador que GILES AZEVEDO se propôs a atender ao pedido de DANIELLE (PEPPER) a partir de contratação da agência CLICK em 2015, na qual a PEPPER teria uma participação”.
DELAÇÃO PREMIADA Operador de Bené relata acerto de contrato do Planalto para quitar dívida (Foto: Reprodução)
Segundo o delator, esse relato partiu de Fernando Pimentel, numa reunião ocorrida em 2014 entre o atual governador de Minas e Giles, num apartamento na Quadra 114 sul, em Brasília. “Em uma oportunidade no ano de 2014, FERNANDO PIMENTEL chamou o colaborador para um encontro no apartamento localizado na 114 sul, quando relatou que tivera um encontro que acabara de acontecer com GILES AZEVEDO sobre cobranças que ambos vinham recebendo de DANIELLE (PEPPER).” De acordo com Bené, a contratação de agência Click seria uma maneira de “não expor as partes (governo e Pepper)”.
Bené, contudo, disse que não atuou no caso e, por isso, não poderia informar sobre pagamentos ou irregularidades no contrato. Segundo ÉPOCA apurou, haverá um inquérito para investigar a suspeita levantada por Bené.
MAIS DINHEIRO PARA O PT EM 2014     
A delação de Bené acusa também o PT de arrecadar propina como doação eleitoral na campanha de 2014. Esse valor foi, inclusive, destinado ao diretório nacional do partido. Naquele momento, vale registrar, a Operação Lava Jato já estava na rua. O empresário afirma que Pimentel cobrou R$ 5 milhões em propina do grupo JHSF. O valor foi usado, de acordo com o delator, como compensação pelo lobby que Pimentel fez para que o grupo pudesse operar no aeroporto Catarina, em São Roque. Para isso, segundo Bené, Pimentel tentaria viabilizar financiamento do BNDES, a autorização da Secretaria de Aviação Civil e que os Correios passassem a usar o aeroporto. Segundo Bené, apenas a autorização saiu.
O delator afirma que, de início, foi discutido colocar Fernando Pimentel como sócio oculto do aeroporto. Depois, acharam mais prático simplesmente cobrar R$ 5 milhões. A propina, segundo o delator, foi acertada no apartamento de Fernando Pimentel, em Brasília. Bené dá detalhes. Antes do encontro, ele foi informado por Pimentel que deveria cobrar R$ 5 milhões. Na reunião, não foi tratado de dinheiro – apenas falaram das demandas da empresa. Foi então que Bené acompanhou os empresários até a saída do prédio e informou o valor da propina com José Auriemo Neto, apelidado de Zeco, e um executivo chamado Humberto. “Ao final desse encontro, O colaborador acompanhou ZECO e HUMBERTO até a saída do edifício da residência de FERNANDO PIMENTEL, oportunidade em que o colaborador informou aos empresários a solicitação de 5 (cinco) milhões de reais, o que foi aceito por eles.”
Em nota, o advogado de Pimentel, Eugênio Pacelli, desqualifica a delação de Bené. “É preciso lembrar que a delação por si só não é elemento de prova e a divulgação de parte de seu suposto conteúdo, ainda na fase do primeiro depoimento, além de ilegal, o que pode invalidá-la, não tem outro sentido senão o de influenciar a opinião pública e promover a antecipação da condenação do investigado”, diz. 
Em nota, Giles de Azevedo negou veemente as acusações de Bené.  “Giles de Azevedo vem a público esclarecer que desconhece o teor da colaboração premiada do senhor Benedito Oliveira. De qualquer forma, ressalta que os fatos indicados na matéria são inverídicos e não encontram respaldo na realidade, além de serem baseados em narrações de "ouvir dizer" de terceiros”, diz a nota. O assessor de Dilma afirma ainda que “nunca foi responsável por gestão ou negociação de contratos de publicidade da SECOM e tampouco conhece os representantes e/ou prepostos da Agência Click”. “Desta feita, rechaça veementemente os fatos mencionados".
A Pepper afirma que as acusações de Bené são falsas. "As afirmações publicadas pela Revista Época, que teriam sido feitas  pelo empresário Benedito de Oliveira Neto, são totalmente inverídicas. Essa questão, aliás, já foi tratada no curso das investigações e é de conhecimento das autoridades competentes".
A agência Click afirma que nunca repassou dinheiro à Pepper. “A Isobar Brasil (nome atual da AgênciaClick Isobar) informa que nunca teve e não mantém qualquer relação comercial com a empresa alvo de apuração da reportagem da revista ÉPOCA. A Isobar reitera que, sendo uma das agências de comunicação que prestam serviços à Secom (Secretaria de Comunicação), cumpre rigorosamente as cláusulas previstas pelo contrato com o governo federal.”
A JHSF afirmou que recebeu “com surpresa a notícia de que foi mencionada em delação premiada” de Bené. A empresa afirma que “não cometeu qualquer ilícito, tendo feito apenas contribuições na forma da lei”.  

Principal hipótese é que universitária tenha cometido suicídio; marido diz que arma era para se sentir seguro


Da Redação


A morte na noite da última terça-feira (31) da acadêmica de Medicina Marina San Roman, de 24 anos, natural de Curitiba, tem como principal hipótese um suicídio. Segundo o delegado Diego Elias de Freitas, da Delegacia de Homicídios de Maringá, onde o caso aconteceu, o marido dela, de 28 anos, contou em depoimento que a jovem passava por problemas familiares e tomava remédios controlados.
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Universitária foi encontrada morta no banheiro (Foto: Reprodução Facebook)
Aos policiais, o engenheiro agrônomo, formado na Universidade Federal do Paraná, disse que a mulher tinha ido tomar banho quando tudo aconteceu. “Ele jogava videogame na sala e ela foi até o banheiro. Quando ouviu um disparo, ele foi até o cômodo e a porta estava trancada. O marido diz que teve que arrombar para conseguir entrar. Quando conseguiu, ela estava toda ensanguentada e com a arma embaixo do corpo”, descreveu à Banda B o delegado Diego Elias.
Segundo o delegado, o marido informou ainda, em depoimento, que estava com a arma para se sentir mais seguro. “Ele foi autuado por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, por se tratar de uma pistola 9 mm que comprou por R$ 4,5 mil de um vizinho. Não arbitramos fiança, mas foi liberado porque recolheu junto ao juiz. O engenheiro disse que comprou a arma para se proteger, com medo de ser assaltado ou furtado. Estamos esperando a conclusão da criminalística para saber o que aconteceu, mas a principal hipótese é mesmo de um suicídio”, afirmou o delegado, que pediu exame de pólvora nas mãos da vítima e do marido.
O caso aconteceu na Zona Norte de Maringá dentro da residência em que o casal morava desde quando casou, há cerca de um ano. “Em depoimento, o marido nos contou que ela passava por diversos problemas familiares e tomava os medicamentos controlados. A princípio, ele disse que não eram problemas no casamento, mas sim no relacionamento dela com a família”, concluiu.
Para concluir o inquérito policial, o delegado aguarda o resultado da perícia policial.

Avião perde hélice e piloto consegue evitar tragédia na Grande Curitiba


Por Luiz Henrique de Oliveira
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Ninguém ficou ferido durante o pouso forçado (Foto: Quioma dos Santos)

Um monomotor de uma escola de aviação fez um pouso forçado no fim da manhã desta quinta-feira (02) em uma área de chácara no Jardim Viviane, em Campo Magro, na região metropolitana de Curitiba. Segundo o que o piloto disse aos moradores, a hélice parou de funcionar e caiu.
“O piloto disse que a hélice caiu e ele precisou fazer o pouso. Com perícia, conseguiu pousar em um gramado aqui na região e evitar que batesse nas casas do PAC. O risco de uma tragédia foi grande”, disse à Banda B uma testemunha do acidente.
Piloto e aluno não ficaram feridos devido ao acidente, que será apurado pelos órgãos responsáveis.

Suspeito de matar namorada por ciúmes se apresenta, faz ‘visitinha’ e sai pela porta da frente de delegacia


Por Luiz Henrique de Oliveira


O principal suspeito de matar a garota de programa Elisbery Soares, de 20 anos, foi até a Delegacia de Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba, nesta quinta-feira (2). Segundo o delegado Cassiano Aufiero, o homem de 40 anos fez apenas uma ‘visita’ a delegacia, já que não prestou nenhum esclarecimento e alegou que só falará em juízo.
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Jovem foi morta durante a madrugada (Foto: Reprodução Facebook)
“Ele se apresentou com o seu advogado e, apesar de nossa insistência, preferiu falar apenas em juízo. Para nós, não valeu de nada essa apresentação. Se isso foi uma manobra do advogado, não valeu de nada. Estamos colhendo as provas para que o Ministério Público tome as medidas sobre o caso”, contou Aufiero, que durante a entrevista usou o termo ‘visita’ em tom de ironia.
O delegado falou sobre a motivação para o crime e disse que a linha segue a mesma. “Ele não teria aceito essa profissão dela e cometeu o crime. Importante salientar que também solicitei exames no corpo da vítima para verificar a presença de esperma com relação a algum crime sexual. Não está descartado um pedido de prisão para o caso”, concluiu o delegado.
A principal hipótese e que no dia do crime Elisbery tenha sido flagrada com outro homem, o que revoltou o namorado. O crime aconteceu na madrugada da quinta-feira (26) da semana passada, no bairro São Vicente.