Atlético fica apenas no empate com o Vitória, mas segue na quinta colocação


Por Pedro Melo 

Atlético chegou aos 24 pontos na tabela de classificação. (Geraldo Bubniak/Futebolparanaense.net)
Atlético chegou aos 24 pontos na tabela de classificação. (Geraldo Bubniak/Futebolparanaense.net)
Dono de uma das melhores campanhas como mandante, o Atlético não fez desta lição de casa e ficou apenas no empate em 1 a 1 com o Vitória, na Arena da Baixada. O resultado deixa o Rubro-Negro na quinta colocação, mas agora tem dois pontos de desvantagem para o G4.
Quase nos acréscimos da etapa inicial, o Furacão chegou ao primeiro gol com Pablo que aproveitou falha da defesa e tocou com categoria na saída do goleiro Caíque. Já no segundo tempo, Weverton cometeu pênalti em Kieza e na cobrança, Diego Renan deixou tudo igual.
Na próxima rodada, o time atleticano joga mais uma vez na Arena da Baixada contra o Fluminense, mas antes tem a partida de ida da terceira fase da Copa do Brasil diante da Chapecoense na quinta-feira (21), às 21h.
Furacão sai na frente quase nos acréscimos
Conforme o técnico Paulo Autuori antecipou, o Rubro-Negro começou a partida com Walter jogando de armador e André Lima de centroavante. Porém, os dois não apareceram nos minutos iniciais e o jogo ficou marcado pelo nervosismo do atacante Dagoberto que foi bastante vaiado pela torcida atleticana.
Aos 37 minutos, um lance bizarro quase virou gol do Atlético. O zagueiro Ramon cobrou a falta para trás, a bola passou pelo goleiro Caíque que se recuperou a tempo e tirou quase em cima da linha. A defesa do Vitória voltou a falhar quase nos acréscimos e desta vez, Pablo não perdoou e abriu o marcador.
Vitória consegue o gol de empate
Na volta do intervalo, o Rubro-Negro baiano voltou disposto a conquistar o empate e quase conseguiu logo aos dois minutos em chute colocado do volante Marcelo que o goleiro Weverton mandou para escanteio.
O Atlético encontrou dificuldades de manter a posse de bola e o Vitória passou a dominar a partida até conseguir o gol de empate. Weverton derrubou Kieza na área, o árbitro marcou a penalidade máxima e Diego Renan converteu para deixar tudo igual.
FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO 1X1 VITÓRIA
Local: Arena da Baixada, em Curitiba.
Data: 17 de julho de 2016.
Horário: 16h.
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ).
Assistentes: Rodrigo Henrique Correia e Luiz Cláudio Regazone (RJ).
Público e renda: 15.683 pagantes/17.591 presentes/R$ 291.890,00.
Atlético: Weverton; Léo, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Hernani, Nikão (Yago), Walter (Marcos Guilherme) e Pablo; André Lima.
Técnico: Paulo Autuori.
Vitória: Caíque; Diego Renan, Victor Ramos, Ramon e Euller; Marcelo (Tiago Real), Willian Farias e Nickson (Serginho); Marinho, Kieza e Dagoberto (Vander).
Técnico: Vagner Mancini.
Cartões amarelos: Victor Ramos e Marinho (VIT); Hernani, Léo e Weverton (CAP).
Gols: Pablo (CAP), aos 45′ do primeiro tempo, e Diego Renan (VIT), aos 25′ do segundo tempo.

PM de folga do 22º Batalhão da PM de Colombo se irrita com placar do time que jogava e mata pai de família por suspeitar que estava armado


Redação

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Disparos foram efetuados dentro de um cancha de futebol. Foto: Daniela Sevieri/Banda B

Um policial militar lotado na Ronda Ostensiva Tático Móvel (Rotam) do 22º Batalhão da Polícia Militar (BPM), na região metropolitana de Curitiba, matou um jogador de futebol durante uma partida de um campeonato amador, em Campina Grande do Sul. O policial de folga, que não foi identificado pela PM, e Gilson Camargo jogavam futebol, em times diferentes, e o crime aconteceu após os dois serem expulsos. Segundo espectadores, o policial disse que suspeitou que Gilson estivesse armado porque andava com as mãos na cintura.
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Gilson era casado, tinha um filho de 8 anos e trabalhava como representante comercial. Foto: Reprodução
O crime aconteceu em uma cancha de grama, na Júlio Guidolin, no Jardim Santa Rosa. O time do policial disputava uma partida contra a equipe de Gilson. Em momentos diferentes, ambos foram expulsos e terminaram de assistir a partida pela arquibancada. A versão do policial é que ele perseguiu Gilson, em direção ao estacionamento, por imaginar que ele estivesse armado, já que andava com as mãos na cintura, segundo o policial.
“Uma pessoa morrer com três tiros nas costas porque estava com uma garrafa de água na cintura e um policial pensar que fosse arma, meu Deus. Depois de dar os tiros e o Gilson no chão, o policial ainda aponta a arma para a gente, para as crianças”, descreveu outro jogador que viu a ação do policial.
Segundo testemunhas, o policial deu voz de abordagem ao jogador, que caminhava em frente dele, mas não esperou que Gilson se virasse ou colocasse as mãos na cabeça. “Ele estava na arquibancada torcendo pro time dele e o policial disse que ele foi para o carro dele pegar uma arma. Todos viram. Ele disse mão na cabeça e atirou, sem tempo do Gilson fazer absolutamente nada. Covardia, três tiros nas costas”, disse outro jogador revoltado com a morte do colega.
O presidente do time de Gilson, Márcio César de Lima, do Ousadia Esporte Clube, atribuiu os disparos ao nervosismo pelo time do policial estar perdendo dentro do campo. “Ouvi os tiros e fui correndo. Quando eu cheguei, vi o policial com os joelhos nas costas do Gilson. Perguntei o que tinha acontecido e o policial me disse: ‘saia daqui senão eu estouro você’. Que despreparo é esse? Nervoso porque o time do cara estava perdendo por 1 x 0. Quis dar tiro porque estava perdendo”, finalizou Márcio à Banda B.
O 22º BPM foi acionado e colegas da corporação colocaram o policial que atirou em Gilson dentro da viatura. A Polícia Civil não quis dar nenhuma declaração no local. A arma que supostamente estava na cintura de Gilson teria sido encaminhada à Delegacia de Campina Grande do Sul pelo próprio policial que efetuou os disparos – embora a Polícia Militar (PM) seja responsável, justamente, por manter a preservação do local do crime, sem retirar objetos que sejam contextualizados pela Criminalística.
Entretanto, na delegacia, a Banda B foi informada que não havia nenhuma suposta arma apreendida da vítima. No local, também nenhum policial militar quis dar detalhes à Banda B. A assessoria da Polícia Militar (PM) informou que está recolhendo informações sobre o caso e que vai se pronunciar somente amanhã. Gilson era casado, trabalhava como representante comercial em uma empresa de bebidas e tinha um filho de 8 anos.
Abaixo, o vídeo registrado no local durante o encaminhamento do policial suspeito pela viatura da PM.


Três policiais são mortos em Baton Rouge, nos EUA

Três policiais foram mortos em um tiroteio na cidade de Baton Rouge, no estado de Louisiana, Estados Unidos, na manhã de domingo 17. Outros três estão feridos.
Pouco antes, a polícia fora avisada de que um suspeito vestido de preto e com máscara andava com um rifle de assalto na Avenida Airline, indo em direção à delegacia de polícia. Quando uma viatura chegou, ele abriu fogo e acertou seis oficiais.
O homem, que foi morto na troca de tiros, era negro e foi identificado como sendo Gavin Eugene Long, um ex-fuzileiro naval. Segundo o jornal Wall Street Journal, ele pertencia a um grupo contra o governo chamado New Freedom Group (Grupo Nova Liberdade, em inglês). Contudo, segundo o portal MSNBC, Long pertenceria ao Sovereign Citizens (Cidadãos Soberanos). Ainda não se sabe se outras pessoas estavam com Long.
Nessa mesma cidade, Baton Rouge, no dia 5 de julho, um passante telefonara para o número de emergência da polícia para alertar que um homem estava ameaçando pessoas com uma arma em um estacionamento. Era Alton Sterling, de 37 anos. Quando a polícia chegou, ele reagiu e foi dominado pelos policiais, que atiraram e mataram Sterling.
O caso foi um dos dois que levaram a vários protestos contra as forças policiais. Um dos movimentos que mais têm disseminado a retórica contra a polícia é o Black Lives Matter, cujos integrantes pedem nas ruas a morte de policiais. “O que queremos? Policiais mortos. Quando? Agora!”, dizem eles.
Na quinta-feira, um ex-veterano de guerra invadiu um protesto pacífico contra a polícia em Dallas, no Texas, e atirou contra doze policiais, deixando cinco deles mortos. 

No final de 2014, outro caso: dois policiais, Rafael Ramos e Wenjian Liu, foram mortos quando estavam dentro de uma viatura no Brooklyn, em Nova York. O suspeito cometeu suicídio. Nas redes sociais, ele mencionou a possibilidade de matar policiais em retaliação a assassinato de homens negros, Michael Brown e Eric Garner, por policiais.  

O japa da PF voltou


O "japa da Federal" voltou a prender, informa a Época.
Usando tornozeleira eletrônica, foi Newton Ishii quem recebeu Genésio Schiavinato Júnior, alvo da Operação Abismo, para uma temporada em Curitiba.
O Antagonista não se importa que o japonês continue trabalhando.

Oi, Walter Pinheiro!




Inquéritos da Lava Jato, informa a Folha, trazem as seguintes mensagens enviadas pelo senador Walter Pinheiro a Otávio Marques de Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez, uma das controladoras da Oi até 2014:
"Onde estão os megabytes prometidos? Reclamar de quem, a quem e pra quem???? Como sofre o usuário comum!."
"Os 'técnicos' da Oi tentam me enrolar com conversa do tipo 'tire a bateria', 'tire o cartão', configuração, 'procure operadora' e mais e mais coisas absurdas."
"Se com um senador, oriundo da Oi, é assim, imagine o pobre cliente."
O ex-petista (!?) é cliente da Oi.
É bom viver o mundo dos reles mortais, senador?

Acabou o crédito



Além de melhores serviços da Oi, Walter Pinheiro cobrava do ex-presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, dinheiro para a campanha petista em Salvador, noticia a Época.
Praticamente uma recarga.

Pai espanca filho de 5 anos porque ele demorou para ir comer e garoto morre


Crime aconteceu no bairro Guanhanhã, na cidade de Peruíbe, litoral de SP.
Pai da criança fugiu e Polícia Civil investiga seu possível paradeiro.

Guilherme Lucio da RochaDo G1 Santos
Delegacia sede de Peruíbe, no litoral de São Paulo (Foto: Cássio Lyra/G1)Delegacia sede de Peruíbe, no litoral de São Paulo (Foto: Cássio Lyra/G1)
Uma criança de cinco anos morreu após ser espancada pelo próprio pai em Peruíbe, no litoral de São Paulo, na madrugada deste sábado (16).
Segundo informações das polícias Civil e Militar, o crime aconteceu na Estrada Cossoca, localizada no bairro Guanhanhã.
O pai da vítima, de 33 anos, agrediu o filho com tapas, socos e chutes. De acordo com a mãe da criança, de 27 anos, o homem, que estava bêbado, a agrediu também e reclamava que o filho estava demorando para ir comer.
saiba mais

A criança chegou a ser encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, mas não resistiu aos ferimentos.
Policiais Militares foram até a residência onde o crime aconteceu, à procura do suspeito.
Até a publicação desta reportagem, o homem não foi localizado.
O caso foi registrado como homicídio e encaminhado à Delegacia Sede do município. A Polícia Civil investiga o paradeiro do suspeito.

Gleisi ainda acredita na derrota do impeachment


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Para a senadora Gleisi Hoffmann, do PT, a posição do procurador da República Ivan Cláudio Marx, segundo o qual as “pedaladas fiscais” atribuídas à presidente Dilma Rousseff não configuram crime, pode ser decisivo para reverter votos no Senado.
“Acho que pode mudar, sim. Pelo menos uns seis senadores votaram dizendo que estavam aprovando a admissibilidade, mas que iam se reservar o direito de analisar se realmente tinha acontecido crime ou não, para entender o processo. Acho que, com essa decisão do Ministério Público, fica muito claro que não teve crime e penso que isso vai ter peso na decisão destes senadores”, argumenta Gleisi.

Corrupção e saúde são os principais problemas do País, diz Datafolha


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Enquanto os indicadores econômicos melhoraram e alcançaram as pontuações mais altas desde dezembro de 2014, o Índice Datafolha de Confiança aponta que a avaliação dos entrevistados sobre o Brasil como lugar para se viver e o sentimento de orgulho de ser brasileiro foram os únicos indicadores que apresentaram quedas. As informações são de Fernando Canzian na Folha de S. Paulo.
Embora ainda se mantenham acima da média geral do índice (98 pontos), os dois indicadores desceram às pontuações mais baixas de toda a série histórica: 145 e 138, respectivamente.
A pesquisa mostrou também que uma parcela de 32% dos brasileiros cita espontaneamente a corrupção como o principal problema do país.
Na sequência aparecem a área da saúde (17%), desemprego (16%; índice mais alto desde março de 2009), violência e falta de segurança (6%) e educação (6%).
Em dezembro de 2014, após a reeleição de Dilma, apenas 9% viam a corrupção como o principal problema.

Muitos criticaram e hoje me indicam, diz Figueiredo Basto, advogado pioneiro de delações premiadas


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Na tarde de quinta-feira, 30 de junho, Antonio Figueiredo Basto atendia a Folha de S. Paulo em seu escritório quando o celular tocou. “Não sou mais advogado de Funaro. Não sei quem é o advogado dele agora”, disse a uma jornalista. Colocou o aparelho no silencioso, mas minutos depois foi interrompido pelo telefone fixo. “Não, não sou advogado dele”, disse, já demonstrando irritação. As informações são de Wálter Nunes na Folha de S. Paulo.
A notícia do dia era a prisão do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, apontado como operador do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o que eles negam. Circulava o boato de que Funaro levara para a cadeia uma delação pronta.
Nessas horas, o nome que vem à cabeça é o de Basto.
Veterano das delações, Basto começou a trajetória 12 anos antes, no caso Banestado, que hoje parece um ensaio da Lava Jato.
O advogado defendeu na época o mesmo doleiro Alberto Youssef, um dos primeiros a colaborar com a atual operação que investiga o petróleo, num processo contra o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, da força tarefa atual, em que o juiz da instrução era Sergio Moro.
“Dei sorte de nascer em Curitiba”, afirma Basto. Youssef foi a primeira das quatro delações que o advogado negociou no caso Banestado.
Na Lava Jato, contabiliza 20 clientes delatores. “Naquela época disseram que eu iria enterrar a minha carreira”, disse. “Muitos dos advogados de São Paulo que me criticaram hoje me indicam para os seus clientes.”
Basto não rejeita o carimbo de advogado das delações, mas diz que essa nunca é sua primeira estratégia. “Durante a Lava Jato eu discuti durante sete meses várias teses, até mesmo o impedimento do Moro. Mas teve uma hora em que não havia mais espaço para defender por essa via”, afirma o defensor.
“A minha prioridade é soltar o cliente, se falam mal de mim, eu nem ligo. Eu quero que a mãe do cliente não chore; se a mãe de outro acusado chorar, não me importo.”
Os advogados de Curitiba costumam classificá-lo como estudioso, bem preparado e bom negociador. Em São Paulo, o adjetivo mais usado para defini-lo é “complicado”.
“Fui objeto de maledicências. Diziam que eu era sócio do Moro e que eu vendia delação. Nem liguei. Não entrei na advocacia para ficar amigo de advogados.”

Atiradores de Kangoo perseguem dupla de moto, atiram e ainda passam por cima das vítimas


Por Elizangela Jubanski e Daniela Sevieri

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Vizinhos disseram que jovens vieram do Maranhão, mas há poucas informações sobre eles. Foto: DS/Banda B

Dois homens ainda sem identificação oficial foram baleados por um trio que estava em um Renault Kangoo na manhã deste domingo (17) no Guaraituba, em Piraquara, município da região metropolitana de Curitiba. As vítimas estavam com uma motocicleta, foram baleados e um deles atropelado pelo criminosos. Esse morreu dentro da ambulância.
O crime aconteceu por volta das 10 horas, na rua Hebert Trapp. Vizinhos contaram que os dois amigos vieram do Maranhão, no nordeste, mas poucas informações sobre a dupla foram repassadas no local. A Polícia Militar (PM) foi acionada, isolou o local e aguardou o atendimento do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate).
O tenente Swiantek do Batalhão de Polícia de Guarda de Piraquara (BpGd) afirmou à Banda B sobre o atropelamento, além dos disparos.”Os ocupantes da Kangoo atropelaram a motocicleta, voltaram e atiraram. Indícios demonstram que o alvo era certo e eles só chegaram para efetivar o crime. Ainda é cedo para saber sobre a motivação”, disse.
A motocicleta usada pela dupla é da cidade de Itapuá (SC), possui débitos de documentos, mas não tem registro de furto ou roubo. Ela foi apreendida e encaminhada ao pátio da 1ª Cia do Batalhão de Polícia de Guarda.
O tenente Zirpoli do Siate confirmou a morte de uma das vítima dentro da ambulância durante o atendimento. “Chegando aqui vimos que uma deles tinha ferimento em crânio, outro no tórax e abdômen. Esse último faleceu durante atendimento e o que está ferido na cabeça foi para o hospital, mas tinha massa encefálica no capacete e está evoluindo para um óbito, também”, descreveu.
A vítima em estado gravíssimo foi encaminhada ao Hospital São José, mas corre risco de morrer. O corpo do amigo foi recolhido ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba. A Delegacia de Piraquara ficará responsável pelas investigações do crime.

VEREADOR QUE HOMENAGEOU DILMA SUBORNOU MÉDICO



Dilma recebeu o título de cidadania teresinense na última sexta-feira. O autor do projeto é o vereador Gilberto Paixão, ligado à CUT e outras "entidades sindicais" no Piauí.
O Antagonista descobriu que, em 2013, o histórico militante petista contou, usando a tribuna da Câmara Municipal, que pagou um médico do SUS para “furar a fila" dos pacientes e operar seu sogro em um hospital público de Teresina.
Vejam o que, à época, relatou o vereador:
“Está tendo uma máfia dentro do serviço público. E tem alguém se favorecendo com isso. Ora, poxa! Eu já fiz isso. Eu paguei para o SUS fazer uma cirurgia no meu sogro. Liguei para o médico, que é urologista. Ele (o sogro) estava com problema de próstata. Você sabe como é essa dor desgraçada de uma próstata. E eu cheguei para o médico lá do Hospital Getúlio Vargas, conversei e ele me disse: "Meu amigo, aqui não tem nenhuma vaga". Primeiro, procurei um pouco de influência. Falei: "Eu vou procurar meus colegas do Sindicato dos Previdenciários". E ele disse: "Rapaz, o negócio aqui é difícil". Perguntei: "O que é que precisa para você acelerar a operação do meu sogro?". Aí ele olhou para um lado e para o outro: "Dá pra você me ajeitar alguma coisa?". Eu disse: "Dá!". Aí eu fui lá, tirei um dinheirinho que eu tinha, uma reserva, e botei em cima da mesa. Na mesma hora, eu levei meu sogro e ele foi operado. No outro dia, estava feliz".
É esse tipo de gente que ainda homenageia Dilma.
Gilberto Paixão, o subornador

JOESLEY DEU CASA DE LUXO PARA FUNARO



O G1 informa que Fábio Cleto, em sua delação, está complicando a vida de Joesley Batista.
Segundo o ex-VP da Caixa, o dono do JBS deu uma casa de luxo ao doleiro Lúcio Funaro como pagamento de propina por obter benefícios no FI-FGTS.
A informação chegou a Cleto por Alexandre Margotto, sócio de Funaro.

Mega-sena – único apostador acerta seis dezenas e fatura R$ 25 milhões


Redação

Uma aposta de Salvador, Bahia, levou uma bolada de R$ R$ 25.207.139,21. A aposta foi única. Os números sorteados na noite deste sábado (16) em Barreiras, na Bahia, foram: 05 – 08 – 24 – 30 – 57 e 59.
Outras 115 apostas acertaram cinco números e completaram a quina. Cada um vai receber R$ 20.709,91. Já a quadra, com quatro acertos, foram 5293 apostas ganhadoras. Cada um deles vai ganhar R$ 642,80. O próximo sorteio da Mega-Sena será nesta quarta-feira (20) e o prêmio está estimado em R$ 2.500.000,00.
Como jogar
A Mega-Sena paga milhões para quem acertar seis dezenas. Também é possível ganhar prêmios ao acertar 4 ou 5 números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para isso, é preciso marcar de 6 a 15 números do v

Autoridades francesas prendem mais duas pessoas após atentado em Nice


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Autoridades francesas detiveram mais duas pessoas na investigação sobre o ataque feito com um caminhão no Dia da Bastilha, na cidade de Nice, que matou pelo menos 84 pessoas. Os investigadores tentam determinar se o atacante morto, Mohamed Lahouaiej-Bouhlel, era um extremista religioso ou se o atentado foi resultado de um ataque de fúria.
Um homem e uma mulher foram detidos na manhã deste domingo em Nice, de acordo com um funcionário do gabinete do procurador de Paris, que supervisiona investigações nacionais de terrorismo. O funcionário não deu detalhes sobre suas identidades, e disse que mais cinco pessoas detidas anteriormente permanecem sob custódia Vizinhos disseram que a ex-esposa do atacante estava entre os presos.
Os investigadores estão à procura de possíveis cúmplices de motorista de caminhão Mohamed Lahouaiej Bouhlel, um tunisiano de 31 anos de idade, que viveu em Nice durante anos. Ele foi morto pela polícia depois de atropelar centenas de pessoas com seu caminhão na famosa orla marítima francesa, após uma queima de fogos no feriado da última quinta-feira (14).
O ministro da Saúde da França diz que cerca de 85 pessoas permanecem hospitalizadas após o atentado, e que 18 delas estão em condição de risco de vida, incluindo uma criança. Marisol Touraine orientou os sobreviventes a procurar aconselhamento oferecido pelo governo após o ataque.
O grupo Estado Islâmico reivindicou a responsabilidade pelo atentado ontem. Em um comunicado, o grupo alega que Bouhlel estava seguindo ordens para atacar cidadãos de países que lutam contra o EI, mas não ficou claro se ele tinha ligações concretas com o grupo.
A famosa orla Promenade des Anglais, em Nice, vai gradualmente sendo reaberta, e vai se tornar em um santuário para os mortos, com memoriais criados na pista oeste da estrada onde as vítimas foram atropeladas.