Por que o Rio de Janeiro está vulnerável a um atentado


Facilidade para obter armas e falta de cooperação entre órgãos que deviam agir em conjunto podem facilitar ataques durante a Rio 2016

ALANA RIZZO, HUDSON CORRÊA E TALITA FERNANDES, COM BRUNO BOGHOSSIAN E RODRIGO TURRER
26/07/2016 - 13h22 - Atualizado 26/07/2016 14h49
Ministro Alexandre Moraes,na coletiva em que anunciou a operação Hashtag (Foto: ANDRE VIOLATTI/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO)
Na manhã de segunda-feira (18), o esquadrão antibombas da polícia do Rio de Janeiro foi chamado para recolher uma granada na entrada da favela da Rocinha, a poucos metros de uma estação de metrô que leva para o Parque Olímpico, principal centro das competições da Rio 2016. Duas semanas antes, uma criança de 3 anos perdera o braço depois de mexer com uma granada que encontrou numa das ruas do Complexo do Chapadão, o maior reduto de criminosos no Rio no momento. Explosivos largados nas ruas mostram a facilidade com que artefatos de guerra circulam pela cidade. Desde 2007, a polícia fluminense apreendeu 603 metralhadoras, 2.366 fuzis e 25.059 pistolas, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública. As apreensões dão uma ideia do tamanho do arsenal à disposição de bandidos e, eventualmente, de terroristas atraídos pela Olimpíada.
Era uma célula absolutamente amadora, sem nenhum preparo”
ALEXANDRE DE MORAES, MINISTRO DA JUSTIÇA
São notórias as dificuldades do Rio de Janeiro com a segurança pública, assim como as do Brasil para conter a entrada de armamento pelas fronteiras. Em um quadro desse tipo, o trabalho tem de ser redobrado e devem-se seguir à risca os manuais internacionais de combate ao terrorismo. Esses guias ensinam que todas as instâncias encarregadas da prevenção e do combate precisam cooperar entre si. Chefe de contraterrorismo da polícia de Londres nos Jogos Olímpicos de 2012, Richard Walton considera a extinção de rivalidades entre agências e departamentos civis e militares fundamental para evitar falhas de monitoramento. Vigiar as comunicações por redes sociais não é suficiente para identificar suspeitos e neutralizar ameaças. “É preciso uma estratégia diferente. A ameaça não será identificada na interceptação de comunicações ou com monitoramento de extremistas já conhecidos. Isso requer engajamento com o público”, disse a ÉPOCA. Sem cooperação entre as autoridades, fica mais difícil combater o terror.
General Sérgio Etchegoyen ministro chefe do GSI (Foto: CHARLES SHOLL/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO)
Desde que o Brasil foi escolhido para sediar a Copa do Mundo, em 2007 – o Rio de Janeiro foi escolhido sede da Olimpíada dois anos depois –, militares e civis disputam o comando e o protagonismo das atividades de segurança nesses grandes eventos esportivos. Para os envolvidos, as preocupações são comezinhas. É a chance de engordar os orçamentos de suas áreas e ganhar prestígio dentro e fora do país. Às vésperas dos Jogos, a Operação Hashtagevidenciou a confusão entre as autoridades. O que se viu na semana passada foi mais competição por holofotes do que cooperação.
A entrevista coletiva em que o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, explicou a Operação Hashtag causou desconforto no Palácio do Planalto pelo amadorismo. Moraes começou a entrevista quando dois dos 12 alvos a ser presos ainda estavam foragidos. Pode ser algo irrelevante em casos de corrupção, pois o suspeito não representa perigo. Em casos de suspeita deterrorismo, é uma temeridade. A avaliação no Planalto é que Moraes passou mensagens conflitantes. Ao falar da operação que envolveu 130 policiais federais, ele inicialmente deu um ar de gigantismo ao trabalho. Em seguida, no entanto, passou a minimizar a importância do grupo suspeito de terrorismo. Disse que os presos não tinham um alvo específico na Olimpíada ou planos para ataques a bomba e que tampouco haviam feito contato direto com membros do Estado Islâmico – apenas um juramento on-line. “Era uma célula absolutamente amadora, sem nenhum preparo”, disse, mostrando desconhecer os métodos do EI, para quem um juramento on-line é mais que suficiente para transformar alguém em um aguerrido terrorista. Ex-secretário de Segurança em São Paulo, Moraes é um dos poucos ministros que se recusam a fazer media training, o treinamento para aprender a dar entrevistas sugerido pelo governo. “Ele está fazendo aqui o que fazia em São Paulo”, diz um ministro. “Mas aqui é Brasília.” Outro ministro avalia que Moraes falava menos como ministro e mais como candidato – algo que aventou quando ainda era secretário.
Raul Jungmann ministro da Defesa (Foto:  Pablo JAcob / Agencia O Globo)
O ministro da Defesa, Raul Jungmann, foi na mesma linha. “O vídeo deles é de um amadorismo...”, disse. “O grupo não tem nenhuma tradição.” O que Jungmann entende por “tradição” nesse caso é um mistério. O terrorismo não exige tradição, muito menos profissionais. Em Orlando, nos Estados Unidos, um atirador matou 50 pessoas numa boate. Precisou de uma pistola e um rifle – vendidos em lojas no estado da Flórida – e um tíquete de entrada no local. Em Nice, o tunisiano Mohamed Lahouaiej Bouhlel matou 84 pessoas dirigindo um caminhão. O Estado Islâmico é formado, em sua maioria, por “amadores” desse tipo.  
A área antiterrorismo do governo é o ambiente no qual a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), subordinada ao Gabinete de Segurança Institucional, e a Polícia Federal, do Ministério da Justiça, disputam espaço. É uma rivalidade histórica. Como um serviço de inteligência, a Abin faz investigações para manter o governo informado, mas não pode produzir provas de crimes. A Polícia Federal pode investigar, produzir provas e, com autorização judicial, prender. As picuinhas entre civis da PF e militares, que comandam a Abin, são cada vez mais frequentes e incentivam a produção de fofocas, algo que nunca falta em Brasília, em vez de inteligência, algo cada vez mais necessário. Recentemente, a Polícia Federal ridicularizou a campanha da Abin sobre como identificar um terrorista. Com imagens de pessoas vestindo casaco e capuz escondendo o rosto, a Agência divulgou textos para identificar suspeitos como pessoas que “utilizam roupas, mochilas e bolsas destoantes com a situação e o clima”. A entrevista recente em que o ministro Sérgio Etchegoyen, chefe do GSI, disse que o Brasil precisaria revisar o protocolo de segurança para a Olimpíada, após o atentado de Nice, causou indignação na PF. Os policiais dizem que os militares não têm formação para lidar com terrorismo e fazem o país passar vergonha no cenário internacional. Um frequentador das reuniões rotineiras de segurança da Olimpíada afirma que PF e Abin travam uma “guerra de nervos” constante. A segurança da Olimpíada é a primeira vítima dessa guerra.
O que resume o novo tipo de terror é exatamente sua capacidade de não ser identificado. Em vez de ações espetaculares, ataques de menor ambição em série, contra alvos civis como cafés e supermercados, mais eficazes para infligir medo. “Este momento desafia doutrinas e táticas nas quais os serviços de inteligência confiaram nos últimos anos”, afirma Patrick Skinner, ex-agente de contraterrorismo da CIA e membro do Soufan Group, consultoria de segurança americana. Lidar com atos difusos, praticados por indivíduos isolados, é um desafio ainda sem resposta. “Para descobrir o que esses terroristas vão fazer é preciso ler suas mentes”, afirma James Woolsey, ex-diretor da CIA. “Só assim seria possível evitar o que aconteceu em Nice.”
A nova onda do terror faz parte da terceira geração do jihadismo. O Estado Islâmico bebe diretamente do salafismo – para seus seguidores, o único capaz de purificar a fé islâmica. Muitos salafistas se radicalizaram nas décadas de 1960 e 1970, seguindo Sayyid Qutb, pensador egípcio que criou as bases ideológicas para a violência contra quem não se enquadrasse no que considerava a prática correta do islã. Osama bin Laden, líder da al-Qaeda, trouxe o wahabismo, vertente ultrarradical que acredita que a guerra contra os infiéis é essencial para a sobrevivência do islamismo. “Como defensores radicais do wahabismo, os membros do EI comprometem-se a purificar o mundo matando todos os que se desviarem da perfeição inicial do Alcorão, incluindo os muçulmanos”, afirma Bernard Haykel, professor de estudos do Oriente Médio na Universidade Princeton, nos Estados Unidos.
Pela internet, o EI exorta seus seguidores a atacar alvos em seus países de origem, usando métodos que não exigem grandes meios. O EI também elevou os atos de terrorismo a uma forma de “adoração” e liberou seus seguidores para cometer atentados por conta própria. Qualquer um pode jurar lealdade e atacar. Esse tipo de amadorismo é a ameaça. 

Comando manda prender bombeira do Paraná que tirou fotos sensuais


Caso aconteceu em Curitiba em fevereiro, mas punição só saiu neste mês.
Pela transgressão, a soldado Lilian Villas Boas pode ficar oito dias detida.

Samuel NunesDo G1 PR
Delegada do Rio de Janeiro foi quem denunciou o caso, diz fotógrafo (Foto: Reprodução/Facebook)Delegada do Rio de Janeiro foi quem denunciou o caso, diz fotógrafo (Foto: Reprodução/Facebook)
O comando do 7º Grupamento do Corpo de Bombeiros do Paraná determinou que a soldado Lilian Villas Boas, de 32 anos, seja presa por oito dias. O motivo é porque ela participou de um ensaio fotográfico em fevereiro deste ano, para um projeto do fotógrafo Arnaldo Belotto. Nas fotos sensuais, ela aparecia com parte dos seios à mostra.
Segundo Belotto, as fotos ficaram no site do projeto por menos de 24 horas. "Uma delegada civil do Rio de Janeiro acabou printando as fotos e enviando ao comandante aqui em Curitiba", conta. Desde então, Lilian começou a receber pressão dos comandantes para que as imagens fossem retiradas do ar.
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A bombeira participou do ensaio porque algumas amigas dela também já tinham feito fotografias para o projeto de Belotto, que de acordo com ele, tem o objetivo de exaltar o empoderamento feminino e a beleza das mulheres, sem o uso de técnicas de manipulação de imagem. Mas a pressão sofrida por Lilian continuou, mesmo após a retirada das fotos do site. "Já fui prestar duas vezes depoimento no quartel", diz o fotógrafo.
Lilian ainda teve que responder pelo processo disciplinar. Segundo a nota de punição publicada em um boletim interno do 7º Grupamento, a punição foi por ela ter exposto "a intimidade e privacidade de seu corpo". A falta foi considerada média pelos superiores, culminando na pena dos oito dias de prisão. O documento é assinado pela tenente Giselle Machado, que é comandante do grupamento.
G1 tentou contato com Lilian, mas ela preferiu não se manifestar a respeito. Disse apenas que recorreu da sentença e que a pena ainda não foi cumprida.
Em nota, a Polícia Militar do Paraná informou que não pode se manifestar sobre o caso, pois a bombeira ainda poderá recorrer à corporação para mudar a sanção que recebeu.
Leia a nota da Polícia Militar na íntegra:
O exercício do poder disciplinar da origem e da solução final do procedimento em relação à bombeira citada se deu no âmbito do 7º Grupamento do Bombeiro, por isso o Comando do Corpo de Bombeiros e o Comando Geral da Polícia Militar do Paraná, se instados em grau de recurso farão a reavaliação sob todas as óticas, seja dos fundamentos da punição ou em relação às suas circunstâncias e dosimetria da pena.
Tanto o Comando do Corpo de Bombeiros quanto o Comando Geral da Polícia Militar do Paraná não podem emitir juízo de valor prévio, pois em algum momento podem ser provocados em grau de recurso.
Boletim interno circulou pelo 7ª Grupamento dos Bombeiros de Curitiba (Foto: Reprodução)Boletim interno circulou pelo 7ª Grupamento dos Bombeiros de Curitiba (Foto: Reprodução)
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Ensaio tinha como objetivo mostrar o empoderamento feminino, de acordo com o fotógrafo (Foto: Reprodução/Facebook)Ensaio tinha como objetivo mostrar o empoderamento feminino, de acordo com o fotógrafo (Foto: Reprodução/Facebook)

EXCLUSIVO: JEC TERÁ MAIS 24 HORAS



Raimundo Lira, presidente da comissão especial do impeachment no Senado, concedeu um prazo de mais 24 horas -- e não 48 horas, como queria JEC -- para que a defesa de Dilma Rousseff apresente as alegações finais do processo.
Com isso, o prazo vencerá na quinta-feira, e não mais amanhã.
"Não vai alterar em nada o cronograma aprovado pelos senadores da comissão", disse a O Antagonista, com exclusividade, o presidente.
A decisão foi tomada junto com o relator, Antonio Anastasia, e será divulgada em instantes por meio de nota técnica.

JEC só enrola



José Eduardo Cardozo pediu mais dois dias para apresentar as alegações finais de Dilma Rousseff à comissão de impeachment no Senado. O prazo vence amanhã, mas JEC quer estender para sexta-feira "porque os documentos do caso ficaram inacessíveis no sistema do Senado durante o fim de semana", informa a Folha.
Raimundo Lira, presidente do colegiado, decidirá se aceita ou não o pedido de JEC.

TRF analisa HCs dos saqueadores



Está marcado para amanhã às 13h o julgamento de mérito dos habes corpus apresentados pelos réus da Operação Saqueador. A análise está a cargo da primeira turma do TRF da 2a. Região.
Não tem Dias Toffoli, mas tem Ivan Athié.

A estratégia é reduzir Temer



Ao pedir mais prazo para as alegações finais no processo de impeachment, José Eduardo Cardozo disse que precisa incluir a decisão do procurador Ivan Marx, que arquivou investigação criminal sobe as pedaladas, e declarações de Rose de Freitas de que a crise motivou o afastamento de Dilma.
O Antagonista sabe que JEC não quer ganhar tempo para Dilma, mas reduzir ao máximo o tempo de Michel Temer como presidente efetivo.

Ex-jogador Edilson paga parte de pensão atrasada e é solto em Brasília


Atleta pentacampeão ainda deve R$ 400 mil; pensão é de R$ 8,8 mil ao mês.
'Capetinha' passou dez dias detido; processo corre em segredo de Justiça.

Mateus RodriguesDo G1 DF
Ex-jogador da Seleção Brasileira Edilson Capetinha, em foto com assessores após deixar a carceragem da Polícia Civil, em Brasília (Foto: Eduardo Pereira/Divulgação)Ex-jogador da Seleção Brasileira Edilson Capetinha, em foto com assessores após deixar a carceragem da Polícia Civil, em Brasília (Foto: Eduardo Pereira/Divulgação)
Após passar dez dias detido em Brasília por dívida de pensão alimentícia, o ex-jogador de futebol da Seleção Brasileira Edilson Silva Ferreira, o "Capetinha", deixou a prisão nesta terça-feira (26). Segundo a Justiça, o atleta acumula R$ 430 mil em repasses atrasados para um dos três filhos. A defesa de Edilson afirma que ele pagou as últimas três parcelas e, por isso, foi liberado.
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A decisão do desembargador relator Josaphá Francisco dos Santos foi emitida nesta segunda (25), mas o jogador só deixou a carceragem da Polícia Civil às 16h desta terça. Segundo o procurador e assessor do jogador, Eduardo Pereira, a pensão é fixada em R$ 8,8 mil. Com juros e correção monetária pelo atraso, o valor das três parcelas depositadas gira em torno de R$ 30 mil.
O processo corre em segredo de Justiça. Em consulta feita na noite de segunda, o sistema do TJ indicava que o agravo de instrumento (recurso) tinha sido recebido, mas não analisado. O G1 não conseguiu repetir a busca nesta terça, mas imagens da sentença foram fornecidas pela defesa do jogador.
No dia 18, um advogado de Edilson, Thiago Phileto, afirmou ao G1 que a "a atual situação financeira" do atleta não permite a ele pagar a pensão de dez salários mínimos (R$ 8,8 mil por mês) e que, por isso, entraria com pedido de redução do valor.
O ex-jogador do Corinthians e da seleção brasileira Edilson 'Capetinha', que foi preso em Brasília por não pagar pensão alimentícia (Foto: TV Globo/Reprodução)O ex-jogador do Corinthians e da seleção brasileira Edilson 'Capetinha', que foi preso em Brasília por não pagar pensão alimentícia (Foto: TV Globo/Reprodução)
Também em entrevista ao G1, o advogado da mãe do filho de Edilson, Eduardo Gasparini, disse que a prisão é uma medida de "extrema exceção", mas, "às vezes, é a única forma de cobrar o pagamento".
"As pessoas ficam espantadas pelo valor alto de R$ 430 mil, mas aí estão incluídos juros e correções referentes a três anos de débitos. Mesmo que seja alto, esse valor vai de acordo com as condições do pai. Quando se estabelece o valor de uma pensão, leva-se em consideração a necessidade da criança e possibilidade do pai", diz Gasparini
Em setembro de 2015, o ex-jogador foi alvo de investigação da Polícia Federal por suspeita de fraudes no pagamento de prêmios de loterias da Caixa Econômica Federal.
Na época, agentes da PF apreenderam discos rígidos e computadores na casa de Edilson, que negou envolvimento com o esquema investigado.
Carreira
Edillson da Silva Ferreira, conhecido como Edilson Capetinha, começou a carreira em 1987 no clube Industrial, um time do Espírito Santo. Ele passou também pelo Corinthians, Flamengo, Palmeiras e Bahia. Pela seleção brasileira, o jogador foi pentacampeão na Copa do Mundo de 2002

Carro e caminhão batem de frente no Contorno Norte e motorista fica presa às ferragens




Redação


(Fotos: José Vilson – Band TV)

Uma motorista de 45 anos está gravemente ferida após uma colisão frontal contra um caminhão no Contorno Norte, no bairro Santa Felicidade, em Curitiba. O acidente aconteceu na manhã desta terça-feira (26) entre o viaduto da Avenida Manoel Ribas e a BR-277. A motorista ficou presa às ferragens e foi socorrida ao Hospital Evangélico com um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Segundo testemunhas, um dos veículos teria cruzado a pista contrária, após se perder em um trecho de curva. O socorrista Pereira disse à Banda B que o estado de saúde da motorista é grave, com fraturas nas pernas e braços. “Vítima grave estava presa às ferragens, tivemos dificuldade para tirá-la do carro, o estado dela é bem grave, tem múltiplas fraturas nos membros superiores, inferiores”, contou.
O carro Renault Logan, com placas de Santa Catarina, ficou destruído. A motorista fazia sentido BR-277 e o caminhão sentido Almirante Tamandaré. Ainda sem identificação oficial, a motorista estava sozinha dentro do carro.”Se estivesse outra pessoa no carro, certamente, estaria em óbito. Foi bem grave”, declarou o socorrista.
O motorista do caminhão não teve ferimentos graves. O Corpo de Bombeiros realizou o resgate com duas equipes, já que a motorista estava com as pernas presas dentro do carro. A pista ficou parcialmente bloqueada.

Homem é executado com tiro no pescoço na Grande Curitiba e lei do silêncio impera


Da Redação


contorno
Homem foi morto com tiro no pescoço (Foto: Flávia Barros – Banda B)
Um homem de aproximadamente 35 anos foi morto com um tiro certeiro no pescoço na Rua Divonzir Luciano, no bairro Jardim Independência, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, na tarde desta terça-feira (26).
Ocupantes de um carro atiraram contra o homem, que estava com uma faca. O local foi isolado pela Polícia Militar e, apesar de o crime acontecer por volta das 14h, ninguém quis passar informações sobre o que havia acontecido.
A Delegacia de São José dos Pinhais investiga o caso.