Policial que serviu nas Olimpíadas morre em acidente na BR-050, diz PRF


Agente era lotado no PI e voltava para casa quando viatura bateu em carreta.
Colega que viajava com ele sofreu lesões leves; colisão ocorreu em Goiás.

Sílvio TúlioDo G1 GO
Policial morre após acidente entre carro da PRF e carreta na BR-050 em Goiás (Foto: Divulgação/PRF)Policial morre após acidente entre carro da PRF e carreta na BR-050 (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Um policial rodoviário do Piauí, de 31 anos, morreu após um acidente na tarde deste sábado (27), na BR-050, em Catalão, região sudeste de Goiás. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ele e um colega, de 37 anos, que teve lesões leves, são lotados no Piauí e estavam voltando para casa após trabalharem nos Jogos Olímpicos.
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"Eles saíram de Guaíra (PR) após participarem da missão de segurança nas fronteiras por conta das Olimpíadas. O agente que morreu morava em Paranaíba e o outro em Teresina", disse aoG1 o inspertor da PRF Michael Rodovalho.
Ainda conforme a corporação, eles viajavam em uma viatura que colidiu de frente com uma carreta cegonha, que seguia no sentido contrário.
A vítima, que era passageira do veículo, chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. O policial que conduzia o carro teve lesões leves e foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Catalão. Já o caminhoneiro saiu ileso.
Ainda conforme Rodovalho, outra viatura também seguia viagem e "por muito pouco" não se envolveu no acidente.

“A tese do golpe chega a ser ofensiva” diz ex Ministro do STF Sidynei Sanches


O julgador: Ex-presidente do STF, Sydney Sanches comandou o impeachment de Fernando Collor

Há elementos que justifiquem o processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff?
O artigo 85 da Constituição Federal de 1988 considera crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição e, especialmente contra, dentre outras hipóteses, o cumprimento das leis e a probidade na administração pública. Os fatos apresentados contra a presidente, em tese, constituem crime de responsabilidade por atentarem contra a Constituição e pela falta de decoro no exercício do mandato, tudo conforme a Lei do Impeachment, artigo 9º, inciso 7. Agora, é o Senado Federal que deve examinar se tais fatos realmente ocorreram. Não o STF nem qualquer outro órgão do Judiciário.
Defensores da petista dizem que o impeachment é político. Por mais que o julgamento seja presidido pelo chefe do Judiciário não é natural que ele seja político, já que é votado e acolhido pelo Legislativo?
A denúncia é examinada por políticos, obviamente com seus critérios de interpretação política, não estritamente jurídica. Acho que, na denúncia, há imputação de fatos que caracterizam crime de responsabilidade. E só cabe ao Senado verificar se tais fatos ocorreram, ou não. Não cabe a qualquer Jurista ou Órgão Judicial. De qualquer maneira, posso opinar: se tais fatos ficaram provados nos autos, a condenação da presidente está justificada.
Como o senhor vê as acusações de aliados da presidente de que os trâmites do processo foram acelerados e não cumpriram os aspectos legais exigidos?
No caso Collor, dois meses na Câmara dos Deputados e mais dois meses no Senado foram suficientes. Neste, já se passou mais do que o dobro. Não há, portanto, qualquer aceleração. O roteiro aprovado pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo a Constituição Federal e a Lei do Impeachment, foi firmemente respeitado até aqui.
Então, é errado o discurso de que há um golpe em curso.
Não há golpe de Estado. O que há é o cumprimento da Constituição Federal, e da Lei do “Impeachment”, com as instituições funcionando normalmente e com ampla defesa da denunciada. De certa forma, a tese do golpe chega a ser ofensiva aos poderes Legislativo e Judiciário.
A decisão dos aliados da presidente de recorrer à Organização dos Estados Americanos (OEA) foi uma afronta a estes Poderes?
Acho que há, sim, uma afronta ao Judiciário e ao Legislativo. De qualquer modo, a OEA não tem o poder de alterar uma decisão do Senado Federal. Cabe exclusivamente aos senadores a competência constitucional para fazer o julgamento do impeachment.
Quais as principais semelhanças entre o julgamento atual e aquele que o senhor presidiu?
No caso Collor, havia quase uma unanimidade, entre a opinião pública, a imprensa, os parlamentes da Câmara e do Senado no sentido do cabimento e procedência do pedido de impeachment. Collor, eleito por um partido pequeno, perdera apoio em ambas as casas. No caso Dilma, já houve e ainda está havendo enorme resistência de um partido grande e alguns aliados, além de algumas entidades sindicais e os chamados movimentos sociais. Isso explica a demora do presente processo.
Não é perigoso o País passar por dois processos de impeachment em duas décadas?
Os presidentes que sucederam Collor, Fernando Henrique Cardoso e Lula, sofreram pedidos de impeachment que não prosperaram. Não foram admitidos pela Câmara. E, antes mesmo de Collor, o mesmo ocorreu com José Sarney. Penso que os processos de “impeachment” só devem ser admitidos e julgados apenas quando estiverem presentes os pressupostos constitucionais. Não apenas por divergência entre partidos políticos. Nesse sentido, não devem ser vulgarizados.
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Médico enfaixa perna quebrada sobre roupa de paciente; filho ficou indignado e usou redes sociais


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Ao visitar a mãe, Francisco achou que aquilo era um descaso, fez fotos e postou em redes sociais. Foto: Reprodução


Uma mulher de 70 anos que fraturou a perna em uma queda, em Bariri, interior de São Paulo, teve o membro enfaixado sobre a calça e o tênis que usava ao receber atendimento médico na Santa Casa local. Dispensada após o procedimento, ela ficou dois dias sem poder tomar banho, trocar de roupa e foi obrigada a dormir de tênis.
O caso foi parar nas redes sociais e repercutiu na cidade. O hospital reconheceu que houve erro e afastou o médico temporariamente.
A dona de casa Maria Ivone Rodrigues Leme contou ter sofrido uma queda ao se levantar durante a noite e começou a sentir dores no joelho. Ela foi quatro vezes ao hospital até conseguir o atendimento. As radiografias mostraram uma fratura leve na perna, mas não havia ortopedista e Maria Ivone voltou para casa.
Como sentia muita dor, os familiares conseguiram ambulância para que fosse levada de volta ao hospital. Foi quando o médico plantonista decidiu enfaixar a perna sobre a roupa.
Ao visitar a mãe, Francisco Fernando Leme, filho da idosa, achou que aquilo era um descaso, fez fotos e postou em redes sociais. A repercussão foi imediata e muitas pessoas criticaram a atitude do médico. No mesmo dia, um enfermeiro da Santa Casa foi à residência e conduziu a mulher de volta ao hospital. Desta vez, o gesso foi aplicado corretamente.
Em nota, nesta sexta-feira, 26, a Santa Casa lamentou o episódio e informou que o médico responsável pelo atendimento foi afastado temporariamente. A conduta do profissional está sendo analisada pelo Conselho de Ética Médica do hospital.

Jovem é abusada por três homens e polícia apura 5º estupro coletivo


Vítima estava inconsciente e abusos aconteceram na residência da jovem.
Suspeitos foram presos neste sábado (27) em Oeiras, Sul do estado.

Fernando BritoDo G1 PI
Delegacia Geral da Polícia Civil do Piauí em Teresina (Foto: Fernando Brito/G1)Polícia Civil do Piauí investiga o quinto estupro coletivo; crime desta vez foi em Oeiras (Foto: Fernando Brito/G1)
A Polícia Civil do Piauí prendeu neste sábado (27), três homens suspeitos de participarem de um estupro coletivo contra uma jovem de 26 anos na cidade de Oeiras, a 313 km de Teresina, Sul do Piauí. Entre os suspeitos está um adolescente. É o quinto caso registrado no estado em pouco mais de um ano.

Conforme o delegado Antônio Nilton, titular da Delegacia de Oeiras, que conduz as investigações, a jovem estava em uma festa com outros rapazes e chegou a ser carregada bêbada e desacordada para sua casa, onde os abusos aconteceram.

"Os três suspeitos se ofereceram para levar a garota para a residência dela. Ela estava em um coma alcoólico e se valeram do fato de estar inconsciente para praticarem o crime", disse.

Segundo o delegado, outras pessoas que chegaram a presenciar os suspeitos saírem da festa com a garota já prestaram depoimento na delegacia. Conforme a Polícia Civil, as agressões deixaram a jovem bastante machucada. Ainda neste sábado, ela esteve no Instituto Médico Legal (IML) de Teresina para realizar exames de corpo de delito.

"Após os atos, os suspeitos foram embora e deixaram a jovem desacordada. Ela foi encontrada por vizinhos sobre a cama toda despida e machucada", disse o delegado.

Outros casos
Em junho deste ano, na cidade de Sigefredo Pacheco, Norte do estado, o quarto caso de estupro coletivo veio à tona depois que um vídeo e fotos começaram a circular pelas redes sociais. As imagens, segundo a polícia, mostravam quatro rapazes e pelo menos dois deles tocavam a vagina da vítima que estava desacordada e não esboçava nenhuma reação. O crime foi praticado dentro de um carro.

Uma semana antes, outro estupro coletivo foi registrado na cidade de Pajeú do Piauí. Uma menina de 14 anos foi violentada sexualmente por quatro rapazes, sendo três adolescentes e um maior de idade. A mãe da vítima chegou a flagrar o estupro que ocorreu no banheiro de um ginásio poliesportivo.

Em maio, uma garota de 17 anos foi encontrada desacordada e amarrada com uma de suas peças de roupa na cidade de Bom Jesus, Sul do estado. Quatro adolescentes e um jovem de 18 anos foram alvos das investigações sob a suspeita de terem estuprado a moça.

Em maio do ano passado, o caso mais grave, deixou uma de quatro adolescentes morta. Com idades entre 15 e 17 anos, as jovens foram brutalmente agredidas, estupradas e arremessadas do alto de um penhasco na cidade de Castelo do Piauí. Quatro menores cumprem medida socioeducativa no Centro Educacional Masculino (CEM) e o maior de idade, apontado como mentor do crime, está preso na Penitenciária Provisória de Altos.

Idoso é encontrado dentro de córrego pelo filho e, sem marcas de violência, morte é mistério para polícia


Por Elizangela Jubanski e Daniela Sevieri

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Ele foi encontrado por volta das 9 horas, na rua Antônia Taverna, no Jardim Daher, ao lado de casa. Foto: DS/Banda B

Um idoso de 65 anos foi encontrado morto dentro de um córrego ao lado de casa, em Campina Grande do Sul, na região metropolitana de Curitiba, na manhã deste sábado (27). Sebastião Siqueira estava com princípio de depressão desde a separação com a última esposa, que mora em Palmital, interior do Paraná. Não há marcas de ferimentos, mas a morte ainda é um mistério para a Polícia Civil.
De acordo com os familiares, Siqueira já não se alimentava direito, resistia para executar tarefas diárias de higiene e passava boa parte do dia sentado. Ele foi encontrado por volta das 9 horas, na rua Antônia Taverna, no Jardim Daher, ao lado de casa.
O filho de 45 anos, Alcidez Siqueira, contou que encontrou o pai caído. “Ele saiu de noite, levantou da cama e caiu. Encontramos hoje de manhã, só. A gente não sabe se ele caiu, se passou mal. Ele estava bem depressivo por conta da separação. Ele abandonou essa nossa família aqui, todo mundo, pra ficar com uma mulher mais nova. Ele fez mais uns três, quatro filhos nela e ela abandonou ele, tratava mal ele. Nós fomos até Palmital e trouxemos ele, mas nunca mais foi feliz, ele queria ficar lá, mas ela não queria mais”, descreveu.
O idoso vivia na Grande Curitiba há cerca de um ano e meio. A Polícia Científica foi acionada e o corpo foi recolhido ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba, onde passará por exames que indiquem a causa da morte.

Gleisi diz que também não tem ‘moral’


Foto: Fotos Públicas
Ao explicar sua fala de que o Senado não tem moral para julgar a presidente afastada Dilma Rousseff, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) disse ontem se incluir no grupo sem condições de avaliar os crimes pelos quais a petista é acusada.
“Não me arrependo (de afirmar que a Casa não tem moral). O Senado não tem moral para julgar a presidente Dilma. Uma parte grande dos senadores está respondendo a processo, inclusive eu”, disse Gleisi. “Me incluo nisso”, afirmou. E complementou: “Estou apontando o dedo para uma pessoa, tem três apontados para mim.”
Gleisi e o marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) após a investigação policial concluir que os dois receberam R$ 1 milhão de propina de contratos firmados entre empreiteiras e a Petrobrás. Eles negam irregularidades.
Ontem à tarde, Gleisi ligou para o presidente do Senado para tentar desfazer o mal-estar entre os dois após o embate no plenário, mas ele não atendeu o telefone. A petista diz ter deixado um recado para o peemedebista. Renan, por sua vez, afirma que não viu a ligação.

Depois de bate-boca, Renan janta com petistas para selar um armistício


Pedro Ladeira - 26.ago.2016/Folhapress
Senadora Gleisi Hoffmann (PT) discute com o presidente do Senado Renan Calheiros durante julgamento do impeachment
Senadora Gleisi Hoffmann discute com o presidente do Senado Renan Calheiros durante julgamento do impeachment

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Na tentativa de desfazer o mal estar criado com a bancada do PT nesta sexta (26), o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), fez um gesto de reaproximação ao oferecer um jantar regado a vinho para alguns deles.
Dizendo-se arrependido de ter feito um duro discursoque culminou em um ataque à senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), o peemedebista combinou o encontro inicialmente com o senador Jorge Viana (PT-AC), vice-presidente do Senado.
O petista atuou ao longo do dia para apaziguar os ânimos entre o peemedebista e os outros parlamentares da bancada. Para o jantar, ele levou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), um dos mais aguerridos defensores da presidente afastada, Dilma Rousseff. Durante o bate-boca protagonizado por Renan, Lindbergh chegou a acusar o peemedebista de o ter empurrado.
O líder da bancada do PT na Casa, Humberto Costa (PE), também foi convidado mas acabou não comparecendo por questões de saúde.
De acordo Viana, o encontro foi importante para retomar a boa relação que o partido tem com o peemedebista. "Ele se irritou e passou dos limites. Mas o mais importante é que ele retomou o que ele é durante a tarde. Avaliamos que ele teve um destempero mas soube, honradamente, reconhecer o seu erro", disse.
À Folha, Viana disse que Renan não se posicionou definitivamente sobre se irá votar no julgamento final. "Acho que ele deveria manter a sua posição de neutralidade, por ser o presidente do Congresso".
Apesar de ter feito a ofensiva para minimizar as reações, o gesto de Renan foi interpretado pelo Palácio do Planalto e por aliados como um cálculo do peemedebista para selar sua aproximação com o presidente interino Michel Temer e romper qualquer elo que ainda havia entre ele e o partido de Dilma. 

Lula assistirá ao pronunciamento de Dilma das galerias, dizem senadores


Na segunda-feira, presidente afastada apresentará a própria defesa.
Lula esteve em Brasília na sexta, se reuniu com ela e volta neste domingo.

Laís Lis, Gustavo Garcia e Filipe MatosoDo G1, em Brasília
Plenário do Senado durante o julgamento do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff (Foto: Laís Lis / G1)Galerias do Senado ficam situadas acima do painel eletrônico; na foto, senadores no plenário durante a sessão deste sábado do julgamento do processo de impeachment (Foto: Laís Lis / G1)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assistirá das galerias do Senado Federal, na próxima segunda-feira (27), ao pronunciamento da presidente afastada, Dilma Rousseff, durante o julgamento do processo de impeachment, segundo informaram os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Humberto Costa (PT-PE) e Paulo Rocha (PT-PA).
Durante os três primeiros dias da sessão do julgamento final do impeachment a galeria do plenário do Senado foi ocupada por jornalistas e fotógrafos.
O senador Paulo Rocha (PT-PA) explicou que a proposta inicial era que os convidados da presidente afastada e do presidente em exercício, Michel Temer, assistissem ao depoimento de segunda-feira nas poltronas situadas nas laterais do plenário, mas Lula pediu para acompanhar da galeria. Segundo Paulo Rocha, o ex-presidente chegará a Brasília neste domingo (28).
Para apresentar sua defesa, Dilma terá 30 minutos – prorrogáveis por prazo indeterminado a critério do presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, que comanda a sessão.
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Em seguida, ouvirá questionamentos formulados pela acusação, pela defesa e por senadores e poderá responder ou não.
Entre as pessoas que devem acompanhar a presidente afastada estão os ex-ministros Aldo Rebelo (Ciência e Tecnologia; Defesa; e Esporte), Aloizio Mercadante (Educação), Eugênio Aragão (Justiça), Jaques Wagner (Casa Civil), Miguel Rossetto (Secretaria-Geral), Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário) e Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo).
Os ex-assessores especiais de Dilma Giles Azevedo e Sandra Brandão também a acompanharão.
Lula em Brasília
O ex-presidente Lula esteve nesta sexta-feira (26) em Brasília, ficou algumas horas na cidade e voltou para São Paulo.
Segundo os senadores Humberto Costa (PT-PE) e Paulo Rocha (PT-PA), ele se reuniu com Dilma no Palácio da Alvorada para fazer "troca de avaliações políticas" relacionadas ao processo de impeachment.

Candidato a vereador morre após fazer discurso a moradores, no PR


Daniel Grozetta (PSC) teve um infarto, segundo o Corpo de Bombeiros.
Ele tinha 65 anos e era candidato na cidade de Arapuã, no norte do estado.

Do G1 PR, com informações da RPC Maringá
Daniel Grozetta tinha 65 anos (Foto: Reprodução)Daniel Grozetta tinha 65 anos (Foto: Reprodução)
O candidato a vereador Daniel Grozetta (PSC), de Arapuã, morreu na noite de sexta-feira (26) logo depois de fazer um discurso aos moradores do município, que fica próximo a Ivaiporã, na região norte do Paraná.
Segundo os bombeiros, o homem de 65 anos teve um infarto. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu. O cadidato participava de um encontro político organizado pela coligação da qual ele fazia parte, a "Unidos por Arapuã".
Daniel Grozetta deve ser enterrado no domingo (28), conforme informou o prefeito de Arapuã, Manoel Salvador.