Dupla que assaltava de investigador policial a capitão da PM é presa na Grande Curitiba


Da Polícia Civil
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Dois foram presos por assaltos na Grande Curitiba (Fotos: Flávia Barros – Banda B)

Uma dupla suspeita de cometer diversos furtos e roubos a residências na capital, foi presa no final da tarde de segunda-feira (12), pela equipe do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Os dois chegaram a roubar um capitão da Polícia Militar e um investigador do Cope.
Os homens de 21 e 24 anos, foram abordados em um Honda Civic prata, na Colônia Murici, em São José dos Pinhais, após a polícia receber uma denúncia anônima falando que a dupla estaria naquela região.
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Produtos encontrados com os suspeitos
No momento da abordagem, os suspeitos tentaram fugir, mas foram capturados após perderem o controle do veículo e colidirem com a viatura. A dupla confessou o crime e ainda indicou o lugar em que guardavam os objetos provenientes de roubos, localizado no bairro Alto Boqueirão. No local, os policiais encontraram diversos televisores e joias.
No decorrer das diligências, os policiais recuperaram ainda um veículo HB20 azul, roubado no dia 05 deste mês, no bairro Guabirotuba. O carro estava guardado na garagem de uma residência desocupada, no Alto Boqueirão. O veículo já estava sem o motor.
Segundo informações policiais, a dupla já estava sendo investigada há 10 dias e é responsável por pelo menos sete roubos a residências ocorrido somente nos últimos 30 dias “Acreditamos que eles tenham feito muito mais vítimas. Orientamos a população a registrar um boletim de ocorrência caso tenham sido vítimas deste crime”, lembra o delegado-titular do Cope, Rodrigo Brown.
A equipe verificou ainda que o veículo apreendido estava com numeração de chassi e motor adulterados, qual será encaminhado para a perícia. A dupla responderá pelos crimes de furto, roubo e adulteração de veículo automotor

IRMÃOS BATISTA PAGAM R$ 1,5 BI EM ACORDO COM JUSTIÇA



Para voltar ao comando de suas empresas, Joesley e Wesley Batista aceitaram depositar R$ 1,5 bilhão em garantias. O acordo foi fechado com o Ministério Público e autorizado pela Justiça de Brasília.
Os irmãos estavam afastados, por determinação judicial, da administração dos negócios, após serem envolvidos nas investigações da Operação Greenfield, que apura suspeitas de gestão fraudulenta nos quatro maiores fundos de pensão do país.
As informações são do Estadão.

Em operação nacional, PF cumpre mandado de busca em sede administrativa do Madero em Curitiba


Da Redação com informações do Estadão Conteúdo

Polícia Federal cumpriu, na manhã desta terça-feira (13), um mandado de busca e apreensão na sede de restaurantes Madero, em Curitiba. A ação faz parte da 7ª fase da Operação Acrônimo, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro por meio de aumento de preços e prorrogação de contratos com o governo federal desde 2005.
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(Imagem ilustrativa/Divulgação)
O alvo principal desta fase é Felipe Torres, sobrinho do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT). Ele é sócio do tio na rede de restaurantes em um shopping na cidade de Piracicaba, em São Paulo. Hoje pela manhã, ele foi alvo de condução coercitiva, quando a pessoa é levada a prestar depoimento, e teve, ainda, mandados de busca e apreensão nos seus endereços.
A operação foi autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ao todo foram dois mandados de condução coercitiva no Distrito Federal, Paraná e São Paulo. O segundo foi contra o empresário Sebastião Dutra, da empresa Color Print. Ele teria omitido notas fiscais falsas para uma empresa que fez obras no restaurante e para a campanha de Pimentel.
O delator da Acrônimo, o empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené, afirma ter dado R$ 200 mil para Felipe Torres abrir um restaurante em Piracicaba (SP) a pedido de Pimentel.
Em depoimento no dia 12 de maio para a delegada Denisse Dias Rosas Ribeiro na sede da Superintendência da Polícia Federal em Brasília, Bené relatou detalhes da transação. Segundo ele, naquele ano Pimentel o procurou e comentou sobre “solicitações” que vinha recebendo do sobrinho, Felipe, “sobre a necessidade de aporte financeiro” para abrir um restaurante em Piracicaba.
Em nota, o Madero declarou que entregou à PF todos os contratos firmados quando Torres era franqueado da rede, entre junho e outubro do ano passado, e afirmou apoio integral ao trabalho da Justiça no combate à corrupção.
O Madero S/A comunica que entregou à Polícia Federal os contratos firmados com a F2B Alimentação Ltda, em respeito ao cumprimento do Mandado de Busca e Apreensão nº 000062/2016, expedido em 1º de agosto de 2016 pelo Ilmo. Sr. Ministro Herman Benjamin, do Superior Tribunal de Justiça, relator do Inquérito nº 1105.
O Madero S/A esclarece, mais uma vez, que o Sr Felipe Torres Amaral foi franqueado do Madero na cidade de Piracicaba-SP até outubro de 2015, quando a franqueadora recomprou a franquia e encerrou o relacionamento comercial com o Sr. Felipe Torres do Amaral.
O Madero S/A informa que o modelo de negócios da Rede Madero é baseado em unidades próprias e que a estratégia da marca é a de seguir expandindo sem novas franquias. Atualmente, a rede é composta por 75 restaurantes nos Estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Minas Gerais, além do Distrito Federal e de um restaurante em Miami, nos Estados Unidos. Desse total, apenas 17 unidades ainda são franqueadas.
O Madero S/A manifesta, mais uma vez, seu integral apoio ao trabalho da Justiça brasileira no combate à corrupção no Brasil.

Forte vento causa destruição na Grande Curitiba, mas tempestades não devem ocorrer


Por Marina Sequinel
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(Foto: Arquivo/Felipe Ribeiro – Banda B)

forte vento que atinge Curitiba e região metropolitana (RMC) nesta terça-feira (13) pode trazer chuvas isoladas entre o fim da tarde e o começo da noite, segundo o Instituto Tecnológico Simepar. Em alguns pontos entre o Sudoeste e o Sul do Paraná, já houve registro de precipitação, com maior acumulado no município de Palmas, com 12,2 mm. Porém, não há previsão de tempestade, apesar da ventania ter causado destruição em alguns pontos da capital e RMC.
Ainda de acordo com o Simepar, os ventos seguem acima dos 50 km/h em todo o estado. “O motivo disso é um ciclone que passa de forma mais intensa pelo Rio Grande do Sul e também no sul do nosso estado. No leste, por enquanto não temos previsão de chuva, mas no período da tarde ou da noite podemos ter chuvas localizadas, pontuais, que não devem ser muito fortes. Até agora, não registramos precipitações com raios no Paraná”, disse o meteorologista Fernando Mendes em entrevista àBanda B.
A temperatura promete continuar alta até hoje para amanhã (14) sofrer uma queda brusca. “Nesta quarta, o tempo estará bem mais ameno, após o afastamento do ciclone para o oceano. A mínima em Curitiba deve ser 10°C, com máxima de 21°C”, completou Mendes. Em Paranaguá, a previsão é que os termômetros marquem entre 17°C e 25°C. Já em Guaíra, esses números são 13°C e 25°C, respectivamente.
Atendimentos
O departamento de Proteção Vegetal da Secretaria Municipal do Meio Ambiente registrou 29 solicitações sobre atendimentos, com dez árvores caídas. A Defesa Civil atendeu a 24 pedidos sobre árvores e galhos caídos.
Também foram registradas duas ocorrências de danos a edificações: o galho de uma árvore caiu sobre o muro da Escola Municipal Monsenhor Boleslau Falarz, no São Braz, e houve dois destelhamentos no Cajuru e Bairro Novo. No Campo Comprido, na Rua Frederico Muller, o vento derrubou a cobertura de um ponto de ônibus.
Na Setran, 20 semáforos ficaram desligados por 40 minutos por falta de energia e três ficaram em alerta. Copel já restabeleceu o abastecimento e os sinais foram religados. Uma coluna de semáforo caiu em frente ao Shopping Cidade. Equipes já estão no local para atender a ocorrência.
Estragos
Banda B recebeu alguns registros de estragos causados pela chuva. Uma placa de sinalização caiu sobre um carro no Centro de Campo Largo. No bairro Ahú, em Curitiba, uma árvore caiu sobre as grades de uma residência. Na Av. Silva Jardim, com a Alferes Poli, no bairro Rebouças, uma árvore bloqueou a rua.
(Fotos: Colaboração)

Denúncia de Medina anima os petistas



Randolfe Rodrigues e Humberto Costa, seguidos por parlamentares de PSB, PCdoB e PPS, protocolaram há pouco na PGR pedido de investigação contra Eliseu Padilha por causa da denúncia de Fábio Medina Osório.
O ex-AGU alega que Padilha tentou impedir seu acesso a inquéritos da Lava Jato para a abertura de ações de improbidade administrativa.

MOMENTO ANTAGONISTA: O DOSSIÊ LÉO PINHEIRO - VEJA VÍDEO



Claudio Dantas comenta o explosivo depoimento de Léo Pinheiro envolvendo o governo Dilma Rousseff na operação para tentar abafar a CPI da Petrobras.
"Ao pedir ao empreiteiro para evitar que as investigações prejudicassem o governo, o então ministro de Relações Institucionais agia em nome da presidente."
Léo também avisou que está disposto a colaborar com a Lava Jato e tem farta munição contra o PT. Se a PGR não quer sua delação, Curitiba pode fazer um bom uso dela.

Quem é Carlos Marun, o defensor solitário de Cunha na sessão de cassação

BBC

Ricardo Senra

  • Agência Câmara
    O deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) durante a votação de cassação de Eduardo Cunha, a quem defendeu até o último minuto
    O deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) durante a votação de cassação de Eduardo Cunha, a quem defendeu até o último minuto
Libriano, Eduardo Cunha completará 58 anos de idade daqui a duas semanas. Em seu aniversário do último ano, numa noite abafada em um restaurante da Asa Sul de Brasília, ele enxugava o suor e sorria diante de um bolo coberto de chantilly, sob aplausos de 50 políticos, entre deputados, senadores e ministros, em festa embalada por uísque e canções de Lulu Santos e Reginaldo Rossi.
Do seu lado direito estava a esposa, Claudia Cruz. Do lado esquerdo, o organizador da festa - um deputado estreante, também peemedebista, gaúcho, mas eleito pelo Mato Grosso do Sul: Carlos Marun.
Ate então, Cunha ainda era classificado por muitos como "o homem mais poderoso do Brasil", "o malvado favorito" dos rivais de Dilma Rousseff, "dono de uma bancada informal de 170 deputados".
Um ano depois, na última segunda-feira, só um deles pediu a palavra - não uma, mas sete vezes - para defender o agora ex-deputado na sessão que resultou na cassação de seu mandato e na suspensão de seus direitos políticos por um placar arrebatador: 450 votos a favor, 10 contra e 9 abstenções.
Quem pediu a palavra era o deputado Marun outra vez.

Debandada 'cruel'

APÓS CASSAÇÃO, EDUARDO CUNHA CULPA GOVERNO TEMER

Atual vice-líder do governo de Michel Temer na Câmara, Marun pediu a reconstrução do parecer que defendia a cassação de Cunha; depois, o adiamento da sessão; depois, o relaxamento da pena, e chegou a recorrer ao argumento de Dilma Rousseff no julgamento do impeachment: "Os senhores não podem afastar Cunha pelo 'conjunto da obra'". Tudo em vão.
Ele argumentava que a debandada dos colegas era "cruel" e que não seguia as regras do regimento da Casa.
"Dizem que a mulher dele (Cunha) gastou com coisas caras. Ora, vamos então botar no regimento que esposas de deputados não podem comprar coisas caras", afirmou, em referência aos gastos de mais de R$ 1 milhão de Claudia Cruz no exterior, entre 2008 e 2014, identificados pela operação Lava Jato.
Ao criticar aqueles que no passado bajulavam o então presidente da Câmara dos Deputados e hoje pedem seu afastamento, Marun citou Seu Boneco, personagem da Escolinha do Professor Raimundo, de Chico Anysio. ""Eu poderia fazer como um personagem da TV diz e ir pra galera."
De fato, não foi, e arregalou as sobrancelhas quando percebeu que o Delegado Edson Moreira (PR-MG), única voz prevista para a defesa - além da sua e a do próprio Eduardo Cunha -, recuou durante seu discurso e optou por se abster da votação. "A história vai julgar os senhores", bradou Marun.
Os outros nove deputados que votaram pela absolvição de Cunha permaneceram calados durante toda a sessão: Arthur Lira (PP-AL), Carlos Andrade (PHS-RR), Dâmina Pereira (PSL-MG), João Carlos Bacelar (PR-BA), Jozi Araújo (PTN-AP), Júlia Marinho (PSC-PA), Marco Feliciano (PSC-SP), Paulinho da Força (SD-SP) e Wellington Roberto (PR-PB).

'Sociedade não está contra Cunha'

Horas antes da reunião que afastou Eduardo Cunha da política pelos próximos 8 anos, Carlos Marun conversou por telefone com a BBC Brasil.
De patrimônio modesto declarado à Receita Federal (R$ 94.268), Marun recebeu R$ 1.624.541 em doações para a campanha de seu primeiro mandato em Brasília, vindo de setores como indústrias de sementes, celulose e abatedouro de aves.
Membro da bancada ruralista, árduo defensor da liberação dos rodeios, ex-aluno de Colégio Militar, formado em Direito e Engenharia, Marun disse à reportagem que conta "nos dedos de uma mão só as vezes em que fui interpelado por pessoas que queriam a cassação de Eduardo Cunha".
"Mas centenas me interpelaram para me parabenizar por manter meu apoio ao Eduardo", prosseguiu o peemedebista, antecipando a frase que repetiria durante toda a noite em suas falas aos colegas de plenário: "Esta cassação significará a morte política do Eduardo".
Desconsiderando uma petição popular criada em outubro de 2015 no site Avaaz, por exemplo, que reunia até o fechamento desta reportagem mais de 1,3 milhão de assinaturas defendendo o fim do mandato de Cunha, Marun disse à reportagem que "não existe nenhum movimento da sociedade contra Cunha, só na imprensa".
Também criticou os colegas que "viraram casaca" e abandonaram Cunha. "No campo pessoal, passei a conhecer um pouco mais o ser humano a partir desse processo", lamentou. "Pessoas que frequentavam o gabinete, que sabem da importância que o Eduardo teve no impeachment da Dilma, hoje se colocam como se nada disso tivesse acontecido."
Além de assessores, Marun foi o único deputado visto recebendo instruções de Eduardo Cunha no plenário da Câmara.
A fidelidade repercutiu no Parlamento e nas redes sociais. "Quero um marido fiel como o Marun", tuitou a apresentadora Astrid Fontenelle. "Só sobrou o Marun?", perguntou a comentarista política Cristiana Lôbo. "Só se ouve Carlos Marun", exclamou a jornalista Eliane Cantanhêde.
Dois dos principais oposicionistas de Cunha comentaram a abnegação do deputado. Silvio Costa (PTdoB-PE) elogiou sua insistência em defender o padrinho político. "Você está do lado errado, mas não é canalha", afirmou. Chico Alencar (PSOL-RJ), um dos responsáveis pelo inicio das investigações contra Cunha, destacou seu isolamento. "Marun é uma presença retumbante, gongórica, embora frustrada."
Questionado pela reportagem sobre as razões da proximidade com Cunha, Marun desconversou. "Não vou para onde o vento vira e me considero uma pessoa de êxito na política", argumentou. "Sou uma pessoa que tem coerência."

Delações premiadas

Réu por improbidade administrativa, ex-secretário de Habitação de Campo Grande e do Estado do Mato Grosso do Sul, Marun criticou os acordos de delação premiada da Lava Jato quando questionado pela BBC Brasil sobre um possível acordo entre Eduardo Cunha e a Procuradoria Geral da República (PGR).
Cunha nega veementemente qualquer intenção de delação - opção tida por muitos como a única maneira de abrandar as penas impostas ao peemedebista em caso de condenação.
"Vou escrever um livro do impeachment, vou contar obviamente tudo o que aconteceu no impeachment, o diálogo com todos os personagens que participaram de conversas comigo com relação ao impeachment. Esses serão tornados públicos na sua integralidade", disse Cunha a jornalistas, logo depois da cassação.
Na última sexta-feira, entretanto, o jornal Valor Econômico divulgou que Cunha teria enviado emissários, em junho, para sondar a Procuradoria sobre a possibilidade de delações. O ex-deputado negou novamente.
"Conversamos muito. Nunca ouvi nada sobre isso vindo dele", disse Marum à BBC Brasil. "Nem nos momentos mais difíceis."
"Tenho muita restrição à delação quando ela não parte de um sincero arrependimento do delator", prosseguiu.
O deputado cita nomes de lobistas e executivos que já fizeram acordos de delação com os responsáveis pela Lava Jato. "Quando vejo um Sergio Machado, um Julio Camargo, um (Pedro) Barusco, todos livres, leves e soltos, eu vejo que a delação premiada se transformou em anistia, e com patrimônio preservado. O delator hoje não tem a pena reduzida, ele é anistiado."

'Bom companheiro'

Apesar da defesa insistente - Marun interrompeu todas as sessões que julgaram Eduardo Cunha no Conselho de Ética e Decoro da Câmara -, o deputado se esquiva sobre a integridade do aliado.
"Não sei se Eduardo Cunha é culpado ou inocente. Não o conheço a tempo suficiente para botar a mão no fogo por ele, e por isso não a ponho", escreveu Marun em artigo publicado na Folha de S. Paulo, no dia da votação.
Em março deste ano, o STF acolheu a primeira denúncia contra Cunha na Lava Jato, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, acusado de receber propina de US$ 5 milhões para apoiar o fechamento de um contrato de fornecimento de navios-sonda à Petrobras.
Em junho, virou réu em outra ação da Lava Jato, sob acusação de receber e movimentar dinheiro em contas secretas na Suíça. Segundo essa denúncia (de corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e declaração falsa em documento eleitoral), Cunha teria recebido propina de R$ 5,2 milhões na compra, pela Petrobras, de um campo de petróleo na África.
O peemedebista já era alvo de uma ação por corrupção na Petrobras na primeira instância da Justiça Federal, em que procuradores pedem pagamento de indenização de US$ 10 milhões. Como não se trata de uma ação penal, ela corria em primeira instância mesmo enquanto Cunha tinha foro privilegiado.
Ao fim da sessão desta segunda-feira, no Salão Verde da Câmara, assessores parlamentares que comemoravam a cassação de Cunha homenagearam seu fiel escudeiro.
"Marun é um bom companheiro... Marun é um bom companheiro... Marun é um bom companheiro... Ninguém pode negar!"